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2 de outubro de 2014
Gabriel Medina e Miguel Pupo estão classificados para as quartas de final do Quiksilver Pro France
Três brasileiros nas Quartas-de-final do QUIKSILVER PRO FRANCE! Gabriel Medina e Miguel Pupo já estão classificados. Jadson André e Flipe Toledo disputam a outra vaga na madrugada desta sexta-feira.
Leia a matéria completa aqui:
http://surfonline.com.br/news/competicoes/2014/10/quiksilver-pro-france/
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28 de setembro de 2014
HERO4 – GoPro lança sua nova geração de cameras
O que antes era apenas boato, agora virou realidade (e um novo sonho de consumo).
Veja a matéria completa aqui
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24 de setembro de 2014
Monster x Red Bull – A briga das cafeínas no WCT
Desde que a ASP foi comprada pela ZoZea e novos contratos de patrocínio foram fechados, nenhum patrocinador gerou tanta polêmica quanto o contrato com os energéticos Monster, que assinou um contrato de 2,5 milhões de dólares com a ASP e que agora pretende "apagar" a Red Bull do circuito mundial. Leia a matéria completa aqui
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10 de julho de 2014
J-BAY OPEN – WCT 2014
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26 de maio de 2014
Wiggolly Dantas vence o Quiksilver Saquarema Prime
O local de Ubatuba Wiggolly Dantas venceu o Quiksilver Saquarema Prime hoje nas ondas de Itaúna, Saquarema, Rio de janeiro. O paulista venceu o havaiano Keanu Asing na final e venceu o primeiro evento prime de 2014.
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4 de maio de 2014
Greg Longe vence o XXL Ride of the Year
Conheça os vencedores do Billabong XXL Big Wave Awards 2014.
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13 de abril de 2014
Michel Bourez vence em Margaret River e medina continua na liderança do ranking
Foi finalizado em Margaret River, West Austrália, o Drug Aware Margaret Pro, a segunda
etapa do circuito mundial da ASP. Com ondas de 4 a 6 pés, o taitiano Michel Bourez
surfou muito forte e venceu sua primeira etapa no tour. Quem também gostou
desse resultado foi o brasileiro Gabriel Medina, que após duas etapas continua
na liderança do ranking mundial.
Muita gente gostaria de ter visto uma final em The Box, mas
a verdade é que Margaret não decepcionou. Não foi o clássico que muita gente
gostaria de ter visto, mas tinha altas ondas.
Michel Bourez mostrou o surf mais agressivo do campeonato. Suas
manobras tinham paixão e raiva. Há tempos seu surfe vem chamando a atenção, mas
em Margaret River o taitiano provou que ele de fato merece estar entre a elite.
Para chegar ao título, Bourez venceu Nat Young nas quartas, Kelly Slater na
semi e Josh Kerr na grande final.
O julgamento continua dando suas resbaladas. Na bateria das quartas entre Bede Durbidge e Josh Kerr, muita gente questionou a escolha dos juízes. Na bateria entre Kelly Slater e Joel Parkinson, ficou óbvia a diferença de performance, mas as notas foram muito próximas.
A próxima etapa do tour acontece agora de 16 e 27 de abril, em Bell’s Beach, Austrália. O brasileiro Adriano de Souza defende o título da competição entre os homens e a havaiana Carissa Moore tenta manter a taça entre as mulheres.
O julgamento continua dando suas resbaladas. Na bateria das quartas entre Bede Durbidge e Josh Kerr, muita gente questionou a escolha dos juízes. Na bateria entre Kelly Slater e Joel Parkinson, ficou óbvia a diferença de performance, mas as notas foram muito próximas.
A próxima etapa do tour acontece agora de 16 e 27 de abril, em Bell’s Beach, Austrália. O brasileiro Adriano de Souza defende o título da competição entre os homens e a havaiana Carissa Moore tenta manter a taça entre as mulheres.
Fotos: ASP
Video: ASP
Medina segue na liderança do ranking - Foto: ASP/Cestari
QUARTAS
Bede Durbidge (AUS) x
Jordy Smith (ZAF) – Tanto Bede quanto Jordy chegaram nessa etapa com a 24ª colocação
no ranking e com muita de vontade de subir algumas posições. A bateria começou lenta e com ondas médias: 3
pontos na primeira do Bede, 6.00 na primeira do Jordy e 5.67 na segunda onda de
BD. Jordy assumiu a liderança em uma
direita de 4 boas manobras, todas no crítico da onda e marcou 8 pontos. Bede tentou uma reação, fez 6 manobras em uma
direita um pouco menor e marcou 7.67. Sem a prioridade, BD ainda pegou uma
direita de 3 manobras, marcou 7,63 e assumiu a liderança da bateria. Jordy Smith, que esperou demais a bateria toda,
ficou sem uma segunda boa nota e acabou perdendo mesmo com a maior nota do
confronto. Bede Durbidge venceu por
15.30 a 14.00, conquistou a primeira vaga da semi e também empatou seus
confrontos com Jordy: agora são 5 vitórias pra cada lado. Jordy Smith sai de Margaret com a 13ª
colocação no ranking WCT.
Bede Durbidge - Foto: ASP/Cestari
Gabriel Medina (BRA)
x Josh Kerr (AUS) – O líder Gabriel Medina contra o australiano número 9 do
ranking. Os dois surfistas chegaram as
quartas fazendo uma boa campanha em Margaret River. A bateria começou com um aéreo
não completado de Josh Kerr, uma nota 5.17 pro Medina e um 6.33 pro Josh Kerr
com um rasgadão. Josh Kerr pegou uma onda regular, marcou 4.50 e assumiu a
liderança da bateria. Medina deu sua resposta em uma direita com 3 manobras
fortes de backside e marcou 5.60. Josh Kerr trocou de prancha, e já na primeira
onda ampliou sua vantagem marcando 7 pontos. Faltando 14 minutos, Medina
precisava de 7.73 para virar. Medina tentava, mas as ondas não encaixavam. Josh
Kerr, experiente e íntimo de Margaret River, liderou até o final da bateria.
