
2 de agosto de 2009
PRANCHA DOIDA
Criada pelo designer Nicholas Notara, essa prancha desmontável surgiu para facilitar o transporte do equipamento. A prancha é feita em fibra de carbono, tem 5 quilhas e foi projetada para manter a mesma funcionabilidade e peso de uma prancha normal. Agora, se funciona ou não, isso já é outro papo.


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PRANCHA DOIDA 2
A primeira vez que vi esse design de prancha, tive a nítida impressão de que era pura bullshit. Não podia funcionar uma prancha dessas. Ô coisinha mais estranha. Pois fui pesquisar e a Porpoise Board, do shaper Eli Mirandon ( http://elisurfing.blogspot.com/ ) surfa mesmo. E as fotos abaixo mostram muito bem isso. Cada prancha que se vê hoje em dia...
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1 de agosto de 2009
ASP WORLD TOUR – STOP 3 - TEAHUPOO – TAHITI
BILLABONG PRO
Depois de duas etapas, em duas direitas perfeitas, e de duas vitórias impressionantes do australiano Joel Parkinson, chega a vez das esquerdas de Teahupoo, uma das mais grandiosas e poderosas ondas do circuito. Vale lembrar que essa etapa também utilizou o novo formato da morte súbita. Perdeu, ta fora.
As triagens que antecedem o evento principal, e que premiam o vencedor com a participação no evento principal aconteceram em ondas pequenas e demoradas. A final foi entre o local Heiarii Willians e o havaiano Mark Healey, numa bateria de poucas ondas, onde o local Heiarii pegou um bom tubo que lhe valeu 9.74 e o passaporte para o main event.
FINAL TRIALS
http://www.youtube.com/watch?v=wCWaI7F0ZzY
O evento principal começou com ondas de poucos tubos e com séries demoradas.
DIA 1
http://www.youtube.com/watch?v=IsHp_bhWyLU
Bruno Santos, vencedor do ano passado não se encontrou na bateria, se posicionou de maneira equivocada e não consegue passar pela primeira fase do evento, perdendo para o aussie Kai Otton.

Outro brasileiro que cai na primeira fase foi o paranaense Jihad Khodr, que caiu diante do convidado Andy Irons. Andy que anda afastado do tour por problemas psicológicos, aproveitou o convite de seu patrocinador, não deu mole e escovou o Jihad, que não mostrou a que veio. Jihad tem encontrado sérios problemas para se adaptar as ondas do tour e para equilibrar seu lado psicológico.
Heitor Alves começa bem no evento, surfando bem na sua bateria de estréia e eliminando o local Michel Bourez por 15.00 a 11.00 pontos. Foi uma bateria de poucas ondas e notas baixas, mas Heitor virou a bateria com um bom tubo que lhe rendeu 7 pontos e a vaga para a próxima fase.
Com ondas de 4 a 6 pés e forte vento terral, deu-se inicio ao round dos cabeças de chave. Nas seis baterias realizadas, metade dos cabeças-de-chave perderam de cara. Jay Thompson derrubou Jeremy Flores, Josh Kerr tirou Fred Patacchia e Mick Campbell eliminou Adrian Buchan.
Mesmo com ondas de um metro com séries maiores, e sem os temidos tubos que fizeram a fama de Teahupoo, a competição teve de continuar. Adriano de Souza estreou numa bateria de ondas fracas e escassas e só no finalzinho encontrou uma onda nota 7 para despachar o desafeto e companheiro de equipe Dustin Barca.

Heitor pegou altas, surfou bem, mas mesmo assim acabou sendo eliminado pelo inspirado Jordy Smith na bateria de maiores medias do dia. Por 16.33 a 14,34, Jordy elimina o cearense.
Kelly também se deu mal e foi derrotado pelo basco Aritz Aranburu, amargando um 17 lugar no evento. No ano de sua busca pelo décimo titulo mundial, Slater vem colecionando resultados ruins. Aranburu achou um tubao na bateria e arrancou a maior nota do evento, um 9.77.

Nas oitavas, Mineirinho elimina o sul-africano Jordy Smith, vinga o compatriota Heitor Alves e garante vaga nas quartas de final, dominando a bateria do início ao fim nas ondas de 1 metro de Teahupoo.
FINAL DAY
http://www.youtube.com/watch?v=d1KpCp28Jtg&feature=PlayList&p=A90376C881D149C6&playnext=1&playnext_from=PL&index=20
Nas quartas-de-final, Mineirinho pega o havaiano Bobby Martinez, que escolhe melhor as ondas, pega dois excelentes tubos e acaba com a alegria do brasileiro. Bobby somou 15.93 (8.00 e 7.93) contra 12.67 do brasileiro (7.17 e 5.50). Com o resultado da bateria, Adriano encerra a participação em quinto lugar e embolsa US$ 9 mil de premiação.
QUARTAS 1 (CJ X TAJ)
http://www.youtube.com/watch?v=bsRl4b62Szk
QUARTAS 3 (BOBBY X MINEIRO)
http://www.youtube.com/watch?v=ffw1FHHw4YE
QUARTAS 4 ( ARITZ X WHITAKER)
http://www.youtube.com/watch?v=jJKcYboh79E
Adriano de Souza foi o brasileiro mais bem colocado na prova, encerrando sua participação em quinto lugar, mesma colocação que ocupa no ranking.
Heitor Alves ficou em 17o e foi a 30 no ranking, enquanto Jihad Khodr, 33o colocado na prova, está em vigésimo no ranking. Bruno Santos, que era o defensor do título na etapa mas não faz parte da elite do Tour, encerrou a participação também em 33o lugar.
