2 de setembro de 2013
Surfers
11 de junho de 2013
Wave Garden 2.0
Wave Garden 2013. Ainda é só um protótipo e não é aberta ao público, mas já mostrou que é possível sim a criação de um parque com ondas artificiais. A tecnologia está aí, só precisa ser viabilizada.
O Sr. José Manuel Odriozola, CEO da Wavegarden, disse:
"Estamos muito satisfeitos em poder revelar ao mundo do surf hoje nossa nova unidade de demonstração, que esperamos revolucionar a forma como as pessoas se envolvem em surf. "Historicamente, a participação no surf tem sido limitada devido ao fato de que ele é necessário para ser realizado em locais costeiros específicos, as horas do dia e é altamente dependente de inchar apropriado e as condições meteorológicas. Com o desenvolvimento da Wavegarden, agora temos a capacidade de fornecer uma autêntica experiência de surf em qualquer local capaz de situar uma lagoa. "
5 de outubro de 2012
Kelly Slater vence o Quiksilver Pro France
1 – Kelly Slater (USA) 17.26
2 – Dane Reynolds (USA) 14.00
SF 1: Dane Reynolds (USA) 15.70 def. John John Florence (HAW) 15.60
SF 3: Kelly Slater (USA) 12.27 def. Joel Parkinson (AUS) 10.93
4 de outubro de 2012
Quiksilver Pro France - Dia 7
Hoje foi um daqueles dias de bateria que a gente não esquece. O mar estava grande, forte e com uma correnteza fortíssima. Em muitos momentos parecia uma grande máquina de lavar ligada. Mas nesse caos líquido que se apresentou hoje em Hossegor, tubos grandes e pesados renderam momentos espetaculares nesse 7° dia do Quiksilver Pro France. Se o mar estava difícil? Sem dúvidas, mas proporcionou grande momentos. E um surf no limite, em grandes ondas, em grandes tubos, ninguém esquece.
As ondas de 6 a 8 pés de Hossegor tornaram as disputas uma tarefa árdua para os atletas.
http://quiksilverlive.com/profrance/2012/
Todas as baterias podem ser revistas aqui:
http://quiksilverlive.com/profrance/2012/heat_review.pt.html#quality=med&round=493&heat=513
O julgamento? Anda “subjetivo” demais...
21 de agosto de 2012
Insane Reynolds
Dane Reynolds colocou novos vídeos em seu blog, o Marine Layer Productions.
No video abaixo, Dane aparece surfando em casa e arrepiando nas ondas de Ventura, California. Uma pena ele não estar mais correndo o circuito. Talvez falte um pouco de foco e de competitividade para esse talentoso surfista da California se manter na elite, talvez ele ache ache mesmo tudo isso um saco. A verdade é que sem o Dane Reynolds no tour, todos perdem.
4 de agosto de 2012
Furacão Paulista atinge a costa da California
Quatro surfistas brasileiros, todos do estado de São Paulo, venceram suas disputas hoje em Huntington Beach, California, onde está acontecendo um dos maiores campeonatos de surf do mundo, o US OPEN OF SURFING. O evento tem status PRIME e conta valiosos pontos para o ranking unificado da ASP.
Filipe Toledo, Miguel Pupo, Gabriel Medina e Adriano de Souza surfaram muito bem e venceram suas baterias. O único brasileiro que não conseguiu passar para as quartas, foi o também paulista Jessé Mendes, que acabou perdendo para o "Mestre das Baterias", o norte-americano Kelly Slater.
Filipe Toledo, com um surf muito mais moderno, marcou 8.00 e 7.90 e passou fácil pelo local Tim Reyes. 15.90 a 8.66.
Miguel Pupo também não teve dificuldades para vencer Kai Otton. Miguel somou 6.00 e 7.07 e venceu Kai Otton por 13.07 a 8.70.
Jesse Mendes e Kelly Slater travaram uma bateria super disputada onde quem levou a melhor foi o norte-americano. Slater venceu Jessé por 12.50 a 11.37.