Medina não achou uma boa onda e acabou eliminado nas quartas-de-final. Medina e
Josh Kerr já haviam se enfrentaram 7 vezes, com 4 vitórias de Josh Kerr e 3 de
Gabriel Medina. Medina vai para Bells
com um 1º e um 5º, um início nada mal para o brasileiro, que continua liderando
o ranking mundial.
Kelly Slater (USA) x
Joel Parkinson (AUS) – Slater, então número 5 do mundo, contra Joel
Parkinson, o vice-líder do ranking. Essa é uma bateria que sempre sai faísca. A
rivalidade entre os dois é grande e tem um título mundial ainda entalado na
garganta de Slater. Desde o título de
2012, vencido por Parko no ano em que Slater tinha três vitórias e Parko
somente uma (conquistada depois da conquista do título), em cada bateria entre
os dois, Slater fez questão de mostrar quem é o verdadeiro campeão. A bateria
começou com uma boa onda de Slater. O careca mandou a primeira manobra, pegou
um bom tubo, e enquanto toda praia esperava para ver se ele completaria ou não
a onda, Slater saiu de dentro do tubo direto para uma batida: 8.43 e a praia e
os locutores delirando com a habilidade e com a leitura de onda do careca. Parko mandou 3 bonitas rasgadas, não variou
muito as manobras e marcou 6.67. Kelly pegou outra boa onda, deu duas boas
manobras e quase completou uma junção cabulosa: 7.10. Joel pegou uma onda de 3
manobras regulares e mandou seu tradicional claim,
e ganhou 8.77 dos juízes. 15.53 a 15.44. Slater dominou a bateria do início ao
fim. Apesar da pouca diferença de pontos, o surfe de Slater foi muito superior
ao surfe apresentado por Joel Parkinson. Faltando 3 minutos para o fim, Slater
comprou uma onda furada de Joel, não fez uma boa onda e deixou a prioridade nas
mãos do australiano, que precisava de 6.76 para virar o resultado. Para a sorte
de Slater (e de Medina), as ondas pararam. Kelly Slater venceu, conquistou a 3ª
vaga da semi e impediu Parko de assumir a liderança do tour. Kelly e Parko já se enfrentaram 15 vezes, com 10
vitórias de Slater contra 5 de Parko. Com a derrota de Parko, Medina garantiu
sua permanência na liderança do ranking. Se Slater vencesse o evento, poderia empatar
com Medina na liderança do ranking. Joel continua em 2º no ranking.
Nat Young (USA) x
Michel Bourez (PYF) – O americano número 9 do ranking contra o taitiano
número 13 do mundo. Michel Bourez
começou a bateria com ondas bem fortes, manobrando sempre com muito Power, mas suas
notas foram apenas regulares: 6.33, 4.00 e um 6.67. Nat Young não se entendeu
com sua prancha, fez duas ondas baixas e trocou de prancha, demorou demais para
iniciar o confronto e mesmo quando as ondas entraram, ele não conseguiu aproveitar
muito bem. A prancha ainda não estava no pé ele novamente trocou de prancha.
Michel Bourez liderou fácil a bateria do início ao fim. As ondas inconstantes
influenciaram muito nesse confronto. Michel Bourez venceu e levou a última vaga
na semi. Nat Young sai de Margaret com a 7ª colocação no ranking.
SEMI
Bede Durbidge (AUS) x
Josh Kerr (AUS) – Essa bateria foi pra água pela 8ª vez. Josh Kerr havia
vencido por 6 vezes enquanto Bede Durbidge havia vencido apenas uma. A semi
começou com ondas fracas. Josh Kerr começou
a bateria com um 5.50, mas logo em seguida pegou uma ótima onda, detonou e
marcou 8.83. Bede Durbidge tinha um 6.67 e um 7.07, mas ainda precisava de pelo
menos 7.27 pontos para virar a bateria, que ainda estava na metade. Faltando 7
minutos, Kerr tentou um aéreo e não conseguiu. Na onda de trás, Bede Durbidge mandou
um layback, uma rasgada e uma boa batida na finalização: ganhou 7.80 e a
liderança da bateria, mas não por muito tempo. Josh Kerr deu sua resposta numa boa onda de 3
manobras em que ele marcou 6.27 e recuperou a bateria. Sem mais tempo, Bede
Durbidge acabou ficando na semi e fecha o seleto grupo dos TOP 10 do ranking
WCT 2014. Josh Kerr avançou e conquistou a primeira vaga na final do Drug Aware
Margaret River Pro.
Kelly Slater (USA) x
Michel Bourez (PYF) – A segunda semi começou com uma onda regular de
Slater: 6.33. Logo na seqüência Kelly dropou uma boa direita, rasgou forte,
passou uma sessão muito difícil, mandou um manobrão chutando a rabeta e ainda
finalizou com um reentry: 5.67. Michel Bourez não se encontrava na bateria e
tinha um 0.50 e um 0.70. Bourez começou sua reação com uma nota 6.67. Slater
ainda pegou uma ótima onda, manobrou muito forte e marcou 8.83. Na metade da
bateria, Bourez ainda precisava de 8.40 para virar. Kelly ainda fez um 7.07 e
aumentou a diferença. Faltando 6 minutos para o término, Bourez pegou uma onda
grande, rasgou muito forte, mandou um snap bem forte, um floater em um momento
difícil da onda e uma rasgada não completada: 9.37. Michel Bourez acabou virando
o jogo e literalmente tirou a vitória das mãos de Slater e a chance do careca
empatar com Medina na liderança do ranking. Agora são 7 vitórias para Slater e 4 para
Bourez. Com dois quintos em duas etapas,
Slater é o número 5 do ranking.