Depois de duas etapas, em duas direitas perfeitas, e de duas vitórias impressionantes do australiano Joel Parkinson, chega a vez das esquerdas de Teahupoo, uma das mais grandiosas e poderosas ondas do circuito. Vale lembrar que essa etapa também utilizou o novo formato da morte súbita. Perdeu, ta fora.
As triagens que antecedem o evento principal, e que premiam o vencedor com a participação no evento principal aconteceram em ondas pequenas e demoradas. A final foi entre o local Heiarii Willians e o havaiano Mark Healey, numa bateria de poucas ondas, onde o local Heiarii pegou um bom tubo que lhe valeu 9.74 e o passaporte para o main event.
FINAL TRIALS
http://www.youtube.com/watch?v=wCWaI7F0ZzY
O evento principal começou com ondas de poucos tubos e com séries demoradas.
DIA 1
http://www.youtube.com/watch?v=IsHp_bhWyLU
Bruno Santos, vencedor do ano passado não se encontrou na bateria, se posicionou de maneira equivocada e não consegue passar pela primeira fase do evento, perdendo para o aussie Kai Otton.

Outro brasileiro que cai na primeira fase foi o paranaense Jihad Khodr, que caiu diante do convidado Andy Irons. Andy que anda afastado do tour por problemas psicológicos, aproveitou o convite de seu patrocinador, não deu mole e escovou o Jihad, que não mostrou a que veio. Jihad tem encontrado sérios problemas para se adaptar as ondas do tour e para equilibrar seu lado psicológico.
Heitor Alves começa bem no evento, surfando bem na sua bateria de estréia e eliminando o local Michel Bourez por 15.00 a 11.00 pontos. Foi uma bateria de poucas ondas e notas baixas, mas Heitor virou a bateria com um bom tubo que lhe rendeu 7 pontos e a vaga para a próxima fase.
Com ondas de 4 a 6 pés e forte vento terral, deu-se inicio ao round dos cabeças de chave. Nas seis baterias realizadas, metade dos cabeças-de-chave perderam de cara. Jay Thompson derrubou Jeremy Flores, Josh Kerr tirou Fred Patacchia e Mick Campbell eliminou Adrian Buchan.Mesmo com ondas de um metro com séries maiores, e sem os temidos tubos que fizeram a fama de Teahupoo, a competição teve de continuar. Adriano de Souza estreou numa bateria de ondas fracas e escassas e só no finalzinho encontrou uma onda nota 7 para despachar o desafeto e companheiro de equipe Dustin Barca.

Heitor pegou altas, surfou bem, mas mesmo assim acabou sendo eliminado pelo inspirado Jordy Smith na bateria de maiores medias do dia. Por 16.33 a 14,34, Jordy elimina o cearense.
Kelly também se deu mal e foi derrotado pelo basco Aritz Aranburu, amargando um 17 lugar no evento. No ano de sua busca pelo décimo titulo mundial, Slater vem colecionando resultados ruins. Aranburu achou um tubao na bateria e arrancou a maior nota do evento, um 9.77.

Nas oitavas, Mineirinho elimina o sul-africano Jordy Smith, vinga o compatriota Heitor Alves e garante vaga nas quartas de final, dominando a bateria do início ao fim nas ondas de 1 metro de Teahupoo.
FINAL DAY
http://www.youtube.com/watch?v=d1KpCp28Jtg&feature=PlayList&p=A90376C881D149C6&playnext=1&playnext_from=PL&index=20
Nas quartas-de-final, Mineirinho pega o havaiano Bobby Martinez, que escolhe melhor as ondas, pega dois excelentes tubos e acaba com a alegria do brasileiro. Bobby somou 15.93 (8.00 e 7.93) contra 12.67 do brasileiro (7.17 e 5.50). Com o resultado da bateria, Adriano encerra a participação em quinto lugar e embolsa US$ 9 mil de premiação.QUARTAS 1 (CJ X TAJ)
http://www.youtube.com/watch?v=bsRl4b62Szk
QUARTAS 3 (BOBBY X MINEIRO)
http://www.youtube.com/watch?v=ffw1FHHw4YE
QUARTAS 4 ( ARITZ X WHITAKER)
http://www.youtube.com/watch?v=jJKcYboh79E
Na primeira semi, Bobby (17.17) pegou o basco Aritz Aranburu (15.23) e
Na segunda bateria da semi-final, Taj (14.86) passou pelo também australiano Mick Campbell (10.00).
SEMIFINAL 1 (TAJ E MICK CAMPBELL)
http://www.youtube.com/watch?v=sxQ3NrEdItU
Na segunda bateria da semi-final, Taj (14.86) passou pelo também australiano Mick Campbell (10.00).
SEMIFINAL 1 (TAJ E MICK CAMPBELL)
http://www.youtube.com/watch?v=sxQ3NrEdItU
Na final, com ondas em torno de 2 metros, Bobby, que já havia sido campeão em Teahupoo em 2006, somou dois high scores para vencer o australiano Taj Burrow por 18.36 (8.73 e 9.73) a 16.10 (8.17 e 7.93). Taj ficou em combinação e precisou de 18.47 para reverter o resultado.
FINAL
http://www.youtube.com/watch?v=hvi0E5T7hUM
Bobby teve um grande desempenho no campeonato. Ele superou o aussie Dayyan Neve na segunda fase, atropelou o tricampeão havaiano Andy Irons em seguida, derrotou o brasileiro Adriano de Souza nas oitavas, passou pelo basco Aritz Aramburu na semifinal e coroou sua brilhante trajetória com uma atuação impecável na final contra Taj Burrow.
