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8 de outubro de 2013

Rip Curl Pro Portugal



Vai começar a penúltima etapa do circuito mundial de surf 2013 em Peniche, Portugal. Mick Fanning e Kelly Slater são os principais candidatos ao título de 2013, que pode ser o 3º título do australiano ou o 12º do norte-americano. 

Mick Fanning é o líder e o único surfista com chances de ser campeão mundial ainda em Portugal.

Infelizmente o português Tiago Pires, que está se recuperando de uma lesão, está fora do Rip Curl Pro. Mas o brasileiro Raoni Monteiro está de volta após o nascimento de sua mais nova herdeira.


A MATEMÁTICA DO TÍTULO


 Se Mick Fanning vencer em Portugal:

- Slater precisa chegar pelo menos na 3ª colocação para levar a disputa para o Hawaii

- Jordy Smith, Taj Burrow e Joel Parkinson estarão fora da disputa pelo título.

Se Mick Fanning for vice-campeão em Portugal

- Slater precisa ficar em 9º ou mehor para  levar a decisão para o Hawaii

- Smith precisa vencer o evento

- Burrow e  Parkinson estarão fora da disputa

Se Fanning finalizar em 3º em Portugal:

- Slater precisa ficar em 9º ou mehor para  levar a decisão para o Hawaii

- Smith, Burrow e Parkinson precisarão vencer em Portugal

Se Fanning finalizar em 5º ou pior em Portugal:

- A decisão do título mundial vai para o Hawaii.  

O campeonato vai de 9 a 20 de outubro, em Supertubos e você pode acompanhar o evento ao vivo aqui:  www.live.ripcurl.com

26 de setembro de 2013

Quiksilver Pro France


Já começou na França o quiksilver Pro France, a 8ª etapa do circuito mundial de surf da ASP. A oitava de dez etapas. O circuito vai chegando em sua reta final e qualquer resbalada aqui pode ter sérias consequências. O título está mesmo entre Mick Fanning (41.900 pontos), Kelly Slater (40.700), Jordy Smith (35.700) e Taj Burrow (34.400 pontos). E todos estão surfando muito!

Já no primeiro dia do evento, com ondas de até 1 metro nas ondas de Le Penon, pico que fica há poucos quilômetros de Hossegor. A impressão que deu é que só nesses primeiros dias de evento na França, já foram surfadas muito mais ondas do que o evento inteiro de Trestles. As séries não pararam de bombar. Tá certo que não estava o clássico que todo mundo gostaria de ver na França, mas as ondas estavam lá.




No 2º dia as ondas estavam um pouco menores, mas o Round 2 foi finalizado com belas baterias. Na última bateria do dia Gabriel Medina fez a primeira nota 10 da competição com um aéreo rodando de backside muito alto e avançou na competição. Todos os brasileiros já estão classificados para o Round 3 da competição. Os líderes Fanning, Kelly e Jordy também.

A próxima chamada acontece na madrugada desse domingo, a partir das 3 horas, horário de Brasília.


2013 QUIKSILVER PRO FRANCE 





BATERIAS DO ROUND 3

Heat 1: Taj Burrow (AUS) vs Alejo Muniz (BRA) 
Heat 2: Kai Otton (AUS) vs Fredrick Patacchia (HAW) 
Heat 3: Joel Parkinson (AUS) vs Patrick Gudauskas (USA) 
Heat 4: Michel Bourez (PYF) vs Kolohe Andino (USA) 
Heat 5: John John Florence (HAW) vs Sebastien Zietz (HAW) 
Heat 6: Mick Fanning (AUS) vs Ramzi Boukhiam (MAR) 
Heat 7: Kelly Slater (USA) vs Aritz Aranburu (EUK) 
Heat 8: Jeremy Flores (FRA) vs Filipe Toledo (BRA) 
Heat 9: Adriano De Souza (BRA) vs Brett Simpson (USA) 
Heat 10: Julian Wilson (AUS) vs Miguel Pupo (BRA)  
Heat 11: Adrian Buchan (AUS) vs Gabriel Medina (BRA) 
Heat 12: Jordy Smith (ZAF) vs Kieren Perrow (AUS) 

18 de setembro de 2013

Baterias polêmicas



Por: Dadá Souza

Antes de falar sobre um evento de ondas minúsculas, ruins e com um julgamento que ninguém consegue entender, pois os critérios e as escalas mudam demais (principalmente dependendo de quem está na água), quero falar que mesmo acompanhando o surf profissional e os campeonatos há mais de uma década, eu não sou juiz e (pelo jeito) não entendo muito de julgamento. Acabei de rever muitas baterias pelo ON DEMAND e gostaria de perguntar aos juízes da ASP algumas coisas: Se é que existem critérios sérios no julgamento da ASP.