Michel Bourez e Josh Kerr, finalistas do margaret River Pro - Foto: ASP/Cestari
FINAL
Josh Kerr (AUS) x Michel Bourez (PYF)
Josh Kerr e Michel Bourez só haviam se enfrentado 3 vezes,
com duas vitórias de Bourez contra uma de Josh Kerr. Em Margaret River os dois
se enfrentaram mesmo para ver quem seria o mais novo campeão de uma etapa do
World Tour. Ambos já haviam chegado a duas finais e desta vez um deles sairia
como campeão. E o nervosismo foi explícito. Josh Kerr começou nervoso, pegou várias
ondas com notas que iam do fraco ao regular: 3.33, 3.17, 0.93, 0.63, 4.13, 0.50
e 5.07. Michel Bourez começou com uma
nota 4.00 e esperava por uma onda boa. E esperou bastante, até que dropou uma
boa direita, mandou uma rasgada forte, outra rasgada, um cutback pequeno e uma
batida incompleta: ganhou 6.33 e a liderança da bateria. Faltando pouco mais de
10 minutos, Michel Bourez pegou mais uma onda boa, mandou duas manobras, mas
caiu na terceira: 7.57. Faltando 7 minutos para o término, Josh Kerr pegou uma
onda boa, rasgou forte na primeira manobra e bateu meio estranho na segunda
manobra: 7.37. Michel Bourez estava iluminado, marcou um 8.33 e venceu seu
primeiro evento no tour da ASP e fez a festa em Margaret River. Com a vitória, Michel
Bourez é o Top 4 do ranking WCT 2014.
Michel Bourez, campeão do Margaret River Pro 2014 - Foto: ASP/Cestari
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10 de abril de 2014
The Box no WCT
Gabriel Medina - Foto: ASP/Kirstin
O DRUG AWARE MARGARET RIVER PRO, 2ª etapa do WCT 2014, chega a sua reta final em Margaret River, Austrália. O líder do ranking, Gabriel medina, é o único brasileiro nas quartas-de-final do evento.
Medina conquistou sua vaga nas quartas ao vencer no Round 4 o local Yadin Nicol e o brasileiro Miguel Pupo, em Margaret River.
Gabriel Medina é o único brasileiro nas quartas-de-final
do DRUG AWARE MARGARET RIVER PRO. Foto: Kirstin/ASP
THE BOX
O Round 5 do DRUG AWARE MARGARET RIVER PRO trouxe uma novidade para o tour: pela primeira vez na história, a perigosa e desafiadora onda de The Box entrou em um evento WCT.
Mudar o evento para The Box foi bom para o público, que ganhou em espetáculo vendo os atletas da elite enfrentar tubos realmente desafiadores, e bom para os atletas que já estavam acostumados a enfrentar essas ondas. Mas essa decisão tornou as coisas mais difíceis para alguns dos surfistas, que não tinham muita (ou nenhuma) experiência no pico. Quem não treinou, se deu mal.
Na primeira bateria
do R5, Jordy Smith e Miguel Pupo se encontraram em uma bateria bastante favorável ao
sul-africano, mais experiente nessas ondas. Miguel Pupo nunca havia surfado ali antes e isso ficou nítido na
bateria. Jordy Smith saiu pegando tubos
enquanto Miguel Pupo começou a bateria com algumas vacas, uma delas impressionante.
Faltando 5 minutos Pupo pegou dois tubos curtos e marcou suas primeiras notas,
mas não foi suficiente. Jordy avançou e Miguel deixou o evento na 9ª colocação,
outro bom resultado para o brasileiro, que começou o ano com um 5º na Gold
Coast.
Miguel Pupo teve que aprender a surfar The Box em plena bateria.
Uma onda nada fácil para um goofy. Foto: ASP/Cestari
Na 2ª bateria, dois surfistas experientes em The Box: o local Yadin
Nicol contra o também australiano Josh Kerr. E foi Kerr que saiu na frente alguns
tubos: 6.17, 4.50 e um incrível 8.17. como o local Yadin Nicol só
tinha um 4.50 e um 4.97, teve que assistir a vitória de Josh Kerr, que surfou
muito a vontade durante todo o confronto. Ele adora esse pico!
Na 3ª
bateria, o experiente Joel Parkinson contra o estreante em The Box Filipe Toledo. A disputa começou bonita. Parko abriu com um
tubão e marcou um 8.17. Filipinho começou com um dois tubos: 4.17 e 8.23. Ambos
estavam bem a vontade dentro d ´água. Parko fez um 8.43 e voltou para a
liderança. Overscored? Talvez. Mas a segunda onda do Filipe não vinha. Filipe ficou
precisando de um 8.38 e assim finalizou a bateria. Além de mostrar muita atitude, Filipinho acabou o evento na
9ª colocação, seu melhor resultado até agora.
Na última bateria do Round 5, o especialista em ondas cilíndricas
Michel Bourez contra o guerreiro brasileiro Adriano de Souza. O tahitiano escolheu melhor as ondas e saiu na
frente com dois belos tubos, um 6.50 e um 7.83. Adriano escolheu só as pequenas
ondas e as notas não saíram.
