Mostrando postagens com marcador rio grande do sul. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rio grande do sul. Mostrar todas as postagens

20 de janeiro de 2014

A nova geração do surf brasileiro deu show noas finais do Rip Curl Grom Search, em Tramandaí (RS)

Aconteceu no pier de Tramandaí, no litoral gaúcho, a primeira etapa do Rip Curl Grom Search. Wesley Dantas venceu na mirim, Kayane Reis venceu a feminina, Samuel Pupo venceu na iniciante e Eduardo Motta venceu na gromet. As condições do mar não estavam muito boas mas o talento dos competidores mostrou que esses surfistas estão preparados para toda e qualquer condição de mar. 
Para Fernando Gonzalez, do marketing da Rip Curl, o evento foi um sucesso total. “Realizar essa etapa em Tramandaí foi fundamental para o nosso planejamento, porque representa muito no cenário nacional. O objetivo é sempre incentivar as categorias de base e assistimos aqui grandes shows de surf e uma geração que vem se preparando muito bem para o futuro”.  Ele também lembrou que o Rip Curl Grom Search fez valer o slogan “Muito mais do que um campeonato de surf”, com várias ações fora do mar. “Como a mini rampa de skate, instalada pela Prefeitura de Tramandaí, a doação de mudas nativas, dentro do Programa Rip Curl Planet, a distribuição de brindes da Wizard e pipas Rip Curl, além do artista Marcelo Macarrão fazendo pinturas personalizadas nas pranchas dos atletas”, lembrou. “Também tivemos a tradicional confraternização dos atletas no sábado, com exibição do filme Missing, do tricampeão mundial Mick Fanning, e a arrecadação de alimentos para doação a entidade beneficente de Tramandaí”, complementou Fernando, comemorando, ainda, a grande atuação de Samuel Pupo em seu primeiro evento pela equipe Rip Curl.
A premiação da etapa contou com kit com produtos Rip Curl, fones de ouvido Skullcandy, câmeras fotográficas a prova d’água GoPro e assinaturas anuais da revista Fluir, além de troféus. 
Os competidores voltam a se encontrar nos dias 8 e 9 de fevereiro no Canto do Recreio, no Rio de Janeiro. A final está marcada para os dias 22 e 23 também de fevereiro, na Praia de Pitangueiras (Canto do Maluf), em Guarujá/SP. 
As fotos são do fotógrafo gaúcho Marcelo Falavigna



O paulista de Ubatuba Wesley Dantas saiu na frente ao vencer a categoria MIRIM (sub 16) na disputa pelo título do circuito e para a vaga na grande final internacional, que será disputada na austrália em 2015. “Vim lá de Ubatuba, de carro, bem longe, dois dias de viagem. Cheguei aqui cansado, fazendo poucas notas. O Samuel fazendo belas notas. Na final, conseguiu fazer o nove, que me ajudou. Esse circuito é muito importante para qualquer surfista novo e vou batalhar pelo título”, comentou Wesley Dantas.


MIRIM (ATÉ 16 ANOS)
1 Wesley Dantas/SP
2 Samuel Pupo/SP
3 Douglas Silva/PE
4 Herbert Moreno/SP 
Na categoria deminina (sub 16) a surfista de Saquarema (RJ) Kayane Reis (foto acima) foi a grande vencedora. “As condições estavam difíceis, fechando um pouco, muita correnteza. Já comecei com o pé direito e estou felizona”, comemora a campeã.
FEMININA (ATÉ 16 ANOS)
1 Kayane Reis/RJ
2 Karol Ribeiro/RJ
3 Luara Thompson/RJ
4 Anna Julia Takaki/SC 
Na categoria INICIANTE (sub 14) o surfista de São Sebastião Samuel Pupo detonou e venceu sua primeira etapa com o patrocínio da Rip Curl. Samuca somou 7.25 e 9.00 e venceu colocando seus adversários em combinação de ondas. “Fiquei muito feliz com essa primeira vitória do ano e pela Rip Curl. O campeonato foi muito bom, grande receptividade. Tentei também vencer na mirim, mas o Wesley mereceu e agora é tentar esse título nas outras duas etapas”, comentou Samuel Pupo, que é irmão do top surfer Miguel Pupo e filho do ex-surfista profissional Wagner Pupo.
INICIANTE (ATÉ 14 ANOS)
1 Samuel Pupo/SP
2 Kauê Germano/SP
3 Pedro Dib/SP
4 Vinicius Barcelos/SC 

Na categoria grommet (sub 12) o local do Guarujá Eduardo Motta (foto acima) foi o campeão da etapa liderando a campetição do início ao fim. “Foi muito irada a final. Liderei de ponta a ponta e consegui achar ondas boas”, vibrou o vencedor.
GROMMET (ATÉ 12 ANOS)
1 Eduardo Motta/SP
2 Daniel Templar/RJ
3 Vinicius Barcelos/SC
4 Arian Guimarães/SC

 TAG TEAM LIPSUL 
O time catarinense composto por Giovane Picaski, Wallace Vasco, Leonardo Barcelos e Walley Guimarães venceu a categoria TAG TEAM
 Wesley Dantas comemora!
                   
