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3 de junho de 2018

ITALO VENCE EM KERAMAS E ASSUME A LIDERANÇA DO RANKING

Por: Dadá Souza

O brasileiro Italo Ferreira venceu o Corona Bali Protected, a 5ª etapa do circuito mundial da World Surf League, garantiu sua segunda vitória em 2018 e assumiu a liderança do ranking surfando com um ritmo impressionante em Keramas. 


Italo Ferreira, campeão em Keramas - Foto: WSL/Ed Sloane

A etapa de Keramas não decepcionou. Um evento todo com ótimas ondas. Sempre bom, sempre abrindo, sempre perfeito. No último dia ondas bem menores, mas ainda assim com ótima formação. De negativo nesse evento só a quantidade de lixo plastico que passa boiando no mar. Diminuir o lixo plástico é tão necessário que deveria ser a Nova Ordem Mundial.

Essa foi a 5ª etapa consecutiva com ondas para a direita. Tá certo que Saquarema podia ter rolado nas clássicas esquerdas de Itaúna e que a etapa de Margaret River, cancelada por causa dos ataques de tubarão, será finalizada nas esquerdas de Uluwatu, mas a verdade é que o circuito tem priorizado as direitas. A escolha de Keramas, uma direita na terra de tantas esquerdas icônicas é até difícil de explicar. Daria para dizer que é nítido que os regulars estão levando vantagem sobre os goofies com essa escolha não fossem dois nomes: Italo Ferreira e Gabriel Medina. Dois goofies que tem sido o pesadelo de praticamente todos os regulars do circuito. 

 Italo Ferreira, o surfista Nota 10 em Keramas - Foto: WSL/Kelly Cestari


Italo Ferreira vez um evento e tanto em Keramas. Só a vitória lhe daria a liderança do ranking e não restou pedra sobre pedra em seu caminho. Foi contido e eficiente na primeira metade da competição e agressivo e invencivel na segunda metade. Italo começou o evento perdendo para Joel Parkinson no Round 1, depois venceu o wildcard Barron Mamiya no Round 2 e venceu o brasileiro Tomas Hermes no Round 3. Até aqui Italo surfou economizando energia. Daqui em diante Italo mudou a chave para o modo matador e começou a atropelar seus oponentes. No Round 4 venceu Filipe Toledo e Adriano de Souza somando 17 pontos; Nas quartas derrotou um inspirado Jeremy Flores somando 16.20; Na semi Italo derrotou Jordy Smith fazendo a única nota 10 do evento e na Final Italo venceu Michel Bourez somando 18.87 pontos. Sempre muito rápido, sempre bem radical e agressivo, sempre com as manobras linkadas e com um ótimo repertório de manobras aéreas. Não foi a toa que Italo venceu esse evento. 

"Essa onda aqui é perfeita, lembra bastante a da minha casa (Baía Formosa). Eu tenho surfado bem cedo aqui todos os dias porque eu amo essa onda e queria aproveitar ao máximo. Hoje (domingo) foi um dia perfeito. O Michel Bourez tem realmente um power-surf, provavelmente o melhor do Tour, então eu sabia que precisava fazer o meu melhor para vencer. Felizmente para mim, encontrei algumas boas ondas para mostrar o meu surfe"



Filipe Toledo terminou o evento na 5ª colocação. Surfou muito, sobrou em quase todas as suas baterias e acabou perdendo para Jordy Smith em uma bateria onde o sul-africano foi agraciado com a maior nota do dia. 

Silvana Lima fez um grande evento em Keramas, acabou na 5ª colocação e está entre as Top 10 do ranking na 8ª colocação. Tyler Wright e Lakay Peterson fizeram a final feminina. Uma bateria super disputada onde brilhou a estrela de Lakey Peterson que também venceu sua segunda etapa em 2018. Lakey segue mais líder do que nunca.


QUARTAS DE FINAL



As quatro baterias das quartas de final apresentaram ondas boas, ondas perfeitas, surfe de alto nível, as 4 foram baterias bastante disputadas mas três delas acabaram com muita gente criticando o julgamento.