FINAL
http://www.youtube.com/watch?v=hvi0E5T7hUM
Bobby teve um grande desempenho no campeonato. Ele superou o aussie Dayyan Neve na segunda fase, atropelou o tricampeão havaiano Andy Irons em seguida, derrotou o brasileiro Adriano de Souza nas oitavas, passou pelo basco Aritz Aramburu na semifinal e coroou sua brilhante trajetória com uma atuação impecável na final contra Taj Burrow.
Pelo título, Bobby leva US$ 40 mil de premiação, enquanto Taj fica com US$ 24 mil. Esta foi a quarta vitória do californiano de Santa Barbara no World Tour. Agora são duas vitórias em Teahupoo e duas vitórias em Mundaka, Espanha.
“Estou muito emocionado. Esperei as melhores e tive sorte porque não havia muitas ondas. E não cai em nenhuma delas. Tudo parecia a meu favor e nem sei o que dizer, me sinto realmente de um jeito especial", disse o campeão, que quebrou oito pranchas no Tahiti e surfou com uma emprestada pelo local Alan Riou.
“Estou muito emocionado. Esperei as melhores e tive sorte porque não havia muitas ondas. E não cai em nenhuma delas. Tudo parecia a meu favor e nem sei o que dizer, me sinto realmente de um jeito especial", disse o campeão, que quebrou oito pranchas no Tahiti e surfou com uma emprestada pelo local Alan Riou.
Adriano de Souza foi o brasileiro mais bem colocado na prova, encerrando sua participação em quinto lugar, mesma colocação que ocupa no ranking.Heitor Alves ficou em 17o e foi a 30 no ranking, enquanto Jihad Khodr, 33o colocado na prova, está em vigésimo no ranking. Bruno Santos, que era o defensor do título na etapa mas não faz parte da elite do Tour, encerrou a participação também em 33o lugar.
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30 de julho de 2009
ASP WORLD TOUR – STOP 2 – BELLS BEACH - AUSTRALIA
RIP CURL PRO BELLS BEACH
A segunda etapa do ASP World Tour 2009 aconteceu nas direitas de Bells Beach, na Austrália, e estreou um novo formato nas competições do tour, formato sem a tradicional repescagem, a famosa “morte súbita. Perdeu, tá fora. Outra novidade desse formato é que as baterias serão todas homem-a-homem, e os oito melhores do ranking em 2008 entram direto na segunda fase da competição. Segundo a ASP, o novo formato reduz o tempo necessário para a realização de uma etapa.
A etapa de Bell’s é a mais antiga e tradicional do circuito mundial, já está em sua 37 edição. O troféu do evetento, em forma de sino é objeto de desejo de 10 entre 10 competidores. As maiores lendas do surf mundial já assinaram o troféu e badalaram o sino.
O evento começou em Bell’s depois foi transferido para a bancada de Winkipop, situada á esquerda de Bell’s.
Heitor Alves foi o primeiro brasileiro a dar adeus a competição, sendo eliminado pelo australiano Jay Thompson na primeira fase da competição. Heitor fica com a 33 colocação e não mostrou a que veio.
Jihad passa pelo americano Patrick Gudauskas na primeira fase, mas perdeu para o australiano Tom Whitaker na fase seguinte. Jihad não conseguiu ler corretamente as ondas de Bells e não soube segurar a prioridade numa hora crucial da bateria.
No feminino, a brasileira Silvana Lima derrotou a australiana Stephanie Gilmore na final e consegue sua primeira vitória no tour surfando muito bem e fazendo a festa brasileira na australia. A brasileira é a atual numero 2 do ranking mundial.
VEJA O VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=_ErGCwhakPE
Kelly Slater mais uma vez aposta nas pequenas quadriquilhas e é eliminado novamente em sua bateria de estréia, desta vez para o jovem australiano Owen Wright que encontrou as melhores ondas da bateria.
Adriano Mineirinho também perdeu em sua bateria de estréia para o inspirado australiano drew Courtney.
"Vi as ondas do Drew, ele surfou bem, fez um 9 e um 7. São cinco profissionais ali julgando e eu não me preocupo em saber se a nota foi justa ou não. Fiz um papel legal, deixei uma boa impressão aqui, mas não foi suficiente para passar a bateria. Agora, a única coisa que tenho de fazer é pensar em Teahupoo", diz Adriano no site Waves.
Ao término da bateria, diversas pessoas parabenizaram o brasileiro pela performance e contestaram o resultado do confronto, inclusive alguns australianos.

Kelly Slater e Mick Fanning vencem a expession session. Kelly com sua 5’4 executou um belo carving com 360 e Mick deu um belo cutback forçando a rabeta. Os dois dividiram os U$ 1.000 do premio.
Na segunda bateria da semi-final, o local Adam Robertson, que saiu das triagens do evento venceu o havaiano Fred Patacchia por 13.87 a 12.73.
Na final, Joel (17.40) mostrou experiência e um surf refinado e não deu chances a seu adversário, o local Adam Robertson (13.37) nas boas direitas de Bell’s. O surf refinado de Joel Parkinson foi superior e Parko vence a segunda etapa consecutiva do ano. Duas etapas, duas vitórias.
VEJA O VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=Mv21tuZmcU0
Mas o grande nome do evento foi mesmo o australiano joel Parkinson, que conquista sua segunda vitória seguida no tour e marcha forte rumo ao titulo. Em sua 15 vitoria, parko derrotou o local Adam Robertson pelo placar de 17.40 a 13.37 pontos. É a segunda vez que Parko toca o sino em Bells.
"Vencer em casa é provavelmente a vitória mais especial que pode existir, mas este é o troféu mais especial que você pode ter", diz Parko. "Não há outro troféu no surf com o prestígio e a honrosa lista de campeões como este. É incrível levantar novamente essa taça ", continua o aussie.