Todos os
brasileiros perderam suas baterias em The Box. Será que faltou treino e intimidade com a onda? Parece que sim.
O evento recomeça com a realização das quartas-de-final e para coroar o campeão dessa segunda etapa do WCT 2014. e as baterias das quartas já valem todo e qualquer esforço: Bede Durbidge contra Jordy Smith, o estrategista australiano contra o talentoso sul-africano. Gabriel Medina enfrenta o australiano Josh Kerr. Medina defende a liderança do tour, mas se o evento for em The Box, Medina corre mais riscos. Kelly Slater contra Joel Parkinson, uma bateria que sempre sai fogo antes mesmo de entrar na água. E na última bateria das quartas, Nat Youg x Michel Bourez, o garoto revelação de 2013 contra tahitiano o especialista em ondas cilíndricas. Imperdível.
O evento recomeça com a realização das quartas-de-final e para coroar o campeão dessa segunda etapa do WCT 2014. e as baterias das quartas já valem todo e qualquer esforço: Bede Durbidge contra Jordy Smith, o estrategista australiano contra o talentoso sul-africano. Gabriel Medina enfrenta o australiano Josh Kerr. Medina defende a liderança do tour, mas se o evento for em The Box, Medina corre mais riscos. Kelly Slater contra Joel Parkinson, uma bateria que sempre sai fogo antes mesmo de entrar na água. E na última bateria das quartas, Nat Youg x Michel Bourez, o garoto revelação de 2013 contra tahitiano o especialista em ondas cilíndricas. Imperdível.
Quartas-de-final1.a: Bede Durbidge (AUS) x Jordy Smith (AFR)
2.a: Gabriel Medina (BRA) x Josh Kerr (AUS)
3.a: Kelly Slater (EUA) x Joel Parkinson (AUS)
4.a: Nat Young (EUA) x Michel Bourez (TAH)
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12 de março de 2014
Gabriel Medina sai na frente na briga pelo título mundial de 2014.
Gabriel Medina começa o ano como o numero 1 do mundo. Foto ASP/Sherman
Não teve para ninguém. O brasileiro Gabriel Medina começou o ano com força total e estreou com vitória já na primeira etapa do WCT 2014, evento que rolou na Gold Coast australiana. Com um surfe de manobras fortes, Medina venceu o local hero Joel Parkinson na grande final e começou o ano liderando o ranking mundial. Além de Medina, Adriano de Souza e Miguel Pupo também começam o ano entre os top 5 do ranking mundial da ASP.
Ao vencer o evento Medina fez história na Gold Coast como o primeiro surfista brasileiro a conquistar o título do Quiksilver Pro Gold Coast (Jacqueline Silva, em 2004, foi a primeira brasileira a vencer na Gold Coast), a etapa de abertura do circuito mundial, e o segundo goofy footer a vencer nas direitas da Gold Coast. Isso tudo em seu primeiro campeonato na volta de sua contusão.
Na Austrália Gabriel Medina surfou como um guerreiro e venceu os maiores surfistas australianos em sua própria casa. Nas quartas Medina venceu o local hero e atual campeão mundial Mick Fanning, na semi Gabriel venceu a lenda do surf australiano Taj Burrow e na final venceu o campeão mundial de 2012, Joel Parkinson, também local da Gold Coast. Foi um arrastão brasileiro em praias australianas.
Joel Parkinson mais uma vez termina o evento como 2º colocado, mas surfou com grande maestria e foi um dos melhores surfistas de todo o evento.
Quem também brilhou foi Adriano de Souza, surfista que vem em uma grande fase. Depois de três excelentes atuações nas 3 etapas do circuito WQS, Mineiro acabou o evento na 3ª colocação, venceu Kelly Slater duas vezes seguidas e eliminou o 11 vezes campeão mundial do evento ao vencê-lo nas quartas-de-final. Mineiro só parou na semi, derrotado por um “imparável” Joel Parkinson. Mineiro lidera o ranking unificado e ocupa a 3ª posição no ranking do WCT 2014, empatado com o australiano Taj Burrow. A propósito, faz tempo que Slater não consegue vencer Mineiro.
A pentacampeã mundial Stephanie Gilmore começa o ano na liderança do ranking. Foto ASP/Cestari
ROXY PRO – Entre as meninas, a vencedora foi a pentacampeã mundial, Stephanie Gilmore, que venceu a etapa pela 5ª vez na Gold Coast. A sul-africana Bianca Buitendag fez sua primeira final no WCT e ficou com a segunda colocação. Carissa Moore e Lakey Peterson ficaram com a 3ª colocação.
Resultado do Quiksilver Pro 2014
1 Gabriel Medina (Bra)
2 Joel Parkinson (Aus)
3 Taj Burrow (Aus)
3 Adriano de Souza (Bra)
5 CJ Hobgood (EUA)
5 Mick Fanning (Aus)
5 Kelly Slater (EUA)
5 Miguel Pupo (Bra)
Resultado do Roxy Pro 2014
1 Stephanie Gilmore (Aus)
2 Bianca Buitentag (Afr)
3 Carissa Moore (Haw)
3 Lakey Peterson (EUA)
Ranking do World Tour 2014
1 Gabriel Medina (Bra)
2 Joel Parkinson (Aus)
3 Taj Burrow (Aus)
4 Adriano De Souza (Bra)
5 Mick Fanning (Aus)
6 Kelly Slater (EUA)
7 C.J. Hobgood (EUA)
8 Miguel Pupo (Bra)
9 Nat Young (EUA)
10 Josh Kerr (Aus)
11 Freddy Patacchia (Haw)
12 Mitch Crews (Aus)
13 Julian Wilson (Aus)
14 Michel Bourez (Tah)
15 Owen Wright (Aus)
16 Adrian Buchan (Aus)
17 Jeremy Flores (Fra)
18 Adam Melling (Aus)
19 Kolohe Andino (EUA)
20 Jadson André (Bra)
21 Travis Logie (Afr)
22 Dion Atkinson (Aus)
23 Tiago Pires (Por)
24 Jordy Smith (Afr)
25 Kai Otton (Aus)
26 John John Florence (Haw)
27 Filipe Toledo (Bra)
28 Sebastian Zietz (Haw)
29 Bede Durbidge (Aus)
30 Matt Wilkinson (Aus)
31 Alejo Muniz (Bra)
32 Aritz Aranburu (Esp)
33 Raoni Monteiro (Bra)
34 Brett Simpson (EUA)
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27 de fevereiro de 2014
Para onde caminha o circuito mundial?