Dane Reynolds e Nathaniel Curran fizeram uma grande confronto. A bateria mais disputada do dia. Reynolds venceu Curran por 16.90 a 16.70
Gabriel Medina simlesmente atropelou o havaiano Granger Larsen. Medina 15.90, Larsen 9.93. Mais um na gigantesca Kombi do Medina.
Adriano de Souza finalizou com chave de ouro o dia brasileiro ao vencer o norte-americano Nat Young por 15.74 a 11.40
John John Florence confirmou o favoritismo e venceu o norte-americano Keanu Asing.
E na última bateria das oitavas, o australiano Julian Wilson somou 6.00 e 8.93 para vencer o local hero Brett Simpson, bi-campeão do evento, por 14.93 a 14.00
QUARTAS DE FINAL DO US OPEN
Filipe Toledo (BRA) x Miguel Pupo (BRA)
Kelly Slater (USA) x Dane Reynolds (USA)
Gabriel Medina (BRA) x Adriano de Souza (BRA)
John John (HAW) x Julian Wilson (AUS)
Veja mais direto no site oficial do evento:
http://www.usopenofsurfing.com/live/usos/low
1 de junho de 2012
Extended Excerpt
2 de abril de 2012
Where's Sancho_California
Tom Curren, Pat Curren, Dane Reynolds, Benjamin Sanchis,Tim Boal, Shane Dorian, Grant “Twiggy” Baker, Greg Long, Joao de Macedo e Mark Healey.
Filmed and Edited by Pietro l.Franca
Aditional footage: powerlines
19 de agosto de 2011
Enquanto isso, no famoso mundo encantado da ASP
Há tempos se fala que está mais do que na hora de acontecer algumas mudanças radicais tanto no Circuito Mundial de Surf quanto na própria ASP, entidade que governa o surf mundial desde 1983. Os motivos são muitos:
- Nosso esporte ainda é organizado, administrado e visto como um esporte bastante amador;
- O circuito mundial tem "mãos e pernas" atadas com as mesmas empresas há décadas, impedindo que novas marcas e investimentos cheguem ao nosso esporte. O que é bastante conveniente para estas marcas;
- A qualidade das ondas este ano piorou visivelmente em função das marcas patrocinadoras estarem preferindo ficar perto do grande público em vez de ir atrás das ondas boas, como ocorria no antigo Dream Tour; Leia mais aqui:
- Os julgamentos são subjetivos demais e NOME e seda de PATROCINADOR infelizmente ainda ganham baterias;
- Os eventos do Tour estão com seu formato desgastado e cada vez mais os não-surfistas entendem menos sobre o nosso esporte (E isso vale tanto para o grande público quanto para a mídia).
- As mudanças implementadas em 2010 ficaram confusas até para os competidores mais experientes;
- Ainda existe muita politicagem e uma certa dose de preconceito no World Tour. Mesmo que muitos neguem.
- Em nome da eterna contra-cultura, não existe qualquer tipo de anti-dopping e “atletas” podem competir utilizando todo tipo de drogas. Mesmo as drogas que tornam as disputas bastante injustas. (Aliás, o único caso de dopping registrado na entidade foi o de Neco Padaratz, em uma decisão bem preconceituosa da própria direção da ASP.)
Recentemente vários atletas da elite da ASP deixaram claro que estão insatisfeitos com o andar das coisas. Kelly Slater preferiu ficar pegando altas ondas em Fiji em vez de ir competir em merrecas sul-africanas. Dane Reynolds, mesmo sendo visto quebrando em diversos picos, continua alegando ainda estar lesionado e não apareceu em muitas das etapas desse ano. E agora essa semana, com o tour caminhando para o início da 5ª etapa do ano, Bobby Martinez e (novamente) Dane Reynolds afirmam que não vão a Teahupoo. Martinez, que já venceu em Teahupoo por duas vezes, disse que não vai competir em Teahupoo e que vai fazer sua última participação no tour da ASP na etapa de New York. Depois disso ele vai abandonar o circuito mundial até que haja mudanças significativas.