Foram muitas as baterias que chamaram a atenção por seus julgamentos imprecisos ou esquisitos. Vou publicar aqui para ver se alguém consegue explicar.

ROUND 2
FREDRERICK PATACCHIA (17.43) x  MIGUEL PUPO (13.74)
Freddy P abriu a bateria com uma boa direita, executou uma excelente primeira manobra, uma chinelada com força no lip, seguida de duas manobras fracas e finalizou com uma batida na junção. Patacchia marcou 8.50.
Miguel Pupo fez sua 1ª nota em uma esquerda bem pequena, deu um floater funcional, embalou e mandou um aéreo rodando muito alto, que por sinal é uma manobra que o Patacchia talvez nem saiba executar em tais condições, e ganhou 6.87.
A segunda onda do Freddy P, o havaiano executou quatro rasgadas de backside em uma direita da série, todas mais burocráticas do que talentosas e finalizou com uma batida na junção e ganhou 8.93.
Na última onda do Miguel Pupo, a brasileiro desferiu 7 manobras. Começou com um floater e sem perder velocidade, uma rasgada invertendo toda a prancha,  na sequencia um tail slide 360, 3 manobras insignificantes e finalizou com um segundo tailside 360 na areia, uma onda que deveria valer pelo menos 2 pontos a mais do que a segunda onda de Patacchia. Mas ganhou 6.87.
O que foi valorizado nessa bateria? O tamanho das ondas? Voltamos aos anos 80 onde rasgadas de backside ganham de manobras progressivas? Que critério os juízes usaram para julgar essa bateria? Acho que não entendi o  julgamento. Miguel Pupo foi mais criativo, mais ousado, mais progressivo e usou um repertório de manobras maior, mas perdeu a bateria e a vaga para o Round 3.

ROUND 3
CJ HOBGOOD (15.30) x GABRIEL MEDINA (14.87)
Medina abriu a bateria com uma direita bem pequena, mas que rendeu 7 batidas de backside e uma rasgada. Medina foi até a areia, finalizando a onda com uma batida na junção e ganhou uma nota 8.
CJ deu sua resposta na onda de trás, surfou mais lento, com um approach menos radical e mais burocrático e ganhou uma nota 7.50. Muita gente achou que essa onda deveria valer pelo menos um ponto e meio a menos, mas os juízes valorizaram.
Medina em sua segunda onda escolheu outra direita bem pequena, mandou 4 batidas de backside, a segunda delas não muito limpa e finalizou a onda com um tailslide de backside. Ganhou 6.87.
Nessa hora CJ Hobgood deu o seu tradicional showzinho (sempre contra o Medina). Reclamou, xingou, deu soquinho na água e pediu nota. 
Em sua última onda deu dois floaters de backside, 3 batidinhas, uma rasgada e uma batida na junção. Outra onda muito mais burocrática do que talentosa, e ganhou 7.80.
Ficou a impressão que o surf ultrapassado de CJ (nas merrecas, claro) foi mais valorizado, e que o Medina foi julgado não pelo que ele fez, mas pelo que ele poderia ter feito.  CJ escolheu ondas maiores e melhores, enquanto Medina fez uma escolha de ondas muito ruim. Mas analisando as manobras, fica difícil de dar a vitória ao CJ. O que foi valorizado nessa bateria? Floaters em trestles? A escolha de ondas? Ou talvez o Medina esteja sendo punido por causa de tanto choro e de tantas reclamações dele e de sua família?

ROUND 3
KELLY SLATER (14.80) X PATRICK GUDAUSKAS (14.80)
Patrick Gudauskas abriu a bateria com duas batidas de backside deslizando um pouco a rabeta, onde ficou até um pouco preso no lip, uma rasgada fraca e uma finalização também fraca (e não completa) e ganhou 8.50. Uma nota que a meu ver, parece ter saído mais pelos gritos da torcida do que pelas manobras.
Slater em sua primeira onda deu uma forte rasgada tailslide, um forte cutback e um air reverse na finalização, uma onda bem mais forte, mais radical e mais criativa que a onda de Pat Gudauskas, mas ganhou 7.70.
Slater em sua segunda onda pegou uma direita menor, mandou duas manobras fracas e finalizou com um pequeno aéreo na junção e marcou 7.10.
Gudauskas ainda pegou uma boa direita que começou com uma ótima primeira manobra, duas manobras funcionais e uma forte rasgada e marcou 7.07. Essa onda me pareceu melhor que a sua primeira onda, mas os juízes acharam que não.
O que foi valorizado nessa bateria? Os gritos da torcida local, que estava com Pat Gudauskas? Bem, talvez ter tirado Slater do evento tão cedo tenha mesmo colocado um pouco mais de tempero na corrida pelo título mundial de 2013. Mas o julgamento, eu não entendi.