Nesse dia 1º de março começa na Austrália o WCT 2014. Depois
de um ano de inércia em 2013, onde nem a antiga gestão saiu da entidade e nem a
nova gestão (ZoSea) assumiu seriamente as rédeas do tour, 2014 começou com
várias mudanças. Nem todas boas.
A primeira mudança significativa foi o anuncio da Samsung
como patrocinadora do circuito mundial, que agora se chama "Samsung Galaxy ASP World Championship Tour".
Depois vieram as notícias de que Jeffrey´s Bay
retorna ao circuito, no lugar da etapa de Bali. E ontem o anuncio de que a
GoPro seria outra nova patrocinadora do WCT. A ZoSea havia prometido mudanças
na captação recursos e novos patrocínios, e essas mudanças vieram. Enfim as grandes marcas começam a
chegar ao circuito, antes bancado (e absolutamente fechado) pelas marcas que todos conhecem (Billa, Quik e
Rip).
Pois bem, mais dinheiro no
tour e novos patrocínios aparentemente são coisas muito boas para o esporte. Mas será que
todas as notícias são boas? Não é o que parece.
O circuito mundial hoje,
para quem não sabe, (e grosseiramente falando) é da Quiksilver e do Kelly
Slater. A tal “Associação” dos surfistas profissionais, que na verdade sempre
foi uma empresa privada, foi comprada e hoje é administrada pela ZoSea, empresa
comandada por ex(?)-membros da Quiksilver.
A primeira notícia que chamou a atenção pela arbitrariedade, foi a escolha de Owen Wright para levar a
vaga de wildcard, que aparentemente seria mais justa para o Glenn Hall, que
surfou mais eventos que Owen em 2013, ficou na sua frente no ranking e que se
machucou durante um evento da ASP, enquanto Owen se machucou em uma sessão de
freesurf e só surfou e eventos em 2013. Kelly Slater foi para a mídia, defendeu que a vaga deveria ser de
Owen, que este já havia disputado o título mundial e que merecia a
vaga. A maioria concordou com o Kelly e o Owen subiu para o tour em 2014.
Só que
sabe-se lá como, o aussie foi colocado como seed#14, enquanto Tiago Pires, o outro wild
card, foi colocado como seed#34. Ou seja, Owen Wright já começa o ano como Seed#13, uma
posição parecida com a sua colocação em 2012. O australiano, que quase não
surfou no circuito em 2013, já começa o
ano sendo privilegiado e melhor colocado do que a grande maioria dos surfistas
que disputaram o circuito o ano inteiro. Não sei como a ASP explica isso, mas decididamente isso não parece justo. O que será
que pensam os outros surfistas a respeito disso? Estão todos participando das
decisões como “sócios” da entidade?
A segunda notícia que causou
inquietação foi que as mudanças mais esperadas pelo público, não vão mesmo rolar. Depois
de um longo período de julgamentos tendenciosos e imprecisos, com claro
favorecimento em diversas baterias, a grande maioria dos fãs do WCT esperavam mudanças nessa área.
E elas não vieram. Aparentemente o Head Judge Richie Porta continua no cargo (mesmo depois de ser o maior responsável por julgamentos pra lá de polêmicos).
Como disse o blog RealSurfing: “Great, great news for guys like Joel Parko and Julian Wilson: improved
scores on the way, boys!!!”
Também pegou mal o caso de
Lewis Samuels. O jornalista, tão respeitado pelo público, mal estreou na ASP e
já puxaram seu tapete. Tanto seu Power Ranking quando sua participação foram
deletadas da entidade. Lewis foi censurado! Falava verdades demais.
Ninguém falou sobre isso,
e essa também vimos pelo Realsurfing. Ao que parece, os atos de violência continuam a ser
de certa forma incentivados pela ASP, que continua passando a mão na cabeça dos
agressores. Em 2014, durante a etapa do WQS da Australia, o australiano Stuart
Kennedy agarrou o pescoço do havaiano Kainoa Igarashi em plena bateria. Os
comentaristas, que são mais cargos de confiança da entidade do que
comentaristas de verdade, nada falaram. Ah, esqueci: eles não podem falar
coisas negativas durante as transmissões. Por outro lado eles podem falar sem parar que os
brasileiros são agressivos e que fazem muitos claims.
A última bomba da ASP veio
hoje, via SwellNet, que divulgou o e-mail que a ASP enviou para a mídia durante o credenciamento para
o Quiksilver Pro, o 1º evento oficialmente executado pela ZoSea. Nas entrelinhas,
quase escondido, o seguinte ponto:
“I hereby assign in full the rights to all audio, visual, still image
or moving content I generate at the Event to ASP.” Ou seja, ao selecionar “eu concordo”, você estará tendo a honra de
atribuir a totalidade dos direitos dos conteúdos de aúdio, vídeo ou foto para a
ASP. Suas fotos, vídeos ou entrevistas não serão mais suas, serão da ASP. E sem
nenhuma compensação monetária.