A segunda etapa do ASP World Tour 2009 aconteceu nas direitas de Bells Beach, na Austrália, e estreou um novo formato nas competições do tour, formato sem a tradicional repescagem, a famosa “morte súbita. Perdeu, tá fora. Outra novidade desse formato é que as baterias serão todas homem-a-homem, e os oito melhores do ranking em 2008 entram direto na segunda fase da competição. Segundo a ASP, o novo formato reduz o tempo necessário para a realização de uma etapa.
A etapa de Bell’s é a mais antiga e tradicional do circuito mundial, já está em sua 37 edição. O troféu do evetento, em forma de sino é objeto de desejo de 10 entre 10 competidores. As maiores lendas do surf mundial já assinaram o troféu e badalaram o sino.
O evento começou em Bell’s depois foi transferido para a bancada de Winkipop, situada á esquerda de Bell’s.Heitor Alves foi o primeiro brasileiro a dar adeus a competição, sendo eliminado pelo australiano Jay Thompson na primeira fase da competição. Heitor fica com a 33 colocação e não mostrou a que veio.
Jihad passa pelo americano Patrick Gudauskas na primeira fase, mas perdeu para o australiano Tom Whitaker na fase seguinte. Jihad não conseguiu ler corretamente as ondas de Bells e não soube segurar a prioridade numa hora crucial da bateria.
No feminino, a brasileira Silvana Lima derrotou a australiana Stephanie Gilmore na final e consegue sua primeira vitória no tour surfando muito bem e fazendo a festa brasileira na australia. A brasileira é a atual numero 2 do ranking mundial.VEJA O VIDEO
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Kelly Slater mais uma vez aposta nas pequenas quadriquilhas e é eliminado novamente em sua bateria de estréia, desta vez para o jovem australiano Owen Wright que encontrou as melhores ondas da bateria.
Adriano Mineirinho também perdeu em sua bateria de estréia para o inspirado australiano drew Courtney.
"Vi as ondas do Drew, ele surfou bem, fez um 9 e um 7. São cinco profissionais ali julgando e eu não me preocupo em saber se a nota foi justa ou não. Fiz um papel legal, deixei uma boa impressão aqui, mas não foi suficiente para passar a bateria. Agora, a única coisa que tenho de fazer é pensar em Teahupoo", diz Adriano no site Waves.
Ao término da bateria, diversas pessoas parabenizaram o brasileiro pela performance e contestaram o resultado do confronto, inclusive alguns australianos.

Kelly Slater e Mick Fanning vencem a expession session. Kelly com sua 5’4 executou um belo carving com 360 e Mick deu um belo cutback forçando a rabeta. Os dois dividiram os U$ 1.000 do premio.
Na primeira semi, dois talentosos surfistas (e que tem um estilo de surf muito parecido) se enfrentaram dando show de surf. Os dois se revezaram la liderança da bateria o tempo todo e no final Joel (16.33) derrotou o sul-africano Jordy Smith (15.24) garantindo mais uma final.
VEJA O VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=y0tsM3kX0lY
VEJA O VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=y0tsM3kX0lY
Na segunda bateria da semi-final, o local Adam Robertson, que saiu das triagens do evento venceu o havaiano Fred Patacchia por 13.87 a 12.73.Na final, Joel (17.40) mostrou experiência e um surf refinado e não deu chances a seu adversário, o local Adam Robertson (13.37) nas boas direitas de Bell’s. O surf refinado de Joel Parkinson foi superior e Parko vence a segunda etapa consecutiva do ano. Duas etapas, duas vitórias.
VEJA O VIDEO
http://www.youtube.com/watch?v=Mv21tuZmcU0
Mas o grande nome do evento foi mesmo o australiano joel Parkinson, que conquista sua segunda vitória seguida no tour e marcha forte rumo ao titulo. Em sua 15 vitoria, parko derrotou o local Adam Robertson pelo placar de 17.40 a 13.37 pontos. É a segunda vez que Parko toca o sino em Bells.
"Vencer em casa é provavelmente a vitória mais especial que pode existir, mas este é o troféu mais especial que você pode ter", diz Parko. "Não há outro troféu no surf com o prestígio e a honrosa lista de campeões como este. É incrível levantar novamente essa taça ", continua o aussie.
1 – Joel Parkinson (AUS) 17.402 – Adam Robertson (AUS) 13.37
RIP CURL PRO BELLS BEACH SEMIFINAL RESULTS:
SF 1: Joel Parkinson (AUS) 16.33 def. Jordy Smith (ZAF) 15.24
SF 2: Adam Robertson (AUS) 13.87 def. Fred Patacchia (HAW) 12.73
RIP CURL PRO BELLS BEACH QUARTERFINAL RESULTS:
QF 1: Joel Parkinson (AUS) 13.17 def. C.J. Hobgood (USA) 8.66
QF 2: Jordy Smith (ZAF) 15.50 def. Mick Fanning (AUS) 15.16
QF 3: Adam Robertson (AUS) 14.26 def. Kekoa Bacalso (HAW) 12.33
QF 4: Fredrick Patacchia (HAW) 14.13 def. Kieren Perrow (AUS) 12.17
Resultado do Rip Curl Pro 2009
1 Joel Parkinson (Aus)
2 Adam Robertson (Aus)
3 Fred Patacchia (Haw)
3 Jordy Smith (Afr)
5 Kekoa Bacalso (Haw)
5 Kieren Perrow (Aus)
5 C.J. Hobgood (EUA)
5 Mick Fanning (Aus)
17 Adriano de Souza (Bra)
17 Jihad Khodr (Bra)
Resultado do Rip Curl Pro 2009
1 Joel Parkinson (Aus)
2 Adam Robertson (Aus)
3 Fred Patacchia (Haw)
3 Jordy Smith (Afr)
5 Kekoa Bacalso (Haw)
5 Kieren Perrow (Aus)
5 C.J. Hobgood (EUA)
5 Mick Fanning (Aus)
17 Adriano de Souza (Bra)
17 Jihad Khodr (Bra)
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MINHA NOVA PRANCHA VELHA

Essa eu vi no Surf4ever http://surf4ever.wordpress.com/ e achei demais. O sujeito da foto estava impedido pela mulher de aparecer em casa com mais pranchas novas. O cara, que nao era bobo, mandou fazer uma prancha nova e o shaper da Moonlight Glassing, Malcolm Campbell, pintou a prancha como se fosse um tocão velho, amarelado e cheio d'água. Vale a idéia para quem tem o mesmo problema. Ou faz uma dessas, ou leva a esposa praquela praia deserta e isolada e deixa ela lá.