Leia aqui as reclamações de Bobby Martinez sobre o World Tour da ASP
http://espn.estadao.com.br/surf/noticia/105134_MUDANCAS+DA+ASP+REVOLTAM+BOB+MARTINEZ
http://cisurfboards.com/blog/2011/bobby-martinez-interview-making-the-uncut/
Há tempos também que se fala em um rebel tour. O 10 vezes campeão do mundo, Kelly Slater, já falou em mais de uma oportunidade que gostaria de fazer um circuito alternativo com eventos mais curtos, com melhores surfistas e com visibilidade e premiações bem maiores.
Saiba mais sobre essa história do Rebel tour de Kelly Slater com a ESPN aqui:
http://www.surfinglife.com.au/news/asl-news/2816-champions-rebel-tour-kelly-slater
Mas foi só Slater tocar nesse assunto que a ASP correu na frente e refez seu circuito, Modificou várias regras (ainda na metade de 2010) e tudo parecia que iria mudar. 2011 já começou diferente. Mas não melhor. As pontuações dos rankings não foram corretamente niveladas e muitos atletas da nova geração passaram a dizer que seu acesso a elite ficou ainda mais difícil.
Uma coisa é certa. O Circuito Mundial de Surf está confuso, os eventos estão longos demais, as novas praias do tour são inconstantes em termos de ondas e tudo isso está desagradando a muitas pessoas. Inclusive aos atletas. Há quem diga que está faltando sensibilidade e inteligência nessa gestão da ASP.
Qual será o futuro do surf competitivo?
Uma mudança radical na diretoria da ASP melhoraria o circuito mundial?
Um circuito mundial alternativo seria a saída?
Qual a seria o melhor caminho para o correto desenvolvimento do surf competição?
As perguntas são tantas quanto as incertezas. Enquanto isso parece que o antes tão badalado circuito mundial, começa a perder pretígio e alguns de seus maiores surfistas. Mesmo com a ASP aumentando substancialmente as multas para quem faltar a uma etapa. E que venha Teahupoo!!
13 de maio de 2011
10 de março de 2011
2011 MOMENTS Quiksilver Team
Só faltou os brasileiros, né Sra Quik.
Dane Reynolds, Craig Anderson, Jeremy Flores, Clay Marzo and Kelly Slater and featuring Mark Healey, Mikey Wright, Reef McIntosh, Ry Craike, Fred Patacchia, Dede Suryana, Leonardo Fioravanti, Jack Robinson, Kanoa Igarashi, Miky Picon, Aritz Aranburu, Matt Banting, Alain Riou.
Veja mais no www.quiksilver.com.
7 de fevereiro de 2011
Daniel Reinaldo. Garoto inspirado.
Com toda certeza, um dos melhores surfistas de 2010.
Video by baluverxasurf
Video by Quiksilver
19 de setembro de 2010
2010 Hurley Pro - Final Day

A GAZETA DO TOUR
"Kelly Slater, conhecido rato de bateria, sorrateiramente, começou o evento de Trestles como número dois do mundo. calado e estrategista, Kelly aos poucos, foi roendo a estrutura emocional de seus oponentes, derrubando adversários importantes e acumulando pontos, até chegar a grande final do evento, onde Kelly Slater destruiu o guerreiro australiano, Bede Durbidge, fez sua quarta vitória em Tretstles, aumentou seu recorde de vitórias no tour, e assumiu a liderança do circuito mundial de surf profissional, a ASP WORLD TITLE RACE (ex-World Tour e ex-WCT)".
Vídeo By mesurf.TV http://www.youtube.com/user/mesurftv
O último dia de competições do HURLEY PRO aconteceu nesse sábado (18/09), com ondas perfeitas e consistentes, de um metro e meio a dois metros, na famosa bancada de Lower Trestles, CA, onde os habilidosos surfistas do tour aproveitaram para desferir um incrível número de pancadas e vôos espetaculares. Sem dúvidas, uma das melhores etapas do ano, de onda, de estrutura, de cortura web e de premiação. Evento exemplar da Hurley.