Ao que parece, a ASP não
vai mais permitir que empresas ou pessoas possam ganhar dinheiro com a marca
ASP. Ou seja, se a Red Bull ou a Ford, ou qualquer outra marca que patrocine os
atletas do tour, quiserem usar as imagens de seus atletas nos eventos do
circuito mundial, não podem mais. E aqui fica uma dúvida intrigante: nesse caso os surfistas agora podem passar a
valer menos para as marcas? Ou não?
Quem estava esperando um
circuito mundial melhor, com ondas novas, com eventos mais dinâmicos ou com formatos diferenciados, e principalmente com julgamentos mais precisos, parece que vai ter de continuar esperando.
E só para acrescentar,
quando o Kelly Slater e Terry Hardy (empresário de Slater e hoje um dos sócios da ZoSea) tentaram
implementar em 2010 o Rebel Tour, o havaiano Andy Irons e o australiano Taj Burrow
encabeçaram uma “rebelião contra o Rebel Tour”. Nem o Andy, nem a maioria dos
outros competidores, queria um circuito comandado (direta ou indiretamente) por Slater. Muito menos
enquanto ele fosse competidor. Mas sem um sujeito com a atitude e o carisma de Andy
Irons, o Rebel Tour finalmente triunfou e os americanos agora estão no comandando do
surf mundial. Se vai ser bom ou não para o esporte, só o futuro dirá. Mas essas primeiras impressões não parecem muito boas.
24 de fevereiro de 2014
Jeffrey-s Bay de volta ao tour!
A Association of Surfing Professionals (ASP) anunciou hoje o retorno da lendária e mítica onda Jeffreys Bay ao WCT 2014. Depois de 3 anos fora do circuito mundial, o J-BAY OPEN, 6ª etapa do Samsung Galaxy World Championship Tour, acontecerá de 10 a 20 de julho e sem o patrocínio da Billabong. A etapa conta com o apoio do JBU Surf Club, da Câmara Municipal da cidade e da Surfing South Africa.
J-Bay é uma das melhores direitas do mundo e sem dúvida alguma merece receber uma etapa do WCT.
Só para registro, essa etapa na África do Sul vai substituir Bali no calendário 2014 da ASP.
Fonte: ASP
Fonte: ASP
Samsung Galaxy 2014 ASP World Championship Tour (WCT)
1ª etapa - Quiksilver Pro Gold Coast: 01-12 março de 2014
2ª etapa - Margaret River Pro: 2-13 abril de 2014
3ª etapa - Rip Curl Pro Bells Beach : 16-27 abril de 2014
4ª etapa - Billabong Rio Pro: 07-18 maio de 2014
5ª etapa - Fiji Pro: 01-13 junho de 2014
6ª etapa - J- Bay Abertura: 10-20 julho de 2014
7ª etapa - Billabong Pro Tahiti : 15-26 agosto de 2014
8ª etapa - Hurley Pro em Trestles : 09-20 setembro de 2014
9ª etapa - Quiksilver Pro France : setembro de 25 - 06 de outubro de 2014
10ª etapa - Rip Curl Pro Portugal : 12-23 outubro de 2014
11ª etapa - Billabong Pipeline Masters : 08-20 dezembro , 2014
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20 de fevereiro de 2014
ASP anuncia novo patrocinador para o WCT: a Samsung
A Association of Surfing Professionals ( ASP ) anunciou em seu site o patrocínio da Samsung Electronics Co., Ltd para o WCT. O tour agora passa a ter um grande parceiro de tecnologia e uma marca de peso e de fora do esporte.
O Samsung Galaxy 2014 ASP World Championship Tour terá início dia 1º de março com o Quiksilver e Roxy Pro Gold Coast.
Após um ano de transição em 2013, a organização construiu seus departamentos e programas para esta temporada e segundo a entidade, a partir de agora vamos ver o esporte renascer com novas iniciativas do surf profissional na produção ao atleta, na assistência aos meios de comunicação, marketing, patrocínio, transmissão
Samsung Galaxy ASP Men’s World Championship Tour:
- Quiksilver Pro Gold Coast: March 1 – 12, 2014
- Margaret River Pro: April 2 – 13, 2014
- Rip Curl Pro Bells Beach: April 16 – 27, 2014
- Billabong Rio Pro: May 7 – 18, 2014
- Fiji Pro: June 1 – 13, 2014
- Bali Pro: June 17 – 28, 2014
- Billabong Pro Teahupoo: August 15 – 26, 2014
- Hurley Pro at Trestles: September 9 – 20, 2014
- Quiksilver Pro France: September 25 – October 6, 2014
- Moche Rip Curl Pro Portugal: October 12 - 2014
- Billabong Pipeline Masters: December 8 – 20, 2014
- Quiksilver Pro Gold Coast: March 1 – 12, 2014
- Margaret River Pro: April 2 – 13, 2014
- Rip Curl Pro Bells Beach: April 16 – 27, 2014
- Billabong Rio Pro: May 7 – 18, 2014
- Fiji Pro: June 1 – 13, 2014
- Bali Pro: June 17 – 28, 2014
- Billabong Pro Teahupoo: August 15 – 26, 2014
- Hurley Pro at Trestles: September 9 – 20, 2014
- Quiksilver Pro France: September 25 – October 6, 2014
- Moche Rip Curl Pro Portugal: October 12 - 2014
- Billabong Pipeline Masters: December 8 – 20, 2014
Samsung Galaxy ASP Women’s World Championship Tour:
- Roxy Pro Gold Coast: March 1 – 12, 2014
- Margaret River Pro: April 2 – 13, 2014
- Rip Curl Women’s Pro Bells Beach: April 16 – 27, 2014
- Rio Women’s Pro: May 7 – 18, 2014
- Fiji Women’s Pro: May 25 – 30, 2014
- Vans US Open of Surfing: July 27 – August 3, 2014
- Trestles Women’s Pro: September 9 – 20, 2014
- Hossegor Women’s Pro: September 23 – 29, 2014
- Cascais Women’s Pro: October 1 – 7, 2014
- Maui Women's Pro: November 26 - December 6, 2014
- Roxy Pro Gold Coast: March 1 – 12, 2014
- Margaret River Pro: April 2 – 13, 2014
- Rip Curl Women’s Pro Bells Beach: April 16 – 27, 2014
- Rio Women’s Pro: May 7 – 18, 2014
- Fiji Women’s Pro: May 25 – 30, 2014
- Vans US Open of Surfing: July 27 – August 3, 2014
- Trestles Women’s Pro: September 9 – 20, 2014
- Hossegor Women’s Pro: September 23 – 29, 2014
- Cascais Women’s Pro: October 1 – 7, 2014
- Maui Women's Pro: November 26 - December 6, 2014
O Samsung Galaxy 2014 ASP World Championship Tour terá início em 1 de Março de 2014, com o Quiksilver e Roxy Pro Gold Coast.