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29 de julho de 2009
ASP WORLD TOUR – STOP 1 - GOLD COAST – AUSTRALIA
QUIKSILVER PRO 2009
A etapa de abertura do Circuito Mundial é sempre um show de surf. Ondas perfeitas e palco natural para eventos de surf, o Quiksilver Pro, na Gold Coast australiana é uma daquelas etapas que enchem os olhos do mundo do surf.
As condições do mar foram um tanto difíceis e obrigaram o evento a usar uma estrutura móvel para acontecer em diferentes ondas da região. As baterias aconteceram nas ondas de Duranbah, Snapper Rocks e as finais na bancada de Kirra.
Heitor Alves não apresenta seu melhor surf e fica na 17 colocacao mas ganha a expession session com um bom aéreo que lhe rendeu U$ 2.500
Kelly Slater diz que vai se dedicar a conquista do décimo titulo mundial, aparece com uma prancha 5’3, quadriquilhas e arrebenta no freesurf, chocando o mundo do surf. Mas no evento perdeu para o novato Julian Wilson e, como há muito não acontecia, cai fora da disputa logo na primeira fase da competição.
Jihad faz uma boa estréia no Dream Tour, venceu importantes baterias e conquista uma nona colocação. Nada mal para o paranaense começar o ano como o numero 9 do tour.
As finais do evento aconteceram em ondas de 2,5 metros na praia de Kirra. Tubão, power surf e um espetáculo para o publico presente no primeiro evento do ano.
Na primeira semi, Joel Parkinson (9.93 e 10.00) vence o também local Mick Fanning (9.43 e 8.23) por 19.93 a 17.66. Uma bateria de dois pesos pesados do Tour e com ondas incrivelmente bem surfadas.
Na segunda bateria da semi-final, Adriano Mineirinho (7.17 e 7,67) surfa muito e esmaga o australiano Taj Burrow (3,67 e 1,67) por 14.84 a 5.34.
Na final, Joel (8.83 e 10.00) continua quebrando tudo e surfando com muito estilo e não da chances a Adriano de Souza (4.30 e 7.00). Parko faz 18.83 contra os 11.30 de Mineirinho.
Nosso mineirinho Adriano de Souza começa o ano bem demais. Surfando muito, o brasileiro foi derrotando um a um de seus adversários, eliminando atletas como Taj Burrow, Fred Pattachia, Bede Durbidge entre outros, faz sua primeira final no tour e começa o ano como numero 2 do mundo. Fato inédito para o surf brasileiro. Evoluindo a olhos vistos, Mineirinho a cada evento parece mais afinado com as condições de onda e julgamento do tour.
"Estou muito feliz. Foi incrível esse campeonato, passei por grandes estrelas e estou muito feliz por iniciar o ano assim tão bem. Agora tenho mais responsabilidade, mais trabalho a fazer. Vou me dedicar mais ainda aos meus treinos, às minhas pranchas. Acho que esse resultado está me dando mais energia, mais gás pra chegar bem a Bells. A única coisa que penso agora é manter o foco, a mesma determinação que tive neste campeonato, para que eu possa fazer um grande trabalho em Bells", diz Adriano.
Joel Parkinson surfa muito, apresenta o melhor surf da competição e vence em casa, fazendo a festa da torcida local. Parko mostra que está com vontade dobrada para conquistar seu primeiro titulo mundial.
"Há muito tempo eu não sentia o gosto da vitória", diz Parko. "Até a buzina tocar, eu não sabia qual a emoção que sentia. Você fica contagiado com o barulho da galera até você reencontrar a família e os amigos, que é onde você realmente sente todas as emoções. Agora estou eufórico e alucinado, e vai levar algumas horas para voltar ao normal". Diz Parko no site Waves.

Resultado do Quiksilver Pro 2009
1 Joel Parkinson (Aus)
2 Adriano de Souza (Bra)
3 Mick Fanning (Aus)
3 Taj Burrow (Aus)
5 CJ Hobgood (EUA)
5 Damien Hobgood (EUA)
5 Bede Durbidge (Aus)
5 Adrian Buchan (Aus)
9 Jihad Khodr (Bra)
17 Heitor Alves (Bra)
A etapa de abertura do Circuito Mundial é sempre um show de surf. Ondas perfeitas e palco natural para eventos de surf, o Quiksilver Pro, na Gold Coast australiana é uma daquelas etapas que enchem os olhos do mundo do surf.
As condições do mar foram um tanto difíceis e obrigaram o evento a usar uma estrutura móvel para acontecer em diferentes ondas da região. As baterias aconteceram nas ondas de Duranbah, Snapper Rocks e as finais na bancada de Kirra.