A grande novidade do último dia do evento foi a realização do novo Round 4 da ASP, com três competidores na água, onde nenhum atleta é eliminado do evento. Quem perder, ainda disputa uma mini-repescagem no Round-5 que pode funcionar como um atalho para as quartas-de-final. A idéia é que as competições fiquem ainda mais disputadas e atraentes ao público telespectador. E deu certo para Kelly e para Bede. Ambos perderam suas baterias no Round 4, se deram bem na repescagem do evento, justamente contra os caras que os venceram no round 4, e conseguiram chegar até as finais do evento.
O australiano Bede Durbidge foi frio e um ótimo competidor durante todo o evento. No Round 1 Bede estreiou com derrota ao perder para o compatriota Matt Wilkinson. No Round 2, Bede venceu o wildcard Rob Machado; no Round 3, sua vítima foi o americano Taylor Knox. No Round 4, Bede perdeu para o aul-africano Jordy Smith e foi para o tudou ou nada do Round 5. No Round 5, foi a vez de Adrian Buchan ser atropelado por Bede. Nas Quartas-de-final, a revanche do Round 4 onde Bede eliminou o ex-líder do tour, Jordy Smith . Na semi-final, Bede surfou bem e venceu um talentoso, mas ineficiente Dane Reynolds. Trajetória difícil e batalhada, digna de um guerreiro do porte de Bede Durbidge.
Kelly Slater foi outro monstro. Não se intimidou por usar a lycra número 2 (a camisa do vice-líder do circuito). Pelo contrário. Profundo conhecedor de Tretles, seus adversários foram sendo triturados, um a um. No Round 1 Kelly venceu o novato e aspirante a Surf Star Kolohe Andino e o aussie Luke Stedman; no Round 3 Kelly detonou um apático Gabe Kling. No Round 4, Kelly perdeu para o aussie Owen Wright e teve que encarar a mini-repescagem do Round 5. No Round 5, sorte de kelly Slater. Chris Davidson passa mal e Slater avança direto para as Quartas. Nas Quartas-de-final, foi a vez de Kelly Slater dar o troco (e bem dado) derrotando Owen Wright por 17.03 a 15.97. Na semi-final, Kelly passou fácil por um tímido e nervoso Mick Fanning e, mais uma vez, está nas finais de Trestles.
Na final, Slater simplesmente não tomou conhecimento da presença do australiano Bede Durbidge. Bede passou a bateria toda precisando de uma combinação de ondas, da qual só conseguiu se livrar no finalzinho da bateria. E Kelly, com um surf meio “feijão com arroz” mas muito eficiente, foi fazendo os pontos necessários para não passar trabalho. A pá de cal veio quanto Kely rema numa boa onda da série, faz um tubão sensacional e um 9.53. Vitória fácil de Slater em Trestles (a segunda do ano).
É interessante como Kelly Slater venceu o 2010 HURLEY PRO sem o seu tradicional surf-espetáculo, e usando pranchas mais tradicionais que os modelos estranhos do começo do ano. E mesmo assim, sobrou surf para Mr Slater, que por um lado mostrou que não tem mais o surf mais espetacular do mundo, rótulo que hoje está com Dane Reynolds, Jordy, Owen, Simpo, etc. Mas Kelly vem mostrando também, que nem os mais talentosos e voadores surfistas do tour, tem alguma chance contra ele. Sólido, inteligente e estrategista, Kelly ainda é o melhor surfista do World Tour de todos os tempos, tanto nas merrecas, quanto nas morras.
Com a vitória de Slater (e com o tropeço de Jordy Smith), o careca mais famoso do surf mundial assume a liderança do tour e segue firme e forte para seu 10° Título Mundial, 5.500 pontos a frente do segundo colocado, o sul-africano Jordy Smith.
Com 6 das dez etapas já concluídas, Kelly Slater sai de Trestles como líder do circuito e com a auto-confiança que pode lhe dar o 10° título mundial de surf profissional, um marco ainda inatingível em nenhum outro esporte. Como bem disse Dave Prodan, da Australia’s Surfing Life, Kelly está deixando um legado que não durará anos ou décadas, mas séculos. Além da vitória, Kelly ganhou 105.000 dólares, o maior prêmio já pago em uma etapa da ASP.
