19 de agosto de 2013

Adrian Buchan vence em Teahupoo

Adrian Buchan venceu Kelly Slater na final do Billlabong Pro Tahiti. Foto: ASP/Robertson

Adrian Buchan venceu o norte-americano Kelly Slater na final do 2013 Billlabong Pro Tahiti. Buchan somou 9.67 e 9.27 e venceu o 11 vezes campeão do mundo e rei de teahupoo Kelly Slater. Adrian Buchan veio surfando muito durante todo e realmente mereceu essa vitória. Slater saiu do Tahiti com o 2º lugar, mas com a liderança do ranking embaixo dos braços. Já foram seis de um total de 10 etapas. Parece que Slater quer mesmo completar essa dúzia de títulos mundiais.

Esse domingo foi quase uma Maratona no Tahiti:  ao todo foram surfadas 19 baterias! Notas acima de 9? Muitas. Teahupoo mostrou porque é uma onda-rainha no tour. O dia começou cedo, com ondas de 6 pés e ótimas condições de surf. No início da manhã foram pra água as últimas baterias do Round 3. Na terceira bateria do dia Gabriel Medina acabou eliminado pelo havaiano Fredrick Patacchia. Medina era a última esperança brasileira na etapa. Dos primeiros confrontos até as finais, as ondas bombaram sem parar e todas as baterias foram surfadas em excelentes condições de surf.

O australiano Kai Otton fez uma nota 10 no Round 4. John John Florence fez uma nota 10 nas quartas. Também merece destaque a bateria Kelly Slater x Joel Parkinson no Round 5. Essa bateria poderia ter sido a final do evento. Parko saiu na frente, mas Slater deu a sua resposta num tubo curto, mas intenso. Slater marcou 9.57, somou com um 7.17 e venceu Parko, que continua com essa espinha atravessada na garganta.

QUARTAS

Na 1ª bateria das quartas, duelo australiano e pouca ação: Josh Kerr (AUS) x Mick Fanning (AUS) foi uma bateria lenta e com poucas ondas surfadas. Mick Fanning venceu esse confronto com médias relativamente baixas (6.57 e 5.50). No último segundo, Josh Kerr remou numa boa onda, pegou um bom tubo e certamente viraria a bateria, mas a onda não contou. Segundo os juízes Kerr dropou a onda depois da buzina de encerramento. Mick Fanning avançou sem grandes problemas, ainda líder do ranking.

Na segunda bateria das quartas, John John (HAW) x Adrian Buchan (AUS).  O havaiano começou a bateria com uma onda perfeita: Dois tubões e uma pancada de backside. Nota 10 unânime dos juízes. (Merecia uma nota 11!) Adrian Buchan tinha somente um 6.00 quando pegou um tubão e ganhou 9.67 dos juízes. Poucos minutos depois, Buchan pega mais um tubão e manda um cutback perfeito e marca mais 9.50. Uma média 19.17! John John, que começou a bateria com um 10, ficou precisando de 9.17 para virar o resultado. O havaiano ainda pegou um último tubo antes de acabar a bateria mas marcou somente 7.33. O australiano Adrian Buchan passou para a semi e eliminou um dos grandes favoritos ao título.

Na 3ª bateria do dia, Kai Otton (AUS) x Julian Wilson (AUS). Uma bateria quase sem ondas. Julian abriu a bateria com um 6.67. Kai Otton fez um 7.67 e um 8.87, deixando Julian Wilson precisando de 9.31 para virar. Kai Otton venceu e carimbou seu passaporte para a semi.

Na última bateria das quartas, Kelly Slater (USA) x Fredrick Patacchia (HAW) – Slater começou a bateria com um 8.93. Logo em seguida, Freddy P partiu sua prancha mágica e passou o resto da bateria tentando se adaptar com a nova prancha. Slater ainda fez um 7.93 e nem gastou muita energia. Patacchia viu sua vaga ir para as mãos experientes de Slater, que mais uma vez está na semi em Teahupoo.

SEMI

Mick Fanning x Adrian Buchan. Ace Buchan começou o confronto com um tubo longo e bem deep e ganhou uma nota 9.57. Na sequencia, Buchan ainda marca mais 9.10 e soma a excelente média de 18.67. Mick Fanning, sem nenhuma onda forte, ficou precisando de uma combinação de ondas: 18.68. Faltando 11 minutos Fanning pegou um tubo muito longo em uma onda intermediária e marcou 9.13. Bem que o Mick Fanning lutou, mas acabou morrendo na praia. O dia era mesmo de Adrian Buchan e o australiano foi o primeiro a carimbar o passaporte para a final em Teahupoo.

Kelly Slater x Kai Otton. A segunda bateria da semi também começou morna. Otton somou 1.83 e 5.50. Só quando faltava 15 minutos para acabar a bateria é que Kelly pega a sua primeira onda. Com uma prancha minúscula, Slater fez um tubo muito extenso e começou a bateria com um 7.83. Com uma única onda, Kelly passou a liderar a bateria. E para facilitar ainda mais a vida de Slater, Kai Otton entregou de bandeja a prioridade para Slater, que soube aproveitar o presente. Faltando 7 minutos para o final da bateria, Slater pegou um ótimo tubo e marcou mais 8.50. Kai Otton caiu numa combinação de ondas e nada pôde fazer. Slater venceu, passou Mick Fanning e assumiu a liderança do ranking mundial.


Slater ficou em 2º em Teahupoo mas saiu do Tahiti com a liderança do Circuito Mundial. Foto ASP/Kirstin

John John Florence ganhou o A.I. Memorial Award por sua performance em Teahupoo segundo votação feita por internautas e por uma comissão julgadora. John John realmente impressionou com o seu surf. Jeremy Flores ganhou um prêmio por surfar a onda mais pesada da etapa. 

FINAL


Kelly Slater x Adrian Buchan. Adrian Buchan saiu na frente, marcando 9.67 logo em sua primeira onda. Slater pegou um tubo meio apertado, mas longo, e marcou 7.67. Buchan pegou mais um ótimo tubo e ganhou 9.27 . Slater deu sua resposta e marcou 9.10. Faltando 7 minutos Adrian Buchan deixou Slater precisando de 9.84 para vencer. Adrian Buchan venceu o Rei de Teahupoo Kelly Slater. Foi uma grande vitória para o Ace (a 2ª de Adrian Buchan no tour) e um importante campeonato para o Kelly. 








Kelly Slater está mais uma vez no topo do ranking. Mick Fanning é o 2º, Joel Parkinson é o 3º, Jordy é o 4º, Taj é o 5º, Nat Young o 6º e Adriano de Souza o 7º colocado no ranking. Kelly Slater e Mick Fanning abrem boa vantagem em cima do 2º pelotão.

A próxima etapa do tour acontece em Trestles, California, de 15 a 21 de setembro.

BILLABONG PRO TAHITI FINAL RESULTS:
1 – Adrian Buchan (AUS) 18.94
2 – Kelly Slater (USA) 17.90
BILLABONG PRO TAHITI SEMIFINAL RESULTS:
SF 1: Adrian Buchan (AUS) 18.67 def. Mick Fanning (AUS) 15.80
SF 2: Kelly Slater (USA) 16.73 def. Kai Otton (AUS) 7.67
BILLABONG PRO TAHITI QUARTERFINAL RESULTS:
QF 1: Mick Fanning (AUS) 12.07 def. Josh Kerr (AUS) 7.06
QF 2: Adrian Buchan (AUS) 19.17 def. John John Florence (HAW) 17.33
QF 3: Kai Otton (AUS) 16.54 def. Julian Wilson (AUS) 13.90
QF 4: Kelly Slater (USA) 16.86 def. Fredrick Patacchia (HAW) 8.66
BILLABONG PRO TAHITI ROUND 5 RESULTS:
Heat 1: Mick Fanning (AUS) 14.20 def. Jeremy Flores (FRA) 13.40
Heat 2: Adrian Buchan (AUS) 14.16 def. Jordy Smith (ZAF) 8.30
Heat 3: Julian Wilson (AUS) 18.00 def. C.J. Hobgood (USA) 17.27
Heat 4: Kelly Slater (USA) 16.74 def. Joel Parkinson (AUS) 13.97
BILLABONG PRO TAHITI ROUND 4 RESULTS:
Heat 1: Josh Kerr (AUS) 16.67, Jeremy Flores (FRA) 16.47, Jordy Smith (ZAF) 8.67
Heat 2: John John Florence (HAW) 18.67, Adrian Buchan (AUS) 17.80, Mick Fanning (AUS) 12.10
Heat 3: Kai Otton (AUS) 18.93, Julian Wilson (AUS) 18.74, Kelly Slater (USA) 14.77
Heat 4: Fredrick Patacchia (HAW) 18.53, Joel Parkinson (AUS) 17.47, C.J. Hobgood (USA) 16.70
BILLABONG PRO TAHITI REMAINING ROUND 3 RESULTS:
Heat 9: Julian Wilson (AUS) 13.34 def. Adam Melling (AUS) 0.73
Heat 10: C.J. Hobgood (USA) 9.60 def. Yadin Nicol (AUS) 7.10
Heat 11: Fredrick Patacchia (HAW) 16.70 def. Gabriel Medina (BRA) 16.16
Heat 12: Joel Parkinson (AUS) 16.33 def. Alain Riou (PYF)
15.76

E a propósito: aquele jet ski quase complicou a vida de Slater no campenato. Levar uma vaca junto com o jet em cima da bancada de corais é arriscado demais. O segurança d´água foi lá para ajudar, mas colocou Kelly em situação de risco. 

A propósito 2: aquela onda do Medina em que ele pegou um tubo, mandou dois rasgadões e um aéreo no final não dever ter sido mais valorizada? Ninguém conseguiu algo assim durante todo o evento.

17 de agosto de 2013

Billabong Pro Tahiti - Dia 2

Mick Fanning é o líder do ranking e ontem fez uma nota 10 perfeita em Teahupoo. Foto ASP/Kirstin

O campeonato pegou fogo no 2º dia do Billabong Pro Tahiti. Nessa sexta-feira rolaram as baterias pendentes do round 2 e as oito primeiras baterias do Round 3. Ao contrário do primeiro dia, nessa sexta as ondas estavam perfeitas e as notas saíram. Só nessa sexta-feira já foram três Notas 10! John John, Mick Fanning e Jeremy Flores fizeram ondas perfeitas e ganharam a nota máxima dos juízes.

Jordy Smith (17.90), Jeremy Flores 17.87), Josh Kerr (18.53), John John Florence (19.10), Adrian Buchan (17.03), Mick Fanning (17.83), Kelly Slater (18.97) e Kai Otton (16.43) venceram e estão classificados para o Round 4. Ainda faltam 4 baterias do Round 3 que ficaram pendentes. O brasileiro Gabriel Medina, último representante do Brasil no evento, enfrentará o havaiano Fredrick Patacchia na penúltima bateria do R3 (a 3ª do dia).

Kai Otton somou 9.33 e 9.73, Josh Kerr somou 9.33 e 9.20, John John somou 9.10 e 10.00, Mick Fanning somou 7.83 e 10.00 e Kelly somou 9.00 e 9.97. Essas médias são a prova de que não faltaram boas ondas nesse 2º dia competição.

Miguel Pupo fez boas apresentações em Teahupoo mas infelizmente acabou eliminado do evento pelo havaiano John John Florence no Round 3, justamente quando John John fez a maior média do evento.

A competição deve recomeçar nesse sábado com condições parecidas de surf. Fiquem ligados! O SurfOnline passa todas as informações via Twitter.


BILLABONG PRO TAHITI ROUND 3 RESULTS:
Heat 1: Jordy Smith (ZAF) 17.90 def. Nathan Hedge (AUS) 17.70
Heat 2: Jeremy Flores (FRA) 17.87 def. Damien Hobgood (USA) 15.60
Heat 3: Josh Kerr (AUS) 18.53 def. Kieren Perrow (AUS) 17.83
Heat 4: John John Florence (HAW) 19.10 def. Miguel Pupo (BRA) 11.13
Heat 5: Adrian Buchan (AUS) 17.03 def. Bede Durbidge (AUS) 16.27
Heat 6: Mick Fanning (AUS) 17.83 def. Ian Walsh (HAW) 17.60
Heat 7: Kelly Slater (USA) 18.97 def. Anthony Walsh (AUS) 16.23
Heat 8: Kai Otton (AUS) 16.43 def. Matt Wilkinson (AUS) 16.27

REMAINING BILLABONG PRO TAHITI REMAINING ROUND 3 MATCH-UPS:
Heat 9: Julian Wilson (AUS) vs. Adam Melling (AUS)
Heat 10: C.J. Hobgood (USA) vs. Yadin Nicol (AUS)
Heat 11: Gabriel Medina (BRA) vs. Fredrick Patacchia (HAW)
Heat 12: Joel Parkinson (AUS) vs. Alain Riou (PYF)

16 de agosto de 2013

Começa a 6ª etapa do Circuito Mundial em Teahupoo



Começou em Teahupoo, Tahiti, a 6ª etapa do circuito mundial da ASP.  O Tour chegou no Tahiti com Mick Fanning (AUS) na liderança do ranking, seguido por Kelly Slater (2º), Joel Parkinson (3º), Jordy Smith (4º), Taj Burrow (5º), Nat Young (6º) e Adriano de Souza na 7ª colocação. Teahupoo é o momento do funil. Quem se der bem nessa etapa, vai brigar pelo título mundial de 2013. Quem for mal aqui no Tahiti, vai lutar mesmo é pela classificação pro ano que vem.

O campeonato em Teahupoo teve início com ondas pequenas e demoradas, um “Tchoppinho”, mas as ondas estavam lá e renderam algumas boas notas.  Matt Wilkinson (AUS) marcou um 8.17. Jordy Smith (ZAF) marcou um 8.10 e depois pegou um tubo pra direita (6.77). Kolohe Andino (USA) começou a bateria com uma nota 9.00. O vice-campeão da triagem, Anthony Walsh (AUS), fez a primeira nota 10 do evento (e não passou a bateria). Joel Parkinson (AUS) marcou um 8.23. Kelly Slater (USA) marcou uma nota 8.50, Fred Patacchia (HAW) marcou um 8.17. Kieren Perrow (AUS) fez um 8.93 e Yadin Nicol (AUS) marcou um 9.07. CJ Hobgood um 8.17 e o havaiano John John Florence marocu um  9.07. No Round 2 Mick Fanning marcou 9.00; Nat Young marcou um 8.00, Anthony Walsh marcou um 8.50

O Round 1 foi finalizado e dentre os brasileiros somente Gabriel Medina se classificou direto para o Round 3. Mineiro, Pupo, Alejo e Filipe terão de lutar pela vaga no Round 2. 




Round 2 

Na primeira bateria do Round 2, o líder do ranking Mick Fanning, enfrentou o local Jocelyn Poulou e não teve muito trabalho para garantir a sua vaga. Ian Walsh (HAW) eliminou o australiano Taj Burrow ( entao 5º colocado do ranking), Anthony Walsh (AUS) eliminou o norte-americano Nat Young (número 6 do ranking) e, na última bateria do dia, Adriano de Souza e o tahitiano Alain Riou travaram um duelo bastante disputado, mas quem se deu melhor foi Alain Riou que venceu por 12.03 x 11.77. Adriano de Souza estava na 7ª colocação no ranking e agora tem seu caminho para o título mundial ainda mais complicado.

O primeiro dia do Billabong Pro não teve muito brilho. E nem muita onda. Rolou um certo frisson no 10 de Anthony Walsh e no final da bateria do Kelly, que se classificou com uma onda salvadora nos últimos segundos de sua bateria. 

Decididamente não foi aquele Teahupoo de ondas grandes que todo mundo gostaria de ver, mas já agilizou o cronograma da competição. O campeonato acabou paralisando após o término da 4ª bateria do Round 2 e deve recomeçar amanhã para a realização das baterias restantes da repescagem.

A maior média do dia foi de Kieren Perrow (16.60).

ROUND 1 RESULTS:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 10.67, Patrick Gudauskas (USA) 10.63, Nat Young (USA) 3.13
Heat 2: Matt Wilkinson (AUS) 15.07, Taj Burrow (AUS) 13.80, Nathan Hedge (AUS) 10.00
Heat 3: Jordy Smith (ZAF) 14.93, Alain Riou (PYF) 11.33, Travis Logie (ZAF) 6.57
Heat 4: Joel Parkinson (AUS) 16.06, Kolohe Andino (USA) 15.17, Anthony Walsh (AUS) 14.83
Heat 5: Kelly Slater (USA) 14.00, Ian Walsh (HAW) 13.83, Brett Simpson (USA) 9.43
Heat 6: Fredrick Patacchia (HAW) 15.77, Mick Fanning (AUS) 10.60, Jocelyn Poulou (PYF) 8.80
Heat 7: Kieren Perrow (AUS) 16.60, Adrian Buchan (AUS) 10.60, Adriano de Souza (BRA) 10.00
Heat 8: Yadin Nicol (AUS) 14.07, Michel Bourez (PYF) 13.13, Kai Otton (AUS) 12.67
Heat 9: Gabriel Medina (BRA) 12.16, Alejo Muniz (BRA) 11.87, Josh Kerr (AUS) 11.37
Heat 10: C.J. Hobgood (USA) 13.50, Jeremy Flores (FRA) 13.27, Adam Melling (AUS) 11.10
Heat 11: John John Florence (HAW) 16.57, Julian Wilson (AUS) 11.17, Miguel Pupo (BRA) 2.17
Heat 12: Damien Hobgood (USA) 13.16, Filipe Toledo (BRA) 6.93, Sebastian Zietz (HAW) 2.60
ROUND 2 RESULTS:
Heat 1: Mick Fanning (AUS) 16.37 def. Jocelyn Poulou (PYF) 10.50
Heat 2: Ian Walsh (HAW) 12.40 def. Taj Burrow (AUS) 8.00
Heat 3: Anthony Walsh (AUS) 15.43 def. Nat Young (USA) 13.10
Heat 4: Alain Riou (PYF) 12.03 def. Adriano de Souza (BRA) 11.77
BATERIAS PENDENTES:
Heat 5: Michel Bourez (PYF) vs. Nathan Hedge (AUS)
Heat 6: Josh Kerr (AUS) vs. Patrick Guduaskas (USA)
Heat 7: Julian Wilson (AUS) vs. Alejo Muniz (BRA)
HEAT 8: Sebastian Zietz (HAW) vs. Adam Melling (AUS)
HEAT 9: Filipe Toledo (BRA) vs. Miguel Pupo (BRA)
HEAT 10: Jeremy Flores (FRA) vs. Brett Simpson (USA)
HEAT 11: Kai Otton (AUS) vs. Kolohe Andino (USA)
HEAT 12: Adrian Buchan (AUS) vs. Travis Logie (ZAF)


Fotos e videos no site oficial do evento:

14 de agosto de 2013

Fotógrafo registra a onda de lixo na Indonesia

Waves for days. Trash for eternity. O fotógrafo Zak Noyle esteve recentemente em Java, Indonesia, onde registrou uma enorme quantidade de lixo jogada no mar. É muito triste ver tamanho descaso com os oceanos. 


Dear Sylvia, love Steph

Talento pouco é bobagem.

13 de agosto de 2013

A L M A R

ALMAR é um documentário filmado em La Paloma, Uruguai, explorando a relação entre o homem e o mar. O projeto foi realizado por Emanuelle Miranda, Federico Bazzi, Facundo Ruete e Verônica Mieres.

12 de agosto de 2013

Enquanto isso, no circo da ASP




2013 começou com uma grande expectativa para todos que acompanham o circuito mundial de surf. Em 2012 foi anunciado que a ASP, “associação/empresa privada” que controla o circuito mundial, foi vendida para um grupo privado (ZoSea Media Holdings, Inc.), que grosseiramente falando, é composto por pessoas envolvidas com a Quiksilver, uma das  maiores marcas do esporte. Muita gente queria ver o esporte surf saindo das mãos dos australianos e passasse a ser gerenciado por pessoas mais profissionais e comprometidas com o desenvolvimento profissional e sustentável do esporte, mas já se passou a metade do ano e até agora parece que nada mudou. A entidade continua sendo gerenciada e executada pelas mesmas pessoas de sempre, que cometem os mesmos erros de sempre.

O tal “ano de transição” está sendo na verdade um ano de inércia. A ZoSea só assumirá o controle da ASP em 2014 e até lá, o surf vive em seu próprio limbo.

Enquanto a nova diretoria não assume as rédeas do surf profissional, temos que continuar assistindo a velha falta de profissionalismo da entidade em lidar com problemas de comportamento por parte dos atletas. Agressões, drogas e favorecimentos continuam existindo no mundo mágico da ASP. Principalmente quando os envolvidos são havaianos. Ou brasileiros. Explico: sempre que acontece um caso de agressão, a entidade coloca panos quentes e abafa o caso.

No Hawaii, Makua Rothman já deu um tapão na cara do brasileiro Paulo Moura durante uma entrevista e Sunny Garcia tentou agredir Neco Padaratz durante uma bateria. Ainda teve aquela briga envolvendo Sunny Garcia e Jeremy Flores na Austrália, embora esse caso tenha ocorrido durante uma sessão de freesurf. Agora essa semana, Jamie O´Brien deu um soco na cara do brasileiro Ricardo dos Santos também durante uma bateria do trials do Billabong Pro Tahiti. Nos instantes finais da bateria, Jamie O´Brien e Ricardinho remaram na mesma onda, Jamie rabeou o brasileiro e ainda desferiu um soco na boca do brasileiro, bi-campeão do trials de Teahupoo. Ambos acabaram eliminados da competição e o havaiano impediu que o brasileiro continuasse lutando pelo título do trials (Ricardinho é o atual bi-campeão do Von Zipper Trials).

Ricardinho mostra o resultado da agressão de Jamie O´Brien em seu Instagram

Embora essas agressões tenham acontecido durante os eventos da ASP, tenham sido transmitidas ao vivo e amplamente divulgadas pela internet, nenhuma delas teve qualquer tipo de punição.

Como disse Ricardinho em suas redes sociais: “Confesso que para mim é muito triste, pois foi uma situação extrema, na qual pegamos a onda juntos e acabei levando um soco na cara em plena onda!!! Não sou lutador, sou surfista profissional, não estou acostumado a levar socos enquanto exerço minha profissão. Pra completar, após tomar porrada na cara, o quarto colocado virou a bateria. Conclusão: tomei soco na cara durante uma bateria, perdi a chance de defender o título e não há nada que possa ser feito. Não era para o surf ser assim" Ricardinho também escreveu  "Obrigado, Jamie O'Brien, por socar meu rosto durante minha bateria de traigem. Não sei porque as coisas continuam acontecendo dessa maneira quando as pessoas estão competindo. Esse seria o evento mais importante do ano para mim e fui nocauteado durante a bateria por um outro surfista. Inaceitável!"

Se você não viu os comentários e fotos postadas pelo Ricardo dos Santos também não vai ver mais. Ricardinho teve que apagar as fotos textos que publicou falando do episódio por “livre e espontânea pressão”. Sim, a censura também existe na ASP. Depois de ver alguns de seus atletas reclamando publicamente de julgamentos e de decisões incompreensíveis pelo twitter e pelo facebook, a entidade hoje não permite que seus competidores publiquem reclamações ou comentários negativos sobre a entidade nas redes sociais. Censura ou um ato desesperado de uma entidade que não tem muito profissionalismo?
O fato é que todas as agressões e atos de violência deveriam ser repudiados e punidos com severidade, mas não é o que acontece. Medo dos havaianos? Falta de um real respeito pelos brasileiros? Responda quem for capaz.

Flagra do momento em que Jamie O´Brien pede desculpas a Ricardinho

Agora inverta os acontecimentos. E se o brasileiro tivesse agredido o Jamie O´Brien? O que aconteceria? Certamente ele seria punido para servir de exemplo. Exatamente como fizeram com o brasileiro Neco Padaratz em 2005. Na época, uma grande parte ( ou a maior parte?) dos surfistas do tour usavam drogas, e três outros atletas teriam caído no mesmo exame antidoping de Neco acusando a presença de THC (maconha) no sangue. Mas somente o brasileiro foi penalizado. E os casos são muitos. O Occy foi pego fumando maconha na praia, durante o evento do Rio e nada aconteceu com ele. Andy Irons usava todo tipo de drogas, morreu de overdose e virou mito. Mas somente o Neco dançou. E o Ricardinho certamente teria dançado se fosse ele quem tivesse agredido o JOB. A justiça às vezes passa longe da porta da ASP.

Por sinal, o Tour Manager da ASP, Renato Hickel, catarinense e conterrâneo de Ricardinho, já tirou o deles da reta. Segundo Hickel, o Trials de Teahupoo nada tem a ver com a ASP, pois é um evento da Federação Tahitiana de Surf. 

Mas vamos falar sério, uma entidade esportiva séria não permitiria nem agressões e muito menos o uso de drogas por parte de seus atletas. Até porque os atletas são ídolos que influenciam milhares de jovens e crianças mundo afora. Mas todos que acompanham os eventos da ASP de perto, sabem que nem as agressões, nem as drogas ou o álcool são punidos. Pelo contrário, tudo isso acontece inclusive durante as etapas do tour. Embora essa seja a geração mais saudável e atlética da história do surf, onde muitos surfistas do circuito são realmente atletas e não surfistas malucos, faça uma visita a qualquer um dos hotéis que recebem os surfistas e você pode comprovar o que falo aqui. 

Em relação ao antidoping, em 2011 a ASP anunciou que a partir de 2012 o tour faria os testes antidoping, mas parece que essa foi só uma daquelas conversas para boi dormir. Ao que parece, em 2012 somente um exame de antidoping foi realizado e em 2013 nem se fala mais nisso. Atletas limpos podem sim competir com surfistas "turbinados" sem nenhum problema.

Ao que parece, a ASP continua sendo uma associação privada, que protege as marcas e atletas e que faz de seu circuito uma grande festa, sem muitos compromissos com a justiça do esporte. 

Os juízes continuam os mesmos há muitos anos e embora tenham muita experiência e know how, são uma espécie de cargo de confiança da entidade. Erros e favorecimentos são comuns, assim como locutores e comentaristas que só estão lá para falar bem das marcas e dos eventos e para torcer descaradamente por seus surfistas favoritos. 

CORRUPÇÃO NO CIRCUITO MUNDIAL?

Dia 27 de julho agora, durante a etapa Prime de Huntington Beach, CA, e depois de perder em sua bateria para a 5x campeã do mundo Steph Gilmore, a atleta peruana SofiaMulanovich, ex-campeã mundial de surf, denunciou em seu twitter que existe corrupção entre os juízes da ASP.

“Mi última temporada en el tour y nada ha cambiado. Es una corrupción el surfing profesional y los jueces hacen pasar a las personas que le conviene a la industria y a los favoritos del momento” “Ha pasado muchas veces en mi carrera y esta vez no lo voy a permitir, es una pena, ya que el surfing es el deporte más lindo del mundo”, disse Sofia Mulanovich em sua rede social.

Sofia Mulanovich, campeã mundial de 2004, anunciou que não vai mais competir no tour e que existe sim favorecimento no quadro da ASP. Bem, não é nenhuma novidade que a ASP é um grupo privado e fechado e que os seus juízes não se renovam. Quem acompanha os eventos ao vivo ou pela internet, pode notar que os juízes têm sim seus surfistas preferidos e que constantemente erram em suas notas, quase sempre a favor de alguns “queridinhos” do mercado. Muitas vezes os julgamentos são tão subjetivos, que fica todo mundo sem entender. Ficam fãs, jornalistas, locutores, comentaristas e até os surfistas sem entender a lógica de julgamento. Até os grandes especialistas, que acompanham o esporte há décadas, ficam surpresos e perplexos diante de alguns resultados.

É uma pena ver um esporte tão puro e tão bonito nas mãos de pessoas não muito profissionais e com interesses que vão além da competição justa. Tudo isso tira um pouco do brilho e da credibilidade do esporte. 

Enquanto isso o "mercado" reclama que o surf continua sendo visto como um esporte menor e não muito profissional, que as marcas estão perdendo vendas, prestígio e glamour e que os preços de suas ações caem vertiginosamente. E tem gente que ainda se pergunta: por que será que isso está acontecendo?

Sem profissionalismo, sem transparência, sem regras claras e justas, até o mais bonito dos esportes fica feio.

Por: Dadá Souza
As fotos foram retiradas das mídias sociais do Ricardinho antes de serem excluídas

9 de agosto de 2013

Situação de Emergência no Japão deixa o planeta todo preocupado


Há quem idolatre a eficiência e a disciplina dos japoneses. E há também quem os acuse de ser o povo que mais agride a vida marinha, matando baleias e golfinhos em todos os mares do planeta. Infelizmente, ambos estão corretos. Os japoneses são mesmo um povo exemplar quando se fala de educação e de eficiência, mas também são um dos maiores bandidos do mundo quando falamos na preservação dos oceanos e da vida marinha.

As histórias de navios japoneses matando baleias, golfinhos e dizimando o atum em todos os mares do planeta já são antigas, corriqueiras, e não surpreendem mais ninguém. Esse povo, tão educado, já acabou com suas reservas pesqueiras devido a prática da sobrepesca e hoje vive praticando sua pesca  agressiva e predatória (e não muito inteligente) na costa de diversos países, inclusive aqui no Brasil, onde estão acabando com o nosso atum.

Mas essa matança exagerada de animais marinhos e a prática da sobrepesca (quando se pesca mais rápido do que o peixe consegue se reproduzir) não são nada perto do que os japoneses estão cometendo  agora: o maior crime contra a história dos oceanos.

Neste exato momento em que você está lendo esse texto, toneladas e mais toneladas de água contaminada são jogadas da usina nuclear de Fukushima direto para o mar. Esse envenenamento crônico já atinge diversos países, como a costa oeste dos Estados Unidos e o arquipélago havaiano. A imagem acima mostra o fluxo dessa radiação se espalhando pelo oceano pacífico e atingindo muitos países, mares e praias.

A Usina de Fukushima, atingida pelo terremoto/tsunami de 2011, está liberando cerca de 300 toneladas de água contaminada por dia no mar do Japão, isso desde a época do acidente, há 2 anos, informou um funcionário do governo.

Enquanto o governo japonês luta para tentar reverter esse quadro, componentes radioativos (como trítio, césio e estrôncio) estão sendo jogados no mar e no ar, causando sérios problemas aos mares, ao meio-ambiente e a população mundial. Já se fala que serão necessários cerca de 40 anos para a limpeza do local e trilhões de dólares para que se reverta essa situação. Mas também se fala que esse envenenamento pode durar séculos.

A pergunta que não quer calar é: por que o estúpido bicho-homem continua apostando na cara e muito perigosa energia nuclear, quando existem tantas alternativas mais inteligentes e mais limpas de captação de energia? Me perdoem as palavras, mas os japoneses também sabem ser ignorantes e estúpidos. E por conta disso, estão colocando não só o nosso surfe, mas toda a população mundial em apuros.

O que podemos fazer é evitar a todo custo comer alimentos de origem japonesa, principalmente peixes e frutos do mar. E evite também comer produtos produzidos na costa da Califórnia. Alimentos que tenham sido expostos a radioatividade podem causar câncer e um grande número de doenças sérias.

A notícia já é demasiadamente triste, e o quadro piora quando não sabemos ao certo se as informações passadas são corretas. Afinal, se o governo do Japão só agora assumiu esse vazamento publicamente e fala em 300 toneladas diárias de água contaminada, esse número deve ser ainda maior.

Acho que vale dizer que devemos todos lutar contra as fontes de energia nuclear, que são perigosas e que oferecem muito mais riscos à população do que todas as outras formas de captação de energia juntas. Só o homem ganancioso é que não vê.

8 de agosto de 2013

Surfing Off the Beaten Path - Marco Giorgi: Tides Ep. 2

Surfing Off the Beaten Path é mais um vídeo da série TIDES, que traz como estrela o surfista Marco Giorgi. Nesse episódio, Marco aparece surfando a direita de La Barre, em Anglet, França. Enquanto a maioria dos atletas foi para o Hawaii, Marco Giorgi optou pelo inverno europeu. E não se arrependeu. As imagens são do Pietro França e a edição do Löic Wirth. 


Para ver os outros vídeos de Marco Giorgi:

7 de agosto de 2013

O aquecimento de Anastasia Ashley´s

Esse aquecimento da surfista Anastasia Ashley´s antes de sua bateria no Supergirl Pro, evento realizado em Oceanside, California, foi no mínimo inusitado. E deu o que falar. O video se espalhou rápido pela internet. O que ninguém sabe até agora é se essa dancinha ajuda em alguma coisa na bateria. Mas nós apoiamos!
(Fonte: TRACKS Magazine)

 

6 de agosto de 2013

Mexico GIGANTE

O surfista do País Basco Aritz Aranburu e o francês Benjamin Sanchis pegaram tubos gigantes com o auxílio do jetski na costa do Mexico. Ambos são freesurfers conhecidos e estão sempre viajando o mundo atrás de boas ondas. Nesse swell, a dupla pegou tubos grandes e pesadoa nesse potente bancada de Pascuales. Arriba Mexico!

Who is JOB 3.0 : Sewer Surfing w/ Poopies - Ep 6

Esse drop foi realmente insano. O surfista havaiano Jamie O`Brien, lançou essa semana mais um vídeo da série Who is JOB. Nesse episódio, ele e seus amigos levam vacas cabulosas no shorebreak de Keiki. E Poopies, amigo de Jamie O´Brien, tenta dropar uma ladeira gigante (e quase vertical) de concreto. Por pouco as coisas não acabam mal.

5 de agosto de 2013

EL Salvador

O videomaker Álvaro Martins é conhecido por seu trabalho junto a Mormaii, onde produziu diversos filmes e videos, além de fazer inúmeras trips acompanhado grandes atletas. Produtor de Vídeo há 8 anos, o Marrinha, como é mais conhecido no meio da galera, acompanhou o time brazuca durante o WQS 6 estrelas de El Salvador. "Heitor Alves, Wiggolly Dantas, Hizunomê Bettero, David do Carmo e Messias Félix são verdadeiros guerreiros e pessoas de um coração muito bom." comentou Álvaro Martins quando publicou esse vídeo abaixo. Essa turma é realmente casca-grossa e representa muito bem o Brasil mundo afora. As fotos e os vídeos do Marrinha falam por si. 





















2 de agosto de 2013

Bob Burnquist's "Dreamland" - A Backyard Progression

Bob Burnquist é um dos maiores skatistas da história. É até difícil encontrar palavras para descrever o talento, a tranquilidade e a linha de skate desse brasileiro que hoje vive na Califórnia é um dos skatistas mais completos e influentes do mundo. Bob também tem o quintal que é o sonho de todo skatista. Ao longo dos anos, Bob construiu rampas e mega-rampas, e levou seu skate a um patamar único. O vídeo abaixo mostra um pouco do parque de diversões particular do Bob. 

28 de julho de 2013

Alejo Muniz vence o US OPEN




O catarinense Alejo Muniz venceu Kolohe Andino por 16.23 a 14.54 na final do evento e se consagrou campeão do VANS US OPEN OF SURFING.  O evento foi encerrado nesse domingo, em ondas de um metro, com séries demoradas junto ao píer.

Alejo mostrou foco, surf e muita determinação durante todo o evento. Seu surf se encaixou nas ondas de Huntington Beach e ele literalmente moeu as ondas que entraram. O US OPEN é um dos maiores campeonatos de surf do mundo e vencer esse evento, na casa dos americanos, não é para qualquer um. Alejo mostrou um surf potente e com manobras bem executadas e mereceu o título desse que é um dos campeonatos mais prestigiados do ano. Kolohe Andino, que é local em Huntington, foi humilde e reconheceu a vitória de Alejo. Ambos surfaram bem durante todo o evento. Essa vitória deve dar uma confiança extra pro Alejo, que parecia um pouco desmotivado com as competições.

A trajetória do campeão: Alejo passou sua primeira bateria na 2ª colocação no Round dos 96. No Round dos 48 passou novamente na 2ª colocação. No Round dos 24 Alejo venceu sua bateria em 1º, ganhando de Mitch Crews (AUS) e de Charles Martin (GLP). No Round dos 16, Alejo venceu o confronto contra Mitch Crews por 15.00 x 13.37. Nas quartas, Alejo venceu o norte-americano Nat Young por 13.64 a 5.83. Na semi, Alejo venceu o australiano Matt Banting por 14.00 x 11.50. E na grande final, Alejo venceu  Kolohe Andino (USA) por16.23 x 14.54.

Foi fraco e pseudo-profissional o webcast do evento, com locutores e comentaristas que, esquecendo do seu papel, narraram o evento como torcedores. E isso deixou o evento meio chato para quem acompanhou pela internet. Também chamou a atenção a grande quantidade de alcool, drogas e brigas durante o US Open. No youtube tem vários videos sobre os tumultos durante a etapa. Outro ponto que sempre vem a tona é: com tanta onda boa na California porque esse campeonato é sempre realizado nas merrecas demoradas do pier? Mas enfim, coisas da tradição americana dos eventos de surf.

Probemas e imperfeições à parte, a etapa Prime de HB foi boa para os brasileiros. Alejo venceu o evento, Mineiro foi até as quartas e Jadson André também fez uma grande apresentação em Huntington, e acabou na 9ª colocação.


Alejo Muniz na grande final. Foto: Mpu Dinani

Alejo garantiu os 100 mil dólares de premiação e 6.500 valiosos pontos no ranking da ASP. 
Na categoria feminina a vencedora foi a havaiana Carissa Moore.

 Alejo Muniz e Carissa Moore, os campeões do US OPEN 2013.


MASCULINO 
1 Alejo Muniz (Bra)
2 Kolohe Andino (EUA)
3 Matt Banting (Aus)
3 Bede Durbidge (Aus)
5 Adriano de Souza (Bra)
5 Michel Bourez (Tah)
5 Jordy Smith (Afr)
5 Nat Young (EUA)
9 Jadson André (Bra)
17 Alex Ribeiro (Bra)
17 Miguel Pupo (Bra)

FEMININO 
1 Carissa Moore (Haw)
2 Courtney Conlogue (EUA)
3 Tyler Wright (Aus)
3 Pauline Ado (Fra)
9 Silvana Lima (Bra)

Para quem perdeu o 2013 VANS US OPEN OF SURFING, os vídeos abaixo resumem bem esse evento de Huntington Beach.

DIA 3


DIA 4


DIA 5


DIA 6


DIA 7


DIA 8

US OPEN OF SURFING - AO VIVO!



Clique aqui e assista ao vivo!

 Conner Coffin foi o vencedor da Pro Junior Masculina. Foto: Michael Lallande

O local de Santa Barbara Conner Coffin (USA) e a sul-africana Bianca Buitendag venceram as categorias PRO JUNIOR do US OPEN nesse sábado no Pier de huntington Beach.

Podium Pro Junior. Foto: Michael Lallande


VANS US OPEN OF SURFING MEN’S PRO JUNIOR FINAL:
1 - Conner Coffin (USA) 15.77
2 - Carlos Munoz (CRI) 12.50
3 - Jake Halstead (USA) 8.60
4 - Ramzi Boukhiam (MAR) 7.80

VANS US OPEN OF SURFING WOMEN’S PRO JUNIOR FINAL:
1 - Bianca Buitendag (ZAF) 18.10
2 - Nikki Van Dijk (AUS) 16.20
3 - Tatiana Weston-Webb (HAW) 14.27
4 - Frankie Harrer (USA) 8.74


Adriano de Souza vem surfando muito e agora disputa a primeira bateria das quartas, contra o norte-americano Kolohe Andino. Foto: Michael Lallande

Nesse domingo serão coroados os campeões masculino e feminino do US OPEN. Adriano de Souza e Alejo Muniz estão nas quartas de final do evento. Adriano de Souza derrotou Jadson André (BRA) nas oitavas e agora enfrenta o norte-americano Kolohe Andino nas quartas. Alejo Muniz venceu Mitch Kews (AUS) nas oitavas e agora enfrenta o norte-americano Nat young.

18 de julho de 2013

Glowing Green - Matt Banting

Matt Banting é um talentoso surfista da Asutrália. Já fez um clip com Gabriel Medina e recentemente esteve no Brasil competindo em Saquarema, Rio de Janeiro. No vídeo abaixo ele aparece surfando alguns points em volta da sua casa nesse inverno australiano. Confere aí que o garoto quebra!

12 de julho de 2013

Garopaba Express

Garopaba é um dos grandes polos do surf brasileiro. Com tantas onda boa em sua volta (Guarda do Embaú, Silveira, Ferrugem, Rosa, Ibiraquera e Vila) e com Floripa e o Farol de Santa Marta a poucos quilômetros de distancia, não é a toa que Garopaba seja frequentada e povoada por surfistas.

E foram os surfistas e os hippies, que no final dos anos 60, início dos 70, descobriram Garopaba e seus encantos. A cidade cresceu e se desenvolveu por causa do surf. 

Hoje são muitos os surfistas e atletas que escolheram Garopaba para viver. Marco Giorgi o uruguaio mais garopabense da história, cresceu na cidade e tem aqui grande parte de suas raízes. O cearense Heitor Alves, atleta do circuito mundial profissional, foi outro que preferiu morar em Garopaba para facilitar nos treinos e no contato com seu patrocinador. Sem falar na galera local, que nativa ou não, representa a cidade com humildade e respeito, e pega altas ondas. Parafa, Roni Ronaldo, Berg, Fellipe Ximenes, Thales Marx, Rodrigo Couto, Taleco e todos os Rapaze. 

O surf faz parte da cultura e da história da cidade. E seus surfistas estão aí, viajando e treinando mundo afora, como vemos nos videos abaixo.


THALES MARX - Piscinas 2013

Thales Marx é gaúcho de nascimento mas já vivem em Garopaba com sua família há muito tempo. O Thalinho é um competidor dedicado e já venceu vários campeonatos na cidade. No video abaixo o surfista foi ao norte do Peru e editou esse clip treinando em Piscinas, umas das famosas ondas no litoral peruano. A edição é do Rodrigo Couto




RODRIGO COUTO - Las Flores

Rodrigo Couto, o "Cabelinho" é outro surfista que representa a cidade de Garopaba nos campeonatos e nos vídeos. Veio de São Paulo para Garopaba há muito tempo, estudou e poliu seu surf nas ondas da cidade. Depois de sofrer uma lesão no joelho e ficar fora d´água por quase um ano, Rodrigo deu a volta por cima e foi para El Salvador, comemorar a recuperação e espantar de vez a zica. |No video abaixo Cabelinho nas perfeitas direitas de Las Flores.




HEITOR ALVES - Wave Warrior

Heitor Alves é hoje um dos maiores competidores do Brasil. Surfista de elite, é respeitado e temido no circuito mundial. Suas performances são de cair o queixo e o seu surf veloz e acrobático como poucos. O "cyborg" da ASP há 3 anos no Bairro Panorâmico e durante suas férias e no intervalo dos eventos é sempre visto treinando nas ondas da região. Sua gana é de competir e ganhar.




MARCO GIORGI - Lost in Translation


Marco Giorgi é um surfista sólido, agressivo e talentoso. Esse morador da Ferrugem é uruguaio de nascimento mas radicado em Garopaba há muitos anos. Marco leva a vida como freesurfer profissional, é capa de muitas revistas e estrela de vários filmes de surf. Abaixo Marco pega boas ondas na Indonesia com seus amigos.


Lost in Translation from Jay Button on Vimeo.


10 de julho de 2013

UPCYCLING

Upcycling é o processo de transformar materiais velhos e em desuso em novos objetos, mais evoluídos, com melhor qualidade e novos valores agregados. 
Este é o ponto de partida para o curta metragem UPcycling (Brasil, 2012, 13min). O filme acompanha a transformação de uma prancha velha em uma nova prancha. Em meio a beleza de toda esta recriação, sugere uma nova visão sobre o quão enriquecedor pode ser este processo. Mudanças de hábitos, rotinas, novas versões de coisas antigas, valores que são repensados sob uma ótica intimista, sensível e, porque não dizer, necessária para os dias de hoje.
UPcycling é uma produção do Estudio Indigo e Amago Imagens em parceria com o shaper Henrique “Ogro” Perrone e foi rodado na cidade de Porto Alegre e no litoral de Santa Catarina.


PRÊMIOS

Mejor Cortometraje SurfFilmFestibal San Sebastian / España
Best Short Movie SurfFilmFestival Anglet / France
Best Short Movie Save The Waves Festival / USA
Melhor Curta Metragem Mimpi Festival / Brasil
SELEÇÃO OFICIAL

Aotearoa Surf Film Festival / New Zealand
New York Surf Film Festival / United States
Canarias Surf Film Festival / España
Canadian Surf Film Festival / Canada
Rocky Spirit Festival / Brasil