Fernando Gonzalez, da Rip Curl, Márcio Ramos, da Lipsul e João D´àvila, surfista local de tramandaí, com as doações arrecadadas durante a etapa.

18 de julho de 2012

VINI FORNARI - HOME PAGE

O surfista gaúcho Vini Fornari está lançando seu filme HOME PAGE, um média-metragem que mostra um pouco das ondas gaúchas e catarinenses. O roteiro é o próprio dia-a-dia do surfista no píer de Atlântida e no seu homebreak, Capão da Canoa. O vídeo é do Guilherme Solano, da A.I.P.E., que retrata muito bem o cotidiano do Vini Fornari e as belezas do litoral catarinense. Esse video vem também com a proposta de reacender a chama do surf gaúcho e motivar novos talentos a acreditarem no sonho de viver do esporte sobre as ondas. Fiquem ligados pois várias sessões de exibição vêm por aí.

26 de janeiro de 2012

Desastre Ambiental em Tramandaí deixa várias praias interditadas no Rio Grande do Sul


Nessa quinta-feira, 26 de janeiro, um grande derramamento de óleo pintou as praias de preto no litoral norte do Rio Grande do Sul. O óleo grosso e de cheiro insuportável atingiu em cheio as praias de Tramandaí, Imbé e arredores. O acidente afeta também toda a vida marinha, que é bastante abundante na região. A Transpetro divulgou uma nota dizendo que o acidente aconteceu na monobóia do Terminal de Osório durante operação de descarregamento de um navio.

Quem é o responsável por estragar assim nossas praias e por matar milhares de animais da vida marinha? Quem responde por esse crime ecológico? Esse foi um grande dano ao meio ambiente costeiro e para as milhares de famílias que investiram nas férias junto ao mar. Esperamos que os responsáveis respondam judicialmente sobre esse crime contra o meio ambiente.


Veja mais direto no Ondas do Sul - www.ondasdosul.com.br


9 de abril de 2011

Aviso aos surfistas do Sul

Por dada_souza

O tempo passa, o tempo voa, mas a vida do pescador displicente continua numa boa.. Enquanto isso, pessoas jovens, inocentes e felizes, morrem na praia, pescadas como se fossem peixes.. É triste, é bizarro, mas é realidade.

Mal acabou o verão, e os primeiros ventos mais gelados na região sul do Brasil trazem de volta uma velha preocupação: é época de se cuidar com as redes de pesca. Já durante o outono, muitas redes foram avistadas em toda a costa do Rio Grande do Sul, algumas abandonadas na praia, outras presas nos pilares da plataforma ou ainda o tipo de rede mais perigosa, as que arrebentam e ficam vagando com as correntes marinhas. Esse tipo de pesca, antiquada e perigosa, é o pesadelo de milhares de cidadãos, que querem praticar o surf e outros esportes aquáticos e não podem. Isso porque essa prática da pesca com redes de calão, que faz com que surifistas fiquem presas às redes, já matou 49 pessoas no Estado do Rio Grande do Sul, o que torna essa região, a mais perigosa do mundo para a prática do surf.

O surf no Rio Grande do Sul já matou muito mais gente do que os ataques de tubarão do nordeste, e ninguém fala nada. Os pescadores são muito organizados politicamente continuam praticando essa modalidade de pesca antiquada e perigosa porque sabem mostrar aos políticos quantos votos representam.

A única alternativa que se espera, é que o governo mande retirar as redes do mar. Se esse tipo de pesca está matando pessoas inocentes, e já matou 49, deve-se sim acabar com esse tipo de pesca. Pelo menos nas praias mais movimentadas. É o mínimo que se espera do poder público.