Michel Bourez (PYF) e Griffin Colapinto (USA) fizeram a primeira bateria das quartas. Bourez abriu a bateria com um tubo, rasgou forte e finalizou com uma batida na junção e marcou 7.67. Já na metade da bateria Griffin pegou uma onda maior, pegou um belo tubo, fez um cutback, uma rasgadinha e finalizou com uma batida na junção. Marcou 8.50. A segunda nota do norte-americano foi um 5.63 em uma onda de manobras fracas. Bourez fechou a bateria com uma onda bem menor, fez um tubo longo, algumas manobras e fez 8.50. Comparando as duas notas 8.50 eu diria que tem uma certa discrepância. Bourez, que mostrou mais comprometimento que Colapinto, venceu a disputa por 16.17 a 14.43.  Você pode assistir essa bateria aqui  

Mikey Wright (AUS) e Willian Cardoso (BRA). De um lado o australiano que vem tendo todas as portas abertas no tour. Do outro lado o estreante brasileiro que teve que se classificar pelo QS para participar do CT. Willian parecia disposto a resolver na porrada. O “brazilian Sunny Garcia” surfou forte e jogou muita água pra cima. Mikey parecia disposto a resolver tudo nos tubos. Faltando menos de 2 minutos para o termino dessa bateria Willian pegou uma boa onda, entubou fundo wsaiu com a pequena baforada, fez um cutback e finalizou com uma batida na junção. Marcou 7.53. Mikey Wright ficou sozinho no outside, pegou uma onda menor que a do Willian, fez um tubo mais longo mas bem mais espremido, um cutback e duas manobras fracas. Ele precisava de mais de 8 pontos e ganhou 8.43. Pareceu muita nota, principalmente com esse discurso da WSL de que os juízes ficaram mais exigentes e que a escala das notas está mais baixa. Na web muita gente achou injusto. Aliás, muita gente acha bastante injusto um convidado correr boa parte do CT sem ter se classificado para isso.  Você pode assistir essa bateria aqui  

Jordy Smith (ZAF) e Filipe Toledo (BRA) fizeram uma bela disputa. Jordy Smith começou a bateria pegando um belo tubo por trás do pico e duas manobras fracas. Ganhou 9.57. Sem dúvidas um ótimo tubo, mas com o resto da onda foi fraco. Filipe pegou um tubo mais espremido que o de Jordy, entubou por bastante tempo, saiu e fez duas manobras também não muito fortes. Ganhou 6.83. Faltando 3 minutos para o fim da bateria Jordy fez um pequeno aéreo rodando e somou mais 5.77. Na onda de trás Filipe pego um tubo, fez mais 4 manobras, sempre puxando a o máximo o bico da sua prancha e fez 7.57. Jordy Smith, venceu por 15.34 a 14.40 mas muita gente não engoliu essa. Você pode assistir essa bateria aqui 

Italo Ferreira (BRA) e Jeremy Flores (FRA) fecharam as quartas com um duelo e tanto. Italo resolveu a bateria já na primeira metade do confronto. Sua primeira nota foi uma onda de quatro manobras bem fortes (7.67). A segunda nota foi uma onda de 6 manobras, todas também muito fortes(8.60). Uma performance porreta do líder do ranking que não deixou nenhuma margem para discussão. Jeremy fez sua primeira nota faltando 10 minutos para o fim do confronto. Um tubo muito bom, um cutback e uma finalização forte. Marcou 9 pontos. Nos últimos 5 minutos de bateria Jeremy surfou uma boa direita, manobrou forte e fez 6.73. Uma performance incrível de Jeremy Flores nesse evento. Italo venceu por 16.20 a 15.73. Você pode assistir essa bateria aqui


SEMIFINAL

Michel Bourez x Mikey Wright. O experiente tahitiano contra o convidado australiano. Pena que essa foi uma bateria com poucas ondas. A primeira onda da bateria só apareceu lá pelos 12 minutos. Mikey Wright errou muito e só surfou ondas medíocres. Bourez mostrou mais   comprometimento, fez duas ondas regulares, mas muito bem surfadas e venceu a disputa por 14.27 a 5.67.