Heitor Alves não apresenta seu melhor surf e fica na 17 colocacao mas ganha a expession session com um bom aéreo que lhe rendeu U$ 2.500
Kelly Slater diz que vai se dedicar a conquista do décimo titulo mundial, aparece com uma prancha 5’3, quadriquilhas e arrebenta no freesurf, chocando o mundo do surf. Mas no evento perdeu para o novato Julian Wilson e, como há muito não acontecia, cai fora da disputa logo na primeira fase da competição.
Jihad faz uma boa estréia no Dream Tour, venceu importantes baterias e conquista uma nona colocação. Nada mal para o paranaense começar o ano como o numero 9 do tour.
As finais do evento aconteceram em ondas de 2,5 metros na praia de Kirra. Tubão, power surf e um espetáculo para o publico presente no primeiro evento do ano.
Na primeira semi, Joel Parkinson (9.93 e 10.00) vence o também local Mick Fanning (9.43 e 8.23) por 19.93 a 17.66. Uma bateria de dois pesos pesados do Tour e com ondas incrivelmente bem surfadas.
Na segunda bateria da semi-final, Adriano Mineirinho (7.17 e 7,67) surfa muito e esmaga o australiano Taj Burrow (3,67 e 1,67) por 14.84 a 5.34.
Na final, Joel (8.83 e 10.00) continua quebrando tudo e surfando com muito estilo e não da chances a Adriano de Souza (4.30 e 7.00). Parko faz 18.83 contra os 11.30 de Mineirinho.
Nosso mineirinho Adriano de Souza começa o ano bem demais. Surfando muito, o brasileiro foi derrotando um a um de seus adversários, eliminando atletas como Taj Burrow, Fred Pattachia, Bede Durbidge entre outros, faz sua primeira final no tour e começa o ano como numero 2 do mundo. Fato inédito para o surf brasileiro. Evoluindo a olhos vistos, Mineirinho a cada evento parece mais afinado com as condições de onda e julgamento do tour.
"Estou muito feliz. Foi incrível esse campeonato, passei por grandes estrelas e estou muito feliz por iniciar o ano assim tão bem. Agora tenho mais responsabilidade, mais trabalho a fazer. Vou me dedicar mais ainda aos meus treinos, às minhas pranchas. Acho que esse resultado está me dando mais energia, mais gás pra chegar bem a Bells. A única coisa que penso agora é manter o foco, a mesma determinação que tive neste campeonato, para que eu possa fazer um grande trabalho em Bells", diz Adriano.
Joel Parkinson surfa muito, apresenta o melhor surf da competição e vence em casa, fazendo a festa da torcida local. Parko mostra que está com vontade dobrada para conquistar seu primeiro titulo mundial."Há muito tempo eu não sentia o gosto da vitória", diz Parko. "Até a buzina tocar, eu não sabia qual a emoção que sentia. Você fica contagiado com o barulho da galera até você reencontrar a família e os amigos, que é onde você realmente sente todas as emoções. Agora estou eufórico e alucinado, e vai levar algumas horas para voltar ao normal". Diz Parko no site Waves.

Resultado do Quiksilver Pro 2009
1 Joel Parkinson (Aus)
2 Adriano de Souza (Bra)
3 Mick Fanning (Aus)
3 Taj Burrow (Aus)
5 CJ Hobgood (EUA)
5 Damien Hobgood (EUA)
5 Bede Durbidge (Aus)
5 Adrian Buchan (Aus)
9 Jihad Khodr (Bra)
17 Heitor Alves (Bra)
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28 de julho de 2009
ONDAS DO SUL
Impressionante a capa da revista SOLTO que recebi durante o WCT em Imbituba.
Todos sempre falam que no Rio Grande do Sul não dá onda, que as praias são abertas e de ondas cheias e mexidas. A foto da capa, clicada pelo do fotógrafo Caio Guedes mostra uma sessão na Praia da Cal digna de fazer inveja a Snapper Rocks. Outono com altas ondas no litoral norte gaúcho. Não é a toa que Neco anda por lá treinando forte.
Todos sempre falam que no Rio Grande do Sul não dá onda, que as praias são abertas e de ondas cheias e mexidas. A foto da capa, clicada pelo do fotógrafo Caio Guedes mostra uma sessão na Praia da Cal digna de fazer inveja a Snapper Rocks. Outono com altas ondas no litoral norte gaúcho. Não é a toa que Neco anda por lá treinando forte.
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ARTE NAS ROUPAS DE NEOPRENE
Esse cara inovou.
Há muito tempo surfamos todos com roupas de neoprene praticamente iguais. No geral são pretas, com poucas inovações em termos de design, apenas com algumas diferenças de corte e colocação de logotipos dependendo de cada marca. Olhando os surfistas na praia, todos parecem iguais. São raras as marcas que investem em design para diferenciar seus atletas.
Com isso em mente, Diddo, um designer e professor de artes de Utrecht, na Holanda, decidiu redesenhar as roupas de neoprene, apresentando novos padrões que são no mínimo originais. Usando tintas especiais e técnicas de impressão únicas, Diddo conseguiu resultados impressionantes.
A primeira edição de seu trabalho saiu com quatro desenhos:
- uma roupa que dá a ilusão do surfista ter sido atacado por um tubarão,
- um long que representa toda a musculatura humana
- o padrão da pele do tubarão baleia
- uma roupa que dá a impressão do neoprene estar todo enferrujado.
São propostas únicas e diferenciadas nesse mercado tão pouco original.
O trabalho do artistas e mais informações podem ser vistas no site http://bydiddo.com/ ou pelo email info@bydiddo.com
Wetsuits are both functional and protective, but why must they all look the same? Is there some unwritten law that dictates we shed our individuality to blend into the monotone waters? Not to challenge Mother Nature’s art direction but it’s high time for a change. With that in mind, I took up the challenge to create an alternative. With custom inks and unique printing techniques, I was able to map textures onto the suits to create original designs that evoke the mysteries of the seas.