ALGUMAS REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA

1. SURFE APENAS EM ÁREAS SEGURAS E NAS PRAIAS MAIS MOVIMENTADAS.
2. CONHEÇA O MAR, AS CONDIÇÕES E A CORRENTEZA QUE VOCÊ VAI ENFRENTAR
3. PERGUNTE AOS LOCAIS SOBRE A LOCALIZAÇÃO DAS REDES
3. FAÇA UM RECONHECIMENTO DA ÁREA DE SURF CAMINHANDO NA PRAIA A FAVOR DA CORRENTEZA, PROCURANDO POR REDES E CABOS.
4. LEASH SEMPRE REVISADO.
5. PROCURE ENTENDER O FUNCIONAMENTO DAS REDES E DA PESCA COM CALÃO.
6. PROCURE NÃO SURFAR SOZINHO.
7. MATENHA A CALMA NOS MOMENTOS DE RISCO.
8. DENUNCIE QUANDO AVISTAR REDES ABANDONADAS NA PRAIA

O surf é profissão, carreira, esporte e o hobby de centenas de milhares de pessoas e merece o devido respeito. Se você é surfista, se você eventualmente surfa no Rio Grande do Sul ou se simplesmente se importa com esse assunto, procure participar do movimento contra as redes de pesca, pressione o poder público, denuncie, pressione as autoridades e representantes e mostre sua força política. Não fique alienado a esse problema, pois eu, você ou nossos amigos podem ser as próximas vítimas. Sem pressão, as mortes vão continuar.

5 de novembro de 2009

NÓS E ELES

É bom nem pensar muito sobre isso, mas que eles estão lá, eles estão.

TUBARÕES NA COSTA GAÚCHA

Particularmente, sempre soube que na costa gaúcha existem muitos tubarões, mangonas, cações, peixes-espada e outros bichos que podem, em um momento de curiosidade, morder banhistas e surfistas. Mas enquanto não vemos, o medo não incomoda. Sei que eles estão lá, mas não gosto muito de pensar sobre isso. Resolvi tocar no assunto depois de ver as fotos que o Felipe Salomão me enviou, esse gaúcho, surfista e pescador.

As imagens foram registradas no litoral sul do Estado do Rio Grande do Sul, mais precisamente na praia do Bojurú, quando um grupo grande de tubarões surgiu na praia vindo atrás de um cardume de tainhas. Cena comum nessa época do ano, quando os tubarões vem para cá procriar e atrás de alimento abundante.





UM POUCO DE CONHECIMENTO


Para um tubarão, um surfista batendo os braços sobre uma prancha de surfe
pode parecer muito com uma presa usual
Do site http://ciencia.hsw.uol.com.br/ataques-de-tubarao.htm

Os tubarões habitam os mares a mais de 450 milhões de anos. É um predador eficiente, totalmente adaptado e evoluído ao ponto de ser o maior predador dos mares. E também o pesadelo de qualquer surfista.

No mundo são conhecidas cerca de 400 espécies, no Brasil cerca de 88. Nós pegando ondas e eles dando uma banda a procura de alimentos. Mesmo assim existe uma certa harmonia em relação a isso. Nós não fazemos parte da dieta dos tubarões e os ataques são muito raros.

Só no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina são mais de onze espécies de cação e de tubarão. Vários deles com tamanho e capacidade para atacar uma pessoa. Mesmo que por engano, um acidente desses pode acontecer.

A grande maioria dos incidentes com tubarões, na verdade é um erro. Os tubarões acham que somos alguma coisa que não somos, mordem e vão embora. Os humanos não tem gordura suficiente para alimentar o musculoso tubarão, que está habituado a comer focas, leões-marinhos, tartarugas, etc.

Sob o ponto de vista do animal, as vezes podemos parecer com um de seus alimentos. Um tubarão nadando embaixo d`água vê grosseiramente um formato oval com braços e pernas pendentes remando ao longo da superfície. Isto cria uma grande semelhança com um leão-marinho, uma foca, ou uma tartaruga marinha.
Enquanto o ambiente estiver preservado, tem muito peixe e muito alimento para os tubarões. Lute pela saúde de sua praia. Se não houver mais alimentos, é atrás de você que ele virá. Pense nisso.

28 de julho de 2009

ONDAS DO SUL

Impressionante a capa da revista SOLTO que recebi durante o WCT em Imbituba.
Todos sempre falam que no Rio Grande do Sul não dá onda, que as praias são abertas e de ondas cheias e mexidas. A foto da capa, clicada pelo do fotógrafo Caio Guedes mostra uma sessão na Praia da Cal digna de fazer inveja a Snapper Rocks. Outono com altas ondas no litoral norte gaúcho. Não é a toa que Neco anda por lá treinando forte.



= = = +