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16 de fevereiro de 2014
Adriano de Souza vence o Hurley Australian Open of Surfing 2014
Adriano de Souza, campeão do Australian Open of Surfing - Foto: ©surflove.com.au
Julian Wilson surfou bem durante todo o evento, eliminou os brasileiros Peterson Crisanto e Tomas Hermes na reta final do campeonato mas na final foi esmagado pelo homem-de-aço Adriano de Souza. - Foto: ©surflove.com.au
Tomas Hermes começou o ano com um belo resultado: 3º lugar no Australian Open,
3º lugar no ranking WQS e US$ 6,150 no bolso - Foto: ©surflove.com.au
Deu brasil na cabeça! Adriano de Souza
é o campeão do Australian Open of Surfing. O primeiro evento 6
estrelas de 2014 foi finalizado nesse sábado em Manly Beach, Sydney, Austrália.
O nosso Mineirinho, que há poucos dias
atrás já havia feito a final do Volcom Pipe Pro - 5 estrelas surfando as ondas
pesadas e tubulares de Pipeline, ontem fez sua segunda final consecutiva e
venceu o campeonato de Manly surfando merrecas inconstantes. Ao se destacar
tanto nas bancadas de coral do Hawaii quanto nas merrecas dos beach breaks, Mineiro mostrou
que está muito bem preparado. Física e mentalmente. Seu surf está completo, agressivo,
maduro, focado e com uma determinação e uma força de vontade fora do comum.
Na final do Australian Open, evento na
casa do australiano e patrocinado pelo patrocinador de Julian Wilson, Adriano de Souza venceu o australiano de
forma esmagadora: 17.20 a 8.34. Julian Wilson voltou para casa
precisando de 17.21 para virar o resultado. #QueSurra
Entre as meninas quem levou o título
foi Carissa Moore, que foi igualmente arrasadora. Na final Carissa
somou 7.67 e 9.43 e venceu a também havaiana Alessa Quizon por 17.10 a 15.80. Só
para registro: o layback que a Carissa Moore acertou foi realmente
impressionante. E deixou muito atleta profissional com inveja. As brasileiras
não se deram muito bem na etapa,Silvana lima foi a melhor colocada, na 19ª
posição, e Bruna Schmitz e Jacqueline Silva ficaram
na 37º colocação.
Mas foi o “Brazilian Storm” que
trovejou forte nesse Australian Open. O evento entrou em sua fase final
com 3 brasileiros, 2 australianos, 1 francês, 1 havaiano e 1
norte-americano nas quartas-de-final. Adriano de Souza venceu o evento, Tomas
Hermes ficou em 3ª e Peterson Crisanto na 5ª colocação. Os três
detonaram, empolgaram os locutores e a torcida na areia e chegaram as fases
finais do evento mostrando um surf sólido e inteligente, com muita regularidade
e com muita determinação, com uma paixão quase visceral a cada onda surfada.
Heitor Alves, Alex ribeiro e Filipe Toledo surfaram muito bem, fizeram grandes
atuações em Manly e também merecem destaque.
QUARTAS
Na primeira bateria das
quartas, Julian Wilson venceu Peterson Crisanto.
Foi uma bateria bastante disputada, as médias foram bastante apertadas, 13.63
do aussie contra 13.03 do brasileiro, mas Julian Wilson acabou vencendo. Na segunda
bateria do dia, Tomas Hermes mais uma vez foi grande
e travou uma bela disputa contra o francês Jeremy Flores. Com um surfe afiado,
Tomas venceu por Jeremy por 13.33 a 13.17 de Jeremy. Na terceira
bateria, Adriano de Souza venceu o havaiano Fredrick Patacchia
por 15.77 a 14.33. E na última bateria das quartas, Patrick Gudauskas venceu o
aussie Bede Durbidge por 16.53 a 16.16.
SEMI FEMININA
Entre as meninas, 3 havaianas e uma
francesa fizeram as finais do evento. Na primeira semi feminina,
Carissa Moore e Maud Le Car disputaram a vaga na final com muita dedicação. A
francesa liderou a bateria do início ao fim. Nos instantes finais, Carissa tentou
tirou uma onda salvadora da cartola e venceu a francesa por 9.34 a 9.26.