The first edition contains four original designs: a rusted iron diving suit evoking the days of Jules Verne, the anatomic musculature suit as a homage to our inner strength, a wet suit which gives the illusion that the wearer has been attacked by a group of hungry sharks and finally a whale shark patterned suit that celebrates the brilliance and originality of our natural water world. More images in post.
Soon available. For requests please contact me.
Há muito tempo surfamos todos com roupas de neoprene praticamente iguais. No geral são pretas, com poucas inovações em termos de design, apenas com algumas diferenças de corte e colocação de logotipos dependendo de cada marca. Olhando os surfistas na praia, todos parecem iguais. São raras as marcas que investem em design para diferenciar seus atletas.Com isso em mente, Diddo, um designer e professor de artes de Utrecht, na Holanda, decidiu redesenhar as roupas de neoprene, apresentando novos padrões que são no mínimo originais. Usando tintas especiais e técnicas de impressão únicas, Diddo conseguiu resultados impressionantes.
A primeira edição de seu trabalho saiu com quatro desenhos:
- uma roupa que dá a ilusão do surfista ter sido atacado por um tubarão,
- um long que representa toda a musculatura humana
- o padrão da pele do tubarão baleia
- uma roupa que dá a impressão do neoprene estar todo enferrujado.
São propostas únicas e diferenciadas nesse mercado tão pouco original.
O trabalho do artistas e mais informações podem ser vistas no site http://bydiddo.com/ ou pelo email info@bydiddo.com
Wetsuits are both functional and protective, but why must they all look the same? Is there some unwritten law that dictates we shed our individuality to blend into the monotone waters? Not to challenge Mother Nature’s art direction but it’s high time for a change. With that in mind, I took up the challenge to create an alternative. With custom inks and unique printing techniques, I was able to map textures onto the suits to create original designs that evoke the mysteries of the seas.
The first edition contains four original designs: a rusted iron diving suit evoking the days of Jules Verne, the anatomic musculature suit as a homage to our inner strength, a wet suit which gives the illusion that the wearer has been attacked by a group of hungry sharks and finally a whale shark patterned suit that celebrates the brilliance and originality of our natural water world. More images in post.
Soon available. For requests please contact me.
LAGE DA JAGUARUNA - SC - BRASIL
Enquanto mais da metade do Brasil jura que aqui não tem onda de verdade, e muito menos onda grande, um grupo de surfistas liderados pelo tow surfer Thiago Jacaré vem surfando e colecionando historias nesta, que muitos dizem ser a maior (e mais constante) onda do Brasil.
A onda fica a 6 kms da costa, na praia de Jaguaruna, município localizado no litoral sul de Santa Catarina, e é um prato cheio para quem procura um surf cheio de ação e adrenalina. Da beira, só é possível avistar uma espuma perdida no horizonte. Quando chega perto, o monstro começa a mostrar seu power.
A lage da Jaguaruna foi desbravada pelo lendário e insano Zeca Sheffer, local de Torres e um dos principais big surfers do sul do brasil que faleceu em 2007 num acidente de carro na BR 101.
Hoje o local Thiago Jacaré, juntamente com um bando de malucos composto por Plínio Cruz, Chiquinho Prieto, Leandrinho Lima, Ricardo Amassado, Capilé, André Paulista, entre outros, são presenças constantes nos grandes swells. Jacaré monitora todas as ondulações e recebe muito bem a galera que chega com fome de grandes ondas.
Vale lembrar que essa é uma onda para poucos. Chegar lá não é fácil, é preciso contar com uma equipe de apoio e resgate, afinal a onda quebra em cima de uma lage de pedra extremamente rasa (chega a 1 metro de profundidade em alguns locais), a correnteza é bem forte e lobos e leões marinhos são presença fácil no pico. Uma vaca aqui e você pode estar bem encrencado.
A onda da Jaguaruna é mais um dos picos descobertos nessa época em que jetskis e botes surgiram no mundo do surf, possibilitando inúmeras descobertas Brasil afora.
A onda fica a 6 kms da costa, na praia de Jaguaruna, município localizado no litoral sul de Santa Catarina, e é um prato cheio para quem procura um surf cheio de ação e adrenalina. Da beira, só é possível avistar uma espuma perdida no horizonte. Quando chega perto, o monstro começa a mostrar seu power.
A lage da Jaguaruna foi desbravada pelo lendário e insano Zeca Sheffer, local de Torres e um dos principais big surfers do sul do brasil que faleceu em 2007 num acidente de carro na BR 101.
Hoje o local Thiago Jacaré, juntamente com um bando de malucos composto por Plínio Cruz, Chiquinho Prieto, Leandrinho Lima, Ricardo Amassado, Capilé, André Paulista, entre outros, são presenças constantes nos grandes swells. Jacaré monitora todas as ondulações e recebe muito bem a galera que chega com fome de grandes ondas.
Vale lembrar que essa é uma onda para poucos. Chegar lá não é fácil, é preciso contar com uma equipe de apoio e resgate, afinal a onda quebra em cima de uma lage de pedra extremamente rasa (chega a 1 metro de profundidade em alguns locais), a correnteza é bem forte e lobos e leões marinhos são presença fácil no pico. Uma vaca aqui e você pode estar bem encrencado.
A onda da Jaguaruna é mais um dos picos descobertos nessa época em que jetskis e botes surgiram no mundo do surf, possibilitando inúmeras descobertas Brasil afora.
20 de maio de 2009
GREMISTA ATE DEBAIXO D'AGUA!!

Um clube de futebol que lança roupa para surfistas.