O paulista Adriano de Souza, o Mineirinho, e o potiguar Jadson André, únicos brasileiros na competição, fiveram boas apresentações no Round 1, mas ambos foram eliminados na terceira fase. Mineiro sai de Trestles como o número 7 do mundo. Jadson está na 13° colocação na World Title Race.
Uma grana bem boa para se ganhar por surfar Trestles em condições clássicas e sem crowd.
Os melhores momentos, fotos e videos podem ser vistos direto no site do evento:
http://www.hurley.com/hurleypro/
Final Day Hurley Pro Trestles from Australia's Surfing Life on Vimeo.
Video By ASL http://www.surfinglife.com.au/worldtour/home/5374-final-day-hurley-pro-trestles
HURLEY PRO TRESTLES ROUND 5 RESULTS:
Heat 1: Kieren Perrow (AUS) 13.76 def. C.J. Hobgood (USA) 10.50
Heat 2: Kelly Slater (USA) 17.10 def. Chris Davidson (AUS) N/S?
Heat 3: Bede Durbidge (AUS) 11.40 def. Adrian Buchan (AUS) 7.47
Heat 4: Dane Reynolds (USA) 12.04 def. Damien Hobgood (USA) 10.73
HURLEY PRO TRESTLES QUARTERFINAL RESULTS:
QF 1: Mick Fanning (AUS) 12.60 def. Kieren Perrow (AUS) 8.20?
QF 2: Kelly Slater (USA) 17.03 def. Owen Wright (AUS) 15.97
QF 3: Bede Durbidge (AUS) 13.27 def. Jordy Smith (ZAF) 11.87
QF 4: Dane Reynolds (USA) 14.80 def. Taj Burrow (AUS) 12.90
HURLEY PRO TRESTLES SEMIFINAL RESULTS:
SF 1: Kelly Slater (USA) 15.87 def. Mick Fanning (AUS) 10.43
SF 2: Bede Durbidge (AUS) 11.67 def. Dane Reynolds (USA) 9.63
HURLEY PRO TRESTLES FINAL RESULTS:
1 – Kelly Slater (USA) 18.13
2 – Bede Durbidge (AUS) 14.13
ASP WORLD TITLE RACE TOP 5 (After Hurley Pro at Trestles):
1. Kelly Slater (USA) 40,000 pts
2. Jordy Smith (ZAF) 35,500 pts
3. Taj Burrow (AUS) 30,500 pts
4. Dane Reynolds (USA) 30,250 pts
5. Mick Fanning (AUS) 29,500 pts
O RANKING MUNDIAL APÓS O HURLEY PRO TRESTLES
http://www.aspworldtour.com/rankings/asp-world-title-ranking/
25 de agosto de 2010
17 de julho de 2010
BILLABONG PRO J-BAY 2010 - Round 3 e 4
O sábado foi com ondas de 4 a 5 pés com ótima formação, um pouco demoradas em alguns momentos, mas com ótima qualidade em J-Bay. Foi um dia cheio de momentos emocionantes, com 19 baterias dos Rounds 3 e 4.
A competição iniciou cedo, com as 12 baterias do ROUND 4 que estavam em aberto.
Bede Durbidge (AUS)(14.10) venceu fácil o novato Tanner Gudauskas(USA)(8.50), que sai da África do Sul com sua quase certa eliminação do World Tour após a etapa do Tahiti, já que continua sem um bom resultado.
Matt Wilkinson (AUS)(15.80) surfou muito e detonou Fredrick Patacchia (HAW)(3.97).
Andy Irons (HAW)(12.33) venceu Luke Stedman (AUS)(9.43) em uma bateria um tanto sonolenta.
O local hero Sean Holmes (ZAF)(13.40) surpreendeu e derrotou Kelly Slater (USA)(13.06) em uma bateria com poucas ondas boas. Kelly parece ter sentido a mudança em suas pranchas e estava pouco a vontade nas ondas de J-Bay. Sem repetir a atuação do primeiro round, Stlater deu adeus a competição e perdeu a liderança do circuito.