Italo Ferreira x Jordy Smith. Italo fez sua primeira nota bem no início da bateria. Sete cassetadas de backside lhe renderam um 7.13. Jordy veio na onda de trás, fez cinco manobras e ganhou 8 pontos. Italo foi mais agressivo, Jordy mais estiloso. A discussão acabou quando Italo dropou uma boa onda, mandou um aéreo rodando muito alto já na primeira manobra, duas cassetadas, um pop shovit e finalizou a onda com uma batidinha de base trocada. Nota 10. A diferença entre o 8 do Jordy e o 10 de Italo ou entre o 8.93 do Jordy e o 10 do Italo não foi de meros dois pontos, ali havia um oceano de diferença. Discrepâncias de um julgamento míope?




FINAL

Italo Ferreira x Michel Bourez  Italo Ferreira saiu na frente empilhando notas acima dos 7 pontos. Michel Bourez começou mais tímido e escolhendo mal as ondas. Italo espancou tudo que veio pela frente como se estivesse surfando em casa. Surfou sorrindo. Michel Bourez, tão conectado com as ondas durante todo o evento, nada pode fazer. Em 7 ondas Italo fez 32 manobras, sendo que 3 delas surfando a última onda da bateria de base trocada e venceu o tahitiano por 18.87 a 9.83. Vitória do brasileiro, a segunda de 2018, a única nota 10 da competição e a liderança do circuito mundial. 




RANKING

Italo Ferreira é o líder do ranking com 24.995 pontos. Felipe Toledo é o vice-lider com 22.850 pontos. O australiano Julian Wilson é o 3º colocado, com 21.080 pontos. Gabriel Medina (5º) e Michael Rodrigues (10º) completam o time de brasileiros no Top 10.

Segue aqui o Ranking atualizado





Foto: WSL/Kelly Cestari

O julgamento também merece nota? Não foram poucas as baterias em que o nome dos juízes apareceu tanto quanto o nome dos surfistas. O julgamento já era o Calcanhar de Aquiles da ASP e continua sendo a maior fraqueza na WSL. Sem credibilidade o público mais engajado pula fora e o surf vira um novo Telecatch, como disse o Ivo Remuska, da Mesa Surfocrática.

21 de janeiro de 2015

Para onde caminha o surf?




2015 promete ser um ano de muitas mudanças no surf brasileiro e mundial. Já começamos o ano com o inédito e poderoso título mundial de Gabriel Medina, que provavelmente irá aquecer muito o pseudo-falido mercado nacional. Muitas mudanças também devem ocorrer a nível mundial com a estréia da World Surf League. Mas o que exatamente significa isso tudo? Será que as mudanças realmente virão para modificar a realidade do nosso esporte e das pessoas que trabalham com ele ou continuarão beneficiando só um pequeno grupo de “cartolas” e empresários?




30 de setembro de 2014

Para onde caminha o nosso esporte?


Nunca antes o surf brasileiro esteve tão na moda. Nomes como Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Raoni Monteiro são destaque no surf mundial e atletas de ponta no WCT.  O Gabriel Medina e o Adriano de Souza são atletas que fazem parte de uma elite dentro da elite do circuito mundial  e são esportistas com grande destaque nas mídias impressas, eletrônicas e televisivas. São atletas que levaram o surf brasileiro a um patamar nunca antes alcançado. Mais do que isso, o brasileiro Gabriel Medina é o líder do ranking mundial e considerado o grande favorito ao título mundial de 2014. Ironicamente, o surf nacional passa por seu pior momento em termos de mercado e de estrutura. Amadorismo na gestão das entidades e dos circuitos, a falta de interesse e de investimento por parte das marcas e muitas pessoas utilizando as federações para uso exclusivo de seus interesses particulares são algumas das principais causas do problema.  Leia a matéria completa aqui

21 de outubro de 2013

Halley Batista vence o 4 estrelas de Itacaré

Halley Batista venceu o 4 estrelas de Itacaré e confirmou 
sua boa fase nas competições - Foto: Leandro Rolim

O pernambucano Halley Batista venceu o Mahalo Surf Eco Festival, etapa de nível 4 estrelas do WQS que aconteceu na Praia da Tiririca, na paradisíaca Itacaré, litoral sul da Bahia.