O Grêmio, um dos grandes times do Brasil, está inovando geral, e criou uma roupa de neoprene,
especial para a pratica do surfe e de outros esportes aquaticos, com a imagem do clube estampada no peito.
Roupa para quem é gremista até embaixo d'água.
A coleção será lançada neste sábado, às 11h, na Loja GrêmioMania do Estádio Olímpico.
De acordo com a assessoria de imprensa tricolor, é a primeira vez que um clube de futebol lança um produto na linha de surfe.
A roupa de neoprene long tem modelos em todos os tamanhos em duas cores, o azul com detalhe em dourado e o preto com prata.
Os dois modelos tem o símbolo do Grêmio no peito.
As peças de vestuário são assinadas pela empresa Magic Brands, que é responsável pela também gaúcha FreeSurf.
A roupa foi desenvolvida para a prática do surfe e esportes aquáticos. A costura vedada impede a entrada de água
e material de neoprene 100% strech tornando a roupa mais leve e flexível.
Sócio do Grêmio em dia tem desconto na GrêmioMania. A loja aceita todos os cartões de crédito e parcela em até seis vezes.
O surfista da foto é o gremista Vini Fornari, de 26 anos. Ele é Vice-campeão Gaucho Mirim e Júnior, Bicampeão Gaucho Open,
Terceiro colocado no Brasileiro Open, Terceiro colocado no Brasil Tour Regional e Campeão Pan Americano com a seleção Brasileira de surfe.
Noticia no ClicRBS - http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&tipo=1&coldir=1&uf=1&local=1&blog=30&post=182826&siteId=552
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14 de dezembro de 2008
″10 MANDAMENTOS″
Organizando e escutando muito nas palestras do I e do II Congressurf, realizadas em Porto Alegre (RS), ficou nítida uma visão nacionalista do surf brasileiro. As marcas daqui são as que patrocinam a gigantesca maioria dos atletas profissionais e amadores, que patrocinam mais eventos e que injetam uma boa quantidade de dinheiro no mercado, beneficiando a todos que vivem para o esporte e vivem do esporte. Marcas como a Mormaii, a Hang Loose e a Tropical Brasil são grandes empresas do surf brasileiro, líderes de mercado e que realmente trabalham o surf brasileiro. Existem muitas outras marcas aqui que valeria a pena citar. Mas fiz esta pequena introdução para postar aqui o texto de Rodrigo Martins (na revista Boards n° 017) que sugere os 10 Mandamentos do mercado.
Dadá Souza – SurfOnLine
http://surfabout.blogspot.com
dadasouza@hotmail.com
″... Me veio aquela velha dialética em minha cabeça: por que o Brasil não vai pra frente? É uma pergunta simples até na sua estrutura gramatical, porém a resposta é muito complexa. Na insignificância de um cidadão padrão perante o sistema imposto, procuro fazer a minha parte. E passarei as minhas idéias aproveitando este privilegiado espaço.
Não há como negar as influencias recebidas dos gringos. O surf, o skate, o bodyboard, surgiram fora do Brasil. Tá e daí? Respeito. Mas não idolatro. Sei que esta retórica é repetitiva, então vou enumerar:
10 MANDAMENTOS
01 Já que vivemos numa sociedade capitalista, e um dos pilares ~e o consumo, então consuma produtos feitos no Brasil.
02 Valorize as marcas nacionais que patrocinam atletas, anunciam em revistas e investem em campeonatos.
03 Combata a Pirataria.
04 Seja patriota e otimista. O Brasil é um país jovem e está em desenvolvimento sim.
05 Só você pode mudar, mas faça parcerias.
06 Cobre a atuação em projetos das lojas especializadas em sua cidade.
07 Faça associações, abaixo-assinados e lute pelos seus direitos.
08 Procure conhecer o trabalho das revistas especializadas, sites, associações, federações, empresas, etc. ligadas ao meio. É fácil criticar, mas se você não faz nada para melhorar, sua crítica é vazia.
09 Veja menos televisão.
10 Seja atuante. Informe-se, pratique esporte e divulgue essas idéias.
Rodrigo Martins – coluna Folklore Attack - Revista Boards n° 017
Dadá Souza – SurfOnLine
http://surfabout.blogspot.com
dadasouza@hotmail.com
″... Me veio aquela velha dialética em minha cabeça: por que o Brasil não vai pra frente? É uma pergunta simples até na sua estrutura gramatical, porém a resposta é muito complexa. Na insignificância de um cidadão padrão perante o sistema imposto, procuro fazer a minha parte. E passarei as minhas idéias aproveitando este privilegiado espaço.
Não há como negar as influencias recebidas dos gringos. O surf, o skate, o bodyboard, surgiram fora do Brasil. Tá e daí? Respeito. Mas não idolatro. Sei que esta retórica é repetitiva, então vou enumerar:
10 MANDAMENTOS
01 Já que vivemos numa sociedade capitalista, e um dos pilares ~e o consumo, então consuma produtos feitos no Brasil.
02 Valorize as marcas nacionais que patrocinam atletas, anunciam em revistas e investem em campeonatos.
03 Combata a Pirataria.
04 Seja patriota e otimista. O Brasil é um país jovem e está em desenvolvimento sim.
05 Só você pode mudar, mas faça parcerias.
06 Cobre a atuação em projetos das lojas especializadas em sua cidade.
07 Faça associações, abaixo-assinados e lute pelos seus direitos.
08 Procure conhecer o trabalho das revistas especializadas, sites, associações, federações, empresas, etc. ligadas ao meio. É fácil criticar, mas se você não faz nada para melhorar, sua crítica é vazia.
09 Veja menos televisão.
10 Seja atuante. Informe-se, pratique esporte e divulgue essas idéias.
Rodrigo Martins – coluna Folklore Attack - Revista Boards n° 017
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