Taj Burrow (AUS)(13.93) venceu o francês Joan Duru (FRA)(10.64)
Tiago Pires (PRT)(14.60) eliminou Kekoa Bacalso (HAW)(13.80)
Dane Reynolds (USA)(13.23) não apresentou a sua melhor performance, mas ainda assim venceu relativamente fácil o brasileiro Neco Padaratz (BRA)(12.50). Neco vinha surfando bem, mandou manobras fortes e poderia ter vencido a bateria. Mas a sorte estava do lado de Dane. Até no tubão do Neco, que aconteceu em um momento de prioridade do americano, e Neco teve que se jogar dentro do tubo para deixar Dane ir na onda que lhe era de direito. Neco acabou eliminado no Round 3 fazendo uma boa campanha em J-Bay, mas já está com a cabeça na guilhotina, que eliminará quem tiver menos pontos, após a etapa de Teahupoo.
Brett Simpson (USA)(14.63) enfim mostrou alguma coisa no World Tour e venceu Michel Bourez (PYF)(14.06) em uma bateria bastante disputada.
Mick Fanning (AUS)(18.23) surfou muito e patrolou o americano Tim Reyes (USA)(13.10) que entrou na vaga de Joel Parkinson e faturou U$ 6.500 no evento de J-Bay. Fanning fez duas notas acima de 9 em menos de 10 minutos de bateria.
Damien Hobgood (USA)(13.63) venceu Dean Morrison (AUS)(11.40), que também deverá ser cortado do World Tour, depois de 9 anos correndo o circuito.
Adam Melling (AUS)(16.06) detonou Bobby Martinez (USA)(8.00) e segue forte na competição. Local de Lenox Head, excelente pico de direita na Austrália, Adam Melling se sentiu a vontade nas direitas de J-Bay.
E, por fim, o novato Dusty Payne (HAW)(15.33) venceu Chris Davidson (AUS)(10.20)
ROUND 4
Heat 1: O brasileiro Adriano de Souza (BRA), 14.63 pegou duas ondas boas (7.40 e 7.23), não mostrou o seu melhor surf, mas foi eficiente ao eliminar Adrian Buchan (AUS) 11.44. Adriano mais uma vez está nas quartas-de-final de J-Bay e, desta vez, promete quebrar o tabu das quartas.
Heat 2: Jordy Smith (ZAF) 17.87 surfou muito, fez curvas precisas e manobras com bastante power, o que somado ao profundo conhecimento do pico, foi a receita de Jordy para vencer o novato-sensação Owen Wright (AUS) 15.83. Com a derrota de Kelly Slater, e com essa vitória sobre Owen Wright, Jordy assume a liderança do tour, surfando em casa. Se não me engano, desde Shaun Thomson, em 1977, um sul-africano não ocupava o primeiro lugar no ranking mundial. Jordy agora enfrenta o brasileiro Adriano de Souza na primeira bateria das quartas-de-final.
Heat 3: Bede Durbidge (AUS) 14.53 venceu o compatriota Matt Wilkinson (AUS) 8.90 fazendo uma bateria sem momentos de brilhantismo.
Heat 4: Sean Holmes (ZAF) 15.60, que já havia vencido Jadson André e Kelly Slater, confirmou a grande fase na competição e venceu Andy Irons (HAW) 15.17, que continua sem encontrar o seu melhor surf. Andy, que já foi três vezes campeão do mundo andou numa fase complicada e o seu retorno ao World Tour ainda está um tanto embaçado. Acostumado a disputa direta pelo título, Andy ainda não passou para o pelotão “de cima”do tour. E Holmes? Holmes eliminou em um dia, 12 títulos mundias (9 de Kelly e 3 de Andy). É mole?
Heat 5: Taj Burrow (AUS) 18.87 fez uma bateria perfeita. Surfou muito, surfou forte e acabou com o sonho de Tiago Pires (PRT) 12.00. Taj fez notas 9.77 e 9.10 e fez a mala do português, que foi embora precisando de uma combinação de ondas.
Heat 6: Dane Reynolds (USA) 16.93 foi outro que confirmou o favoritismo ao vencer o compatriota Brett Simpson (USA) 13.20. Dane entrou na disputa um tanto tímido, mas na metade da bateria entrou em sintonia com as ondas e eliminou o seu compatriota com certa facilidade.