ROUND 3
JULIAN WILSON (17.03) x FILIPE TOLEDO (16.07)
Filipe Toledo começou com uma onda pequena, mas de 7 manobras. Começou com um cutback, mandou uma batida, um forte rasgadão, um aéreo rodando, um tail slide, outra forte rasgada e finalizou a onda com um cutback. Marcou 8.17.
Julian em sua primeira nota mandou quatro rasgadas e finalizou com uma batida na junção. Uma onda bem pior que a 1ª onda do Filipinho, mas que valeu 7.93, uma nota muito próxima.
Filipe Toledo em sua 2ª onda pegou uma esquerda, mandou um bom aéreo rodando de backside já na primeira manobra e uma batida de backside e ganhou 7.90. Essa também foi uma onda melhor que a 1ª onda de Julian, mas ganhou somente 7.90.
Em sua última onda, Julian mandou um ótimo aéreo rodando de backside, duas rasgadas e duas batidas e levantou a galera na praia. Ganhou 9.10.
Julian talvez seja o cara que mais baterias ganhou de presente na história do surf moderno e casualmente, quase sempre contra surfistas brasileiros. É um ótimo surfista, um grande talento, mas tem recebido mais notas do que tem merecido. Sua última onda foi excelente, mas sua vitória foi mais um presente dos juízes.

Tiveram outras baterias de julgamento confuso, onde jornalistas e publico ficaram sem entender, mas vou ficar nessas.  

No Round 4 também fiquei na dúvida: Porque uma onda com 5 rasgadas pequenas de backside valem 7.83 (Kai Otton) e uma onda com uma forte batida, uma forte rasgada e um aéreo rodando no final valem só 6.90 (Mineiro)? Não discordo do resultado dessa bateria, mas essas ondas, por exemplo, tiveram um julgamento ridículo.

As vezes parece que nós, público, fãs e jornalistas, fazemos papel de bobo o perdendo tempo e noites inteiras para ver baterias e escrever sobre eventos onde o julgamento não parece ter muito critério nem muito sério. Juiz de surf não deveria ser um Cargo de Confiança, como é hoje. Deveria haver renovação. E o head judge não deveria ter tanto poder. Porque não acontece uma renovação no quadro de juízes da ASP? Porque os melhores juízes do WQS não sobem para op WCT e os piores do WT não caem? Panela é feio em qualquer esporte. 




17 de agosto de 2013

Billabong Pro Tahiti - Dia 2

Mick Fanning é o líder do ranking e ontem fez uma nota 10 perfeita em Teahupoo. Foto ASP/Kirstin

O campeonato pegou fogo no 2º dia do Billabong Pro Tahiti. Nessa sexta-feira rolaram as baterias pendentes do round 2 e as oito primeiras baterias do Round 3. Ao contrário do primeiro dia, nessa sexta as ondas estavam perfeitas e as notas saíram. Só nessa sexta-feira já foram três Notas 10! John John, Mick Fanning e Jeremy Flores fizeram ondas perfeitas e ganharam a nota máxima dos juízes.

Jordy Smith (17.90), Jeremy Flores 17.87), Josh Kerr (18.53), John John Florence (19.10), Adrian Buchan (17.03), Mick Fanning (17.83), Kelly Slater (18.97) e Kai Otton (16.43) venceram e estão classificados para o Round 4. Ainda faltam 4 baterias do Round 3 que ficaram pendentes. O brasileiro Gabriel Medina, último representante do Brasil no evento, enfrentará o havaiano Fredrick Patacchia na penúltima bateria do R3 (a 3ª do dia).

Kai Otton somou 9.33 e 9.73, Josh Kerr somou 9.33 e 9.20, John John somou 9.10 e 10.00, Mick Fanning somou 7.83 e 10.00 e Kelly somou 9.00 e 9.97. Essas médias são a prova de que não faltaram boas ondas nesse 2º dia competição.

Miguel Pupo fez boas apresentações em Teahupoo mas infelizmente acabou eliminado do evento pelo havaiano John John Florence no Round 3, justamente quando John John fez a maior média do evento.

A competição deve recomeçar nesse sábado com condições parecidas de surf. Fiquem ligados! O SurfOnline passa todas as informações via Twitter.