Com sol, calor e praia lotada, o evento foi encerrado em ondas irregulares, de meio a um metro com forte vento nordeste. Alan Jhones e Jalley Batista surfaram muito o evento todo e fizeram uma bateria nordestina e arretada. Apesar das ondas difíceis, Halley Batista mandou um belo aéreo rodando, marcou 8.43 pontos e venceu a disputa.

Em ótima fase, o pernambucano venceu essa etapa WQS de Itacaré e poucos meses atrás venceu uma etapa do circuito brasileiro em Pernambuco, na Praia do Cupe (Ipojuca). Com a vitória Halley Batista levou pra casa 15.000 dólares e mais 1.000 pontos no ASP World Ranking.


Jean da Silva e Krystian Kymerson também fizeram excelentes apresentações durante o evento. Faltou um pouco de onda mas sobrou disposição e talento. 


 O potiguar Alan Jhones  surfou muito e foi o vice-campeão em Itacaré. Foto: Leandro Rolim

Halley Batista, campeão do evento. Foto: Leandro Rolim



Skol Mahalo Surf Eco 2013 from PORTO FILMES on Vimeo.



Final do Skol Apresenta Mahalo Surf Eco Festival:

Campeão: Halley Batista (BRA-PE) com 14,26 pontos - US$ 15.000 e 1.000 pontos
Vice-campeão: Alan Jhones (BRA-RN) com 9,07 pontos - US$ 7.500 e 750 pontos

Semifinais - 3.o lugar - US$ 4.250 e 563 pontos:

1.a: Alan Jhones (BRA-RN) 15.10 x 14.74 Jean da Silva (BRA-SC)
2.a: Halley Batista (BRA-PE) 12.90 x 9.00 Krystian Kymerson (BRA-ES)

Quartas de final - 5.o lugar - US$ 2.250 e 422 pontos:

1.a: Jean da Silva (BRA-SC) 11.84 x 9.10 Artur Silva (BRA-CE)
2.a: Alan Jhones (BRA-RN) 14.37 x 6.13 Alandreson Martins (BRA-BA)
3.a: Halley Batista (BRA-PE) 10.20 x 8.73 Gabriel Farias (BRA-PE)
4.a: Krystian Kymerson (BRA-ES) 14.60 x 13.26 Victor Bernardo (BRA-SP)

Ranking Sul-Americano do ASP South America Surf Series - Final das 5 etapas de 2013:

1.o: Gabriel Medina (BRA-SP) - 4.225 pontos
2.o: Raoni Monteiro (BRA-RJ) - 4.225
3.o: Simão Romão (BRA-RJ) - 3.320
4.o: Jadson André (BRA-RN) - 3.320
5.o: Bernardo Pigmeu (BRA-PE) - 2.400
6.o: Gabriel Villarán (PER) - 1.930
7.o: David do Carmo (BRA-SP) - 1.685
8.o: Halley Batista (BRA-PE) - 1.513
9.o: Thiago Guimarães (BRA-SP) - 1.074
10: Santiago Muniz (ARG) - 1.062
11: Hizunomê Bettero (BRA-SP) - 993
12: Alan Jhones (BRA-RN) - 987
13: Jean da Silva (BRA-SC) - 943
14: Jihad Khodr (BRA-PR) - 928
15: Ricardo dos Santos (BRA-SC) - 897
16: Alvaro Malpartida (PER) - 883
17: Manuel Selman (CHL) - 874
18: Heitor Alves (BRA-CE) - 843
19: Jano Belo (BRA-PB) - 815
20: Flavio Nakagima (BRA-SP) - 796

28 de julho de 2013

Alejo Muniz vence o US OPEN




O catarinense Alejo Muniz venceu Kolohe Andino por 16.23 a 14.54 na final do evento e se consagrou campeão do VANS US OPEN OF SURFING.  O evento foi encerrado nesse domingo, em ondas de um metro, com séries demoradas junto ao píer.

Alejo mostrou foco, surf e muita determinação durante todo o evento. Seu surf se encaixou nas ondas de Huntington Beach e ele literalmente moeu as ondas que entraram. O US OPEN é um dos maiores campeonatos de surf do mundo e vencer esse evento, na casa dos americanos, não é para qualquer um. Alejo mostrou um surf potente e com manobras bem executadas e mereceu o título desse que é um dos campeonatos mais prestigiados do ano. Kolohe Andino, que é local em Huntington, foi humilde e reconheceu a vitória de Alejo. Ambos surfaram bem durante todo o evento. Essa vitória deve dar uma confiança extra pro Alejo, que parecia um pouco desmotivado com as competições.

A trajetória do campeão: Alejo passou sua primeira bateria na 2ª colocação no Round dos 96. No Round dos 48 passou novamente na 2ª colocação. No Round dos 24 Alejo venceu sua bateria em 1º, ganhando de Mitch Crews (AUS) e de Charles Martin (GLP). No Round dos 16, Alejo venceu o confronto contra Mitch Crews por 15.00 x 13.37. Nas quartas, Alejo venceu o norte-americano Nat Young por 13.64 a 5.83. Na semi, Alejo venceu o australiano Matt Banting por 14.00 x 11.50. E na grande final, Alejo venceu  Kolohe Andino (USA) por16.23 x 14.54.

Foi fraco e pseudo-profissional o webcast do evento, com locutores e comentaristas que, esquecendo do seu papel, narraram o evento como torcedores. E isso deixou o evento meio chato para quem acompanhou pela internet. Também chamou a atenção a grande quantidade de alcool, drogas e brigas durante o US Open. No youtube tem vários videos sobre os tumultos durante a etapa. Outro ponto que sempre vem a tona é: com tanta onda boa na California porque esse campeonato é sempre realizado nas merrecas demoradas do pier? Mas enfim, coisas da tradição americana dos eventos de surf.

Probemas e imperfeições à parte, a etapa Prime de HB foi boa para os brasileiros. Alejo venceu o evento, Mineiro foi até as quartas e Jadson André também fez uma grande apresentação em Huntington, e acabou na 9ª colocação.


Alejo Muniz na grande final. Foto: Mpu Dinani

Alejo garantiu os 100 mil dólares de premiação e 6.500 valiosos pontos no ranking da ASP. 
Na categoria feminina a vencedora foi a havaiana Carissa Moore.

 Alejo Muniz e Carissa Moore, os campeões do US OPEN 2013.


MASCULINO 
1 Alejo Muniz (Bra)
2 Kolohe Andino (EUA)
3 Matt Banting (Aus)
3 Bede Durbidge (Aus)
5 Adriano de Souza (Bra)
5 Michel Bourez (Tah)
5 Jordy Smith (Afr)
5 Nat Young (EUA)
9 Jadson André (Bra)
17 Alex Ribeiro (Bra)
17 Miguel Pupo (Bra)

FEMININO 
1 Carissa Moore (Haw)
2 Courtney Conlogue (EUA)
3 Tyler Wright (Aus)
3 Pauline Ado (Fra)
9 Silvana Lima (Bra)

Para quem perdeu o 2013 VANS US OPEN OF SURFING, os vídeos abaixo resumem bem esse evento de Huntington Beach.

DIA 3


DIA 4


DIA 5


DIA 6


DIA 7


DIA 8

20 de junho de 2013

Surfistas na onda dos protestos

O Brasil está nas ruas. O povo brasileiro não aguenta mais tanta corrupção, tanta roubalheira, tanto descaso com a educação, com a saúde e com os problemas do povo. Nossos representantes não nos representam mais, só pensam em roubar o dinheiro público. E ao contrário do que a mídia fala, não é por causa dos 20 centavos que o povo foi pras rua, é por um Brasil melhor e livre dos pilantras. 

Nessa onda de protestos, como é bonito ver o nosso povo nas ruas. E como é bonito ver os nossos surfistas entrando nessa luta. Ídolos que são, essa geração Brazilian Storm está mostrando que tem consciência política e usa muito bem sua influência de modo positivo e construtivo. Nossos elogios a essa turma. Estamos todos juntos por um Brasil melhor.

Nossos parabéns ao Adriano de Souza, Filipe Toledo, Miguel Pupo, Raoni Monteiro, Yan Söndahl, Tomas Hermes, Alex Chacon, Jerônimo Vargas e Jesse Mendes pela iniciativa.

# MUDA BRASIL
# CHANGE BRAZIL
# VEM PRA RUA




6 de maio de 2013

Vai começar o Billabong Rio Pro 2013



Nessa quarta-feira, 8 de maio, começa o Billabong Rio Pro, a 3ª etapa do circuito mundial de 2013. O evento acontece na Cidade Maravilhosa e tem duas opções de praia para rolar o evento: o Postinho da Barra da Tijuca ou o clássico point do Arpoador. Em jogo estão 500.000 dólares de premiação e os primeiros pontos depois da perna australiana do tour.

John John Florence (campeão do ano passado) Owen Wright, Fred Pattachia e Tiago Pires não vem ao Rio e estão fora dessa etapa por causa de contusões. Bom para o Brazilian Storm Team! Adriano de Souza, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Alejo Muniz, Filipe Toledo, Raoni Monteiro e Willian Cardoso estão prontos para a etapa e prometem lutar com unhas e dentes pelo título do Rio Pro 2013. Messias Felix (campeão brasileiro) e Gustavo Fernandes (campeão carioca) também participam da etapa. Willian Cardoso, Simão Romão e Jerônimo Vargas competem pela última vaga do evento.

Kelly Slater já confirmou sua presença, assim como Taj Burrow e mick Fanning. Os três primeiros nomes do ranking 2013 não vão dar mole né? Ano passado Kelly não veio ao Rio e esse descarte acabou custando o 12º título mundial de Slater.

As meninas também aguardam para entrar na água. Com patrocinador novo, o Colgate Plax Girls Rio Pro também promete um show de surf, mesmo com a ausência de Steph Gilmore. A 5x campeã mundial avisou que não vem ao Rio devido a uma contusão.

Fiquem ligados pois o evento deve começar já no 1º dia de janela de espera, afinal as previsões prometem ótimas ondas nesse início de evento.

O SurfOnLine estará lá, cobrindo o evento e fazendo imagens exclusivas da beira da praia.




BILLABONG RIO PRO - ROUND 1:

Heat 1: Josh Kerr (AUS), Alejo Muniz (BRA), Patrick Gudauskas (USA)
Heat 2: Adriano de Souza (BRA), Matt Wilkinson (AUS), Yadin Nicol (AUS)
Heat 3: Taj Burrow (AUS), Sebastian Zietz (HAW), TBD
Heat 4: Mick Fanning (AUS), Filipe Toledo (BRA), TBD
Heat 5: Joel Parkinson (AUS), Miguel Pupo (BRA), TBD
Heat 6: Kelly Slater (USA), Kieren Perrow (AUS), TBD
Heat 7: Julian Wilson (AUS), Travis Logie (ZAF), Glenn Hall (IRL)
Heat 8: Gabriel Medina (BRA), Damien Hobgood (USA), Dusty Payne (HAW)
Heat 9: Jeremy Flores (FRA), Nat Young (USA), Raoni Monteiro (BRA)
Heat 10: Jordy Smith (ZAF), Kai Otton (AUS), Adam Melling (AUS)
Heat 11: Michel Bourez (PYF), Bede Durbidge (AUS), Brett Simpson (USA)
Heat 12: C.J. Hobgood (USA), Adrian Buchan (AUS), Kolohe Andino (USA)

COLGATE PLAX GIRLS RIO PRO - ROUND 1:


Heat 1: Lakey Peterson (USA), Bianca Buitendag (ZAF), Rebecca Woods (AUS)
Heat 2: Sally Fitzgibbons (AUS), Paige Hareb (NZL), Sage Erickson (USA)
Heat 3: Carissa Moore (HAW), Silvana Lima (BRA), TBD
Heat 4: Tyler Wright (AUS), Malia Manuel (HAW), Phillip Anderson (AUS)
Heat 5: Courtney Conlogue (USA), Laura Enever (AUS), Alize Arnaud (FRA)
Heat 6: Coco Ho (HAW), Alana Blanchard (HAW), Pauline Ado (FRA)

30 de janeiro de 2013

Regência - ES



O papo de que no Brasil não dá onda é antigo, mas nem por isso verdadeiro. Claro que aqui não é o Hawaii e nem a Indonésia, mas que temos alguns picos de razoável qualidade, isso a gente tem. Prova disso é esse pequeno clip da Olhos Coloridos que nos mostra o pico de Regência, no Espírito Santo, uma das melhores e mais longas ondas do litoral capixaba. 

Localizada a 120 km da capital Vitória, a Vila de Regência, Linhares, abriga uma das melhores ondas do Brasil. Esquerdas muito longas e tubulares quebram em uma rasa bancada de areia localizada na saída do rio Doce e também ao longo da praia.

O vídeo abaixo mostra bem o potencial das ondas de Regência e traz imagens do congo local e da Festa do Caboclo Bernardo. As imagens são de Patrick Tristão e Rodolfo Sily e a edição é da produtora de vídeos Olhos Coloridos.


28 de novembro de 2012

Spring Season

Tales Hartmann descendo uma das boas do dia na Silveira.

Há poucos dias do tão anunciado fim do mundo (ou do início do verão?), aqui em Garopaba, onde fica o escritório do SurfOnLine, o ritmo da vida tem sido parecido com o do oceano. Tem os momentos agitados dos feriados e finais de semana de festas e de praia cheia, e tem os momentos de calmarias gostosas, com muita paz, qualidade de vida e claro, boas ondas. 

O surf também teve bons momentos nessa primavera e deu onda em todas as praias da região. Nessa Spring Season de El Niño, as ondulações chegaram com uma certa frequência e as últimas semanas foram especialmente boas em Garopaba City.  Quem esteve por aqui não se arrependeu.

O video abaixo traz a molecada "caixa baixa" de Garopaba pegando boas ondinhas na Garopabinha, em frente a Vento Sul  no dia 14 de novembro, traz uma sessão de surf na Silveira, no dia 15 de Novembro com boas ondas, um SUP meio diferente na Garopabinha,  uma sessão de Stand Up Paddle na Silveira com os irmãos Vaz, a galera fazendo body surf e o swell desse domingo, 25 de novembro, na Praia da Silveira. 

Algumas fotos também ilustram esse registro primaveril. Que venha o verão!!

E galera, sempre que vierem a Garopaba, não esqueçam:  
Garopaba é uma verdadeira surf city e merece e precisa ser preservada.

Acelerem nas ondas, não nas estradas.
Preserve a natureza.
Respeite os locais. 


Veja o vídeo:




S P R I N G   S E A S O N

A pesca é uma das atividades mais tradicionais de Garopaba

Mais um filhote de tubarão que virou filé.



Pepê, voando na Garopabinha.

25 nov - Domingo

 Mike Tyson daquele jeito

 Swell alinhado nas pedras

Em poucos lugares podemos ver o surf tão de perto

 Mesmo depois dos 60, Morongo continua surfando de pranchinha pequena.

 Rafael Frasson numa boa direita no Tyson

Estacionamento no Canto Sul da Silveira. Tem chuveiro, guarda-sol, tem parafina, leash, 
é bom de deixar o carro e 100% seguro. O SurfOnLine recomenda.

 Encarar a Silveira no braço é para poucos. Briguitte Wiedemeyer e Gabriel "Guel" Varalla registrando os momentos do body surf.

Esquerdinha do Tyson.