Heat 7: Damien Hobgood (USA) 13.77 surpreendeu ao vencer o aussie Mick Fanning (AUS) 13.00, atual campeão do mundo, que vinha em uma trajetória meteórica na etapa sul-africana. Damien achou as melhores ondas e segue firme nas quartas.
Restou a última bateria do ROUND 4 para o próximo dia de evento, o Final Day, que poderá ser amanhã (18/07. A primeira chamada acontece as 7 horas, horário local de J-Bay (2 da manhã horário de Brasília).
Vídeo do LineUpSurfTV
Oitavas-de-final (Bateria restante do Round 4)
8 Adam Melling (Aus) x Dusty Payne (Haw)
Quartas-de-final do Billabong Pro Jeffreys Bay 2010
1 Adriano de Souza (Bra) x Jordy Smith (Afr)
2 Bede Durbidge (Aus) x Sean Holmes (Afr)
3 Taj Burrow (Aus) x Dane Reynolds (EUA)
4 Damien Hobgood (EUA) x _______________________
Para mais informações, acesse www.aspworldtour.com
1 de maio de 2010
Belly's Blog - Brazil
Kelly Slater, Belly, Dane Reynolds e Piu Pereira na Praia do Ouvidor (Garopaba).
Vídeo postado por Quiksilver
30 de abril de 2010
Alguns vídeos (mal feitos) do Billabong Pro
SEMI 1 - JADSON ANDRÉ X DANE REYNOLDS
SEMI 2 - KELLY SLATER X OWEN WRIGHT
FINAL - JADSON ANDRÉ X KELLY SLATER
Billabong Pro - Progressive Surfing
O surf parece que vai dando passos largos rumo a essa modernização do esporte, com a valorização das manobras acrobáticas e do espetáculo dentro d'água.
O problema, é que as melhores ondas do mundo e as próprias ondas do World Tour, são ondas grandes, que quebram em reef ou em point breaks e são ondas de ótima qualidade, que pedem um surf de curvão/tubão/rasgadão e muita leitura de ondas.E isso tão cedo não muda. De qualquer maneira, foi uma grande vitória dessa nova escola que vem com tudo pra cima dos tiozinhos do tour.
Que venha J-Bay!!!
Jadson André e seus aéreos espetaculares. Vitória em cima de Slater e U$ 50.000 no bolso.
Dane Reynolds fez a mala de Taylor Knox com um aéreo monstro de backside que deixou muita gente de queixo caído.Photos - ASP/Kirstin
5 de março de 2010
Taj Burrow vence o Quiksilver Pro 2010
O australiano Taj Burrow é o grande campeão do Quiksilver Pro, primeira etapa do ASP World Tour encerrada nesta sexta-feira (5/3) em Snapper Rocks, Gold Coast, Austrália.
O último dia de evento aconteceu com ondas de 1 metro, um pouco maior em algumas séries, mas com a formação um pouco prejudicada por causa do vento.
SEMI-FINAL 1 - TAJ BURROW (AUS) x BOBBY MARTINEZ (HAW)
Vitória australiana. O CerveTaj contra o último goofy da etapa. Bobby abre a bateria com uma boa direita que lhe renderam de 6 manobras e um 6.33. Taj começa sua bateria rasgando forte e com o surf bem encaixado nas ondas de Snapper. Taj faz 4 boas manobras, cai na finalização mas faz um 8.00. Bobby martinez tenta a reação numa direita menor que não lhe rende muito mais do que um aéreo de backside 6.67. Taj pega uma boa direita da série, faz uma série de fortes rasgadas e batidas e finaliza com uma bela batida desgarrando a rabeta 7.67.
Taj Burrow 15.67 (8.00 + 7.67)
Bobby Martinez 13.00 (6.33 + 6.67)
SEMI-FINAL 2 - DANE REYNOLDS (USA) x JORDY SMITH (ZAF)
Duelo de gigantes. Os dois grandões do tour. Dane começa com uma pequena direita e faz um 3.33. Jordy também pega uma pequena, dá um aereo double grab e mais duas manobras e marca 5.33. Dane tenta a resposta numa onda média da série, rasga com muito estilo mas sem pressão e cai de um aéreo na finalização e marca 5.03. Jordy vem em seguida numa direita pequena mas que ele detona e marca 7.50. Dane tenta uma onda de dois aéreos, acerta o primeiro mas erra o segundo, 3.93. Em sua última onda, Jordy deu duas manobras, uma rasgada monstro e um aéreo rodando na junção, faz um 8.80 e liquida com o americano Dane Reynolds.