BILLABONG PRO TAHITI ROUND 3 RESULTS:
Heat 1: Jordy Smith (ZAF) 17.90 def. Nathan Hedge (AUS) 17.70
Heat 2: Jeremy Flores (FRA) 17.87 def. Damien Hobgood (USA) 15.60
Heat 3: Josh Kerr (AUS) 18.53 def. Kieren Perrow (AUS) 17.83
Heat 4: John John Florence (HAW) 19.10 def. Miguel Pupo (BRA) 11.13
Heat 5: Adrian Buchan (AUS) 17.03 def. Bede Durbidge (AUS) 16.27
Heat 6: Mick Fanning (AUS) 17.83 def. Ian Walsh (HAW) 17.60
Heat 7: Kelly Slater (USA) 18.97 def. Anthony Walsh (AUS) 16.23
Heat 8: Kai Otton (AUS) 16.43 def. Matt Wilkinson (AUS) 16.27

REMAINING BILLABONG PRO TAHITI REMAINING ROUND 3 MATCH-UPS:
Heat 9: Julian Wilson (AUS) vs. Adam Melling (AUS)
Heat 10: C.J. Hobgood (USA) vs. Yadin Nicol (AUS)
Heat 11: Gabriel Medina (BRA) vs. Fredrick Patacchia (HAW)
Heat 12: Joel Parkinson (AUS) vs. Alain Riou (PYF)

19 de abril de 2013

Macaronis Resort - Abril de 2013

Você quer saber como anda o surf nas paradisíacas Ilhas Mentawai nesse mês de abril? Dá uma olhadinha no video abaixo, gravado por Fionn Rogers, Paulo Barcellos e Michael Macaronis, Greenbush e região. Na água Adriano de Souza, Miguel Pupo, Jean da Silva, Marco Giorgi e mais a galera que estava por lá entre os dias 9 a 16 de abril. Ondas incrivelmente perfeitas e muitos tubos. Gostou? Macaronis Resort

2 de abril de 2013

Adriano de Souza vence em Bells

Por: Dadá Souza



O brasileiro Adriano de Souza foi o grande campeão do Rip Curl Pro Bells Beach 2013. Na bateria final Adriano venceu o novato Nat Young (USA) por 16.26 a 15.83 e badalou o sino do troféu mais antigo do mundo. Essa foi a primeira vez que um surfista brasileiro venceu a etapa de Bells. No surf feminino a brasileira Silvana Lima já havia vencido essa etapa em 2009, mas entre os homens foi um feito inédito e histórico do nosso pequeno gigante chamado Adriano de Souza.




O CAMINHO DO TÍTULO

Adriano começou sua jornada no Rip Curl Pro perdendo para o inspirado Alejo Muniz já na primeira bateria do evento. Na repescagem do Round 2 Mineiro começou a embalar e venceu fácil e o wildcard indonésio Oney Anwar por 15.73 a 7.43. No Round 3 o brasileiro esteve inspirado e derrotou o norte-americano Kolohe Andino por 18.67 a 16.00. No Round 4 Adriano venceu Raoni Monteiro e CJ Hobgood e se classificou direto para as quartas-de-final. Nas Quartas, Mineiro derrotou o bi-campeão mundial Mick Fanning por 14.33 a 13.76 com uma virada sensacional nos instantes finais da bateria. Na Semi Adriano venceu o sul-africano Jordy Smith por 18.44 a 18.40. Na final Adriano de Souza venceu o jovem norte-americano Nat Young por 16.26 a 15.83. Mineiro mostrou experiência, qualidade e um grande preparo físico e levou a etapa mostrando que seu surf está mais afiado e consistente do que nunca.

Houve muita repercussão sobre a vitória de Adriano, com estrangeiros torcendo contra e até mesmo xingando o Adriano. Sabe aquele caso clássico do cara do terceiro mundo que chega tomando o dinheiro e a atenção das grandes e ricas potências? Acho que se aplica aqui, mas com uma diferença, estamos fazendo isso no talento, na raça e nas regras. Nosso surf amadureceu, aprendeu a competir em qualquer condição de ondas e parece que isso incomoda muita gente. Nossa resposta? Bem deixo para os nosso surfistas responderam na forma de tubos, aéreos, rasgadas e de vitórias. quem tiver surf que se apresente, todo o resto é churumela. Para os que gostam de criticar as vitórias de Adriano, vale lembrar que ele já venceu em J-Bay e em Bells, duas das melhores e mais difíceis ondas do circuito mundial. E isso não é para qualquer um. 