Na segunda semi, 100%
havaiana, Alessa Quizon mostrou dominância e venceu Malia Manuel por 14.90 a
12.60.
SEMI
MASCULINA
JULIAN WILSON (AUS) x TOMAS HERMES (BRA) Julian começou
liderando a bateria ao marcar 5.33 e 6.50 e essa foi uma bateria que começou
com poucas ondas. Tomas Hermes pegou uma boa direita, manobrou com pressão e
marcou 7.33. No finalzinho da bateria Tomas pegou mais uma boa direita e marcou
6.60. Julian Wilson logo atrás pegou uma boa onda e marcou 8.50, deixando o
brasileiro precisando de 7.68. Tomas teve sua chance, pegou uma boa onda e
executou várias manobras, mas os juízes deram nota 7.00. Julian Wilson
foi para a final do Australian Open of Surfing
ADRIANO DE SOUZA (BRA) x PATRICK GUDAUSKAS (USA) é com uma
determinação impressionante, Adriano lembrou o pugilista Mike Tyson. Mal tocou
a sirene e Adriano partiu como um furacão para cima do norte-americano: marcou
9.07, um 7.17, um 8.33 e ainda descartou um 7.87. Patrick Gudauskas ficou só assistindo
e nada pôde fazer. #KnockOut! Mineiro 17.40, Patrick G. 10.53.
FINAL FEMININA
CARISSA MOORE (HAW) x ALESSA QUIZON
(HAW) Na final havaiana quem se deu melhor foi Carissa Moore, que saiu na
frente com um 4.17 e um 7.67. Competidora ágil e agressiva, Carissa pegou uma
direita pequena, mandou um layback muito forte e radical: 9.43. Alessa Quizon
tinha um 7.93 e um 7.87, mas Carissa Moore surfou como uma verdadeira campeã
mundial e levou o título da etapa.
FINAL MASCULINA
ADRIANO
DE SOUZA (BRA) x JULIAN WILSON (AUS)
Mineiro foi quem abriu a bateria. Uma
onda de três manobras, uma delas bem forte, que lhe rendeu 8.33. Julian Wilson
começou errando suas manobras e marcou 3.67 e 1.33. E daí até o fim da bateria,
Julian Wilson não acertou mais nada. Julian, que tinha eliminado da disputa os
brasileiros Peterson Crisanto e Tomas Hermes, nas quartas e na semi, foi
esmagado por um gigante Adriano de Souza na final: 17.20 a 8.34.
Essa foi a primeira vez que um
brasileiro venceu o Australian Open of Surfing.
No
skate, os brasileiros também detonaram1. Bob Burnquist e Pedro Barros dois dos
maiores nomes do esporte, conquistaram prêmios no sábado e Pedro Barros venceu
a categoria Pro na piscina.
Negunda-feira começa a próxima etapa do ASP 6-Star em Newcastle, Austrália
e de 1º a 12 de março começa o WCT 2014 nas praias da Gold Coast. Essa perna
australiana promete!
Julian Wilson surfou bem durante todo o evento, eliminou os brasileiros Peterson Crisanto e Tomas Hermes na reta final do campeonato mas na final foi esmagado pelo homem-de-aço Adriano de Souza. - Foto: ©surflove.com.au
Tomas Hermes começou o ano com um belo resultado: 3º lugar no Australian Open,
3º lugar no ranking WQS e US$ 6,150 no bolso - Foto: ©surflove.com.au
VÍDEOS OFICIAIS:
RESULTADOS
Masculino
1 Adriano de Souza (Bra)
2 Julian Wilson (Aus)
3 Tomas Hermes (Bra)
3 Patrick Gudauskas (EUA)
5 Peterson Crisanto (Bra)
5 Jeremy Flores (Fra)
5 Fred Patacchia (Haw)
5 Bede Durbidge (Aus)
Feminino
1 Carissa Moore (Haw)
2 Alessa Quizon (Haw)
3 Maud Le Car (Fra)
3 Malia Manuel (Haw)
5 Leila Hurst (Haw)
5 Georgia Fish (Aus)
5 Nage Melamed (Haw)
5 Nikki Van Dijk (Aus)
Ranking do WQS (depois de 4 etapas)
1 Adriano de Souza (Bra) - 4.484 pontos
2 Julian Wilson (Aus) - 2.640
3 Patrick Gudauskas (EUA) - 2.080
3 Tomas Hermes (Bra) - 2.080
5 Kelly Slater (EUA) - 2.000
6 Fredrick Patacchia (Haw) - 1.946
7 Wiggolly Dantas (Bra) - 1.880
8 Bede Durbidge (Aus) - 1.748
9 Mitchel Coleborn (Aus) - 1.658
10 Jeremy Flores (Fra) - 1.560
10 Peterson Crisanto (Bra) - 1.560
14 Heitor Alves (Bra) - 1.070 pontos
22 Alex Ribeiro (Bra) - 920
24 David do Carmo (Bra) - 885
37 Krystian Kymerson (Bra) - 635
37 Ian Gouveia (Bra) - 635
41 Santiago Muniz (Arg) - 625
41 Michael Rodrigues (Bra) - 625
45 Jessé Mendes (Bra) - 606
45 Jean da Silva (Bra) - 606
49 Leandro Usuña (Arg) - 565
Adriano de Souza - Campeão do Hurley Australian Open of Surfing 2014
e líder do WQS (após 4 etapas realizadas).
15 de fevereiro de 2014
Costão do Santinho, Verão 2014
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Brazil,
costão do santinho,
Florianópolis,
floripa,
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11 de fevereiro de 2014
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