Jordy Smith 16.36 (8.80 + 7.50)
Dane Reynolds 8.96 (5.03 + 3.93)
FINAL - TAJ BURROW (AUS) x JORDY SMITH (ZAF)
Australia x Africa do Sul. A bateria da experiência contra a juventude.
Jordy abriu a bateria com uma onda pequena mas que lhe rendeu manobras fortes e bem definidas e marca um 6.83. Taj dropa uma maior, joga água na cara de Jordy e vai até a areia manobrando forte e marca 7.40. Jordy rasga muito forte, faz quase um lay back e manda mais umas manobras menores e faz 5.17. Taj pega mais uma boa onda da série, realiza manobras meio esquisitas e faz um 6.17. Jordy tenta uma reação em uma onda pequena e marca 5.73. Estava bem competitivo até que Taj Burrow, então apagado na bateria, achou uma boa onda e executou batidas e snaps muito fortes, sempre no crítico da onda e desenhou belos arcos com suas manobras dando um show de surf, 8.17.
Taj Burrow 15.57 (7.40 + 8.17)
Jordy Smith 12.56 (6.83 + 5.73)
PALAVRAS DO SITE WAVES SOBRE A DUPLA
Jordy Smith, que veio de excelentes apresentações nas outras fases quebrou sua prancha na metade da bateria, mas isto não o intimidou, logo ele fez a troca e voltou para a batalha.
Taj Burrow atravessa uma excelente fase. Venceu o cobiçado Pipeline Masters, última etapa do World Tour em 2009 e já começou o ano com o pé direito em Burleigh Heads, onde venceu uma etapa do WQS no último dia. Agora ele largar na frente na corrida pelo título mundial de 2010.
Resultado do Quiksilver Pro 2010
1 Taj Burrow (Aus)
2 Jordy Smith (Afr)
3 Bobby Martinez (EUA)
3 Dane Reynolds (EUA)
5 Adriano de Souza (Bra)
5 Kai Otton (Aus)
5 Joel Parkinson (Aus)
5 Bede Durbidge (Aus)
9 Adrian Buchan (Aus)
9 Chris Davidson (Aus)
9 Damien Hobgood (EUA)
9 Mick Fanning (Aus)
9 Fred Patacchia (Haw)
9 Daniel Ross (Aus)
9 Kieren Perrow (Afr)
9 Kelly Slater (EUA)
17 Jadson André (Bra)
33 Neco Padaratz (Bra)
33 Marco Polo (Bra)
Ranking depois de uma etapa
1 Taj Burrow (Aus) 10.000 pontos
2 Jordy Smith (Afr) 8.000
3 Bobby Martinez (EUA) 6.500
3 Dane Reynolds (EUA) 6.500
5 Joel Parkinson (Aus) 5.250
5 Bede Durbidge (Aus) 5.250
5 Adriano de Souza (Bra) 5.250
5 Kai Otton (Aus) 5.250
9 Adrian Buchan (Aus) 3.750
9 Chris Davidson (Aus) 3.750
9 Damien Hobgood (EUA) 3.750
9 Mick Fanning (Aus) 3.750
9 Fred Patacchia (Haw) 3.750
9 Daniel Ross (Aus) 3.750
9 Kieren Perrow (Afr) 3.750
9 Kelly Slater (EUA) 3.750
17 Jadson André (Bra) 1.750
33 Neco Padaratz (Bra) 500
33 Marco Polo (Bra) 500
17 de fevereiro de 2010
The Dane & Kelly Show - Pipe Masters 2009
The Dane & Kelly Show - Pipe Masters 2009 from greg weatherall on Vimeo.
Vídeo visto no DOWN the SURF












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