Com o término da etapa de Bells a corrida ao título está aberta. Kelly Slater é o número 1 do ranking, com 11.750 pontos. Empatados em 2º estão Mick Fanning (AUS) e Taj Burrow (AUS), com 11.700 pontos.  Na 4ª colocação está Adriano de Souza com 10.500 pontos e em 5º, também empatados, estão Joel Parkinson (AUS) e Nat Young (USA), com 9.750 pontos.

A próxima etapa acontece de 8 a 19 de maio nas praias do Rio de Janeiro. 






OS BRASILEIROS NA ETAPA

Willian Cardoso acabou na 5ª colocação. Venceu Taj Burrow e Kieren Perrow no Round 1; venceu e eliminou Kelly Slater no Round 3; Venceu Josh Kerr e Adrian Buchan no Round 4 e só foi perder nas quartas para o norte-americano Nat Young. O Power Panda foi genial nesse evento e mostrou um surf de muita força e qualidade. Com duas etapas Willian é o 16º do ranking, com um 25º na Gold Coast e essa 5ª colocação em Bells.

Filipe Toledo acabou o evento na 5ª colocação. Venceu Michel Bourez e Bede Durbidge no Round 1; venceu Gabriel Medina no Round 3; Perdeu para Jordy Smith no Round 4; Venceu CJ Hobgood no Round 5. Filipinho só perdeu nas quartas, onde não conseguiu parar o inspirado sul-africano Jordy Smith. Filipinho foi um dos melhores surfistas desse evento e um dos mais empolgantes desse WCT 2013. Em seu primeiro ano no tour, Filipe Toledo já é o 9º do ranking com um 13º e um 5º. Um belo início de temporada.

Raoni Monteiro acabou na 9ª colocação. Venceu Medina e Matt Wilkinson no Round 1; eliminou Joel Parkinson no Round 3 em uma bateria fantástica; Perdeu para Adriano de Souza no Round 4. Raoni deixou o evento no Round 5, onde perdeu para o australiano Mick Fanning. Mas a verdade é que Raoni deu um show em Bells e fez a melhor bateria de todo o evento. Não entendo como o Raoni Monteiro não tem um patrocínio. Que mercado é esse que não investe em seus atletas? Sem mais. Raoni foi genial em Bells e está na 18ª colocação no ranking da ASP com um 25º e um 9º.

Gabriel Medina acabou na 13ª colocação. Perdeu para Raoni Monteiro no Round 1; venceu Jack Perry no Round 2; e acabou eliminado por Filipe Toledo no Round 3. Gabriel Medina ainda não mostrou o seu melhor surf em 2013 e está na 23ª colocação no ranking, com dois 13º.

Alejo Muniz acabou na 13ª colocação. Venceu Adriano de Souza e Tiago Pires no Round 1; mas acabou eliminado por Jordy Smith no Round 3. As vezes falta um pouco de sorte, mas Alejo é um excelente surfista, mas assim como Medina, Alejo ainda não mostrou o seu melhor surf em 2013 e ocupa a 23ª colocação no ranking, com dois 13º.

E a propósito, podiam caprichar mais nesse sino, não?






Ranking ASP 2013 > Clique aqui

Para rever todas as baterias do evento > Clique aqui


Resultado do Rip Curl Pro Bells Beach  2013

1º Adriano de Souza (Bra)

2º Nat Young (EUA)
3º Jordy Smith (Afr)
3º Taj Burrow (Aus)
5º Filipe Toledo (Bra)
5º Willian Cardoso (Bra)

5º Mick Fanning (Aus)
5º Kai Otton (Aus)
9º Raoni Monteiro (Bra)
13º Gabriel Medina (Bra)
13º Alejo Muniz (Bra)

RANKING ASP WCT TOP 5 
1. Kelly Slater (USA) 11,750 pts
2. Mick Fanning (AUS) 11,700 pts
2. Taj Burrow (AUS) 11,700 pts
4. Adriano de Souza (BRA) 10,500 pts

5. Joel Parkinson (AUS) 9,750 pts
5. Nat Young (USA) 9,750 pts

29 de janeiro de 2013

Garret "XXL" McNamara


O big rider havaiano Garret McNamara mais uma vez deu o tiro certeiro e dropou uma bomba gigantesca novamente na Praia do Norte, Nazaré, Portugal. Alguém duvida que ele é o mais forte candidato ao XXL 2013? Alguém arrisca a dizer o tamanho dessa onda? 

Essas fotos forampublicadas no facebook da Vert Magazine



E na página da UFCBRA está publicado o video abaixo. 
Condições monstruosas em Portugal.