Claro que as triquilhas ainda são as pranchas mais competitivas e confiáveis em qualquer competição e são raros os caras (ou slaters) que arriscam no diferente. Mas é também óbvio que esse modelo arisco e rápido das pranchas de competição são ótimos para os atletas e para os mais habilidosos. Para o resto da galera, as pranchas mais largas e com mais massa são bem mais estáveis e divertidas, além de entrar mais fácil na onda. Essa fase mostra também um certo amadurecimento do surf brasileiro. Já em sua terceira geração de surfistas, o Brasil mostra que tem espaço para as mais diversas tribos do esporte. Como na Califa ou na Austrália. Mas não ache que com essas monoquilhas e biquilhas o surf é pior. Tem neguinho fazendo coisinhas aí com as pranchas retrô. Eu mesmo to esperando a minha single fin diamond tail. Que venham as merrecas de verão.

Os vídeos abaixo também ajudam a ilustrar o panorama